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quinta-feira, 4 de novembro de 2021

Pegação: bar só para homens é tendência

Uma nova tendência de bar gay está surgindo no Brasil: os que você pode, digamos, ficar mais à vontade, livre para fazer o que quiser. e Uberlândia não ficou de fora dessa; Em Uberlândia recentemente inaugurou o PRIMEIRO Cruising Bar, o BANANA HAMA
O funcionamento é de terça a quinta, das 18h às 00h e de sexta a domingo, das 18h às 02h.
O local fica situado na Rua Coronel Antônio Alves, 822, local de entrada discreta e de fácil acesso. 
Ao entrar você vai receber da recepção, uma chave para os armários, que servem para guardar seus pertences, objetos e roupas e celular;  E Sim! Você pode entrar como quiser: vestido de roupa, de cueca, jockstrap, sunga ou sem nada, fica a sua escolha. lembrando que sempre têm promoções para pessoas que entram somente de cueca ou sem nada 

O bar em questão, possuem luzes que tornam o ambiente com um clima intimista para os clientes, música e muitos drinks para escolher. Uma sala com uma  TV exibindo filmes pornográficos e algumas cadeira que formam como se fosse uma “Sala do Fetiche”; um quarto voyeur com uma cama no meio ,ao lado possui um darkroom onde os clientes podem entrar e curtir tudo no escurinho, mais a frente há uma sala escura com algumas cabines, pra quem quer uma aventura mais íntima, com glory holes conectando umas as outras, ao lado desse espaço possui o bar onde os clientes podem pedir seus drinks e uma área externa com mesas e algumas redes, e uma ampla área aberta. Quanto a prevenção, camisinhas e lubrificante são distribuídos gratuitamente pelo local, para a galera se jogar sem preocupação.
A estrutura do bar, lembra muito a das saunas, se difere pelo público eclético que frequenta
cria um clima  leve, um clima de diversão e pegação mas sem aquela negatividade e perigo de outros lugares. Uma ótima solução para os ‘sem local’ dos apps de pegação: Uma das grandes dificuldades de caras solteiros, em especial os universitários, é que eles geralmente não têm local, ou por que dividem o quarto onde dormem com amigos, ou ainda moram com os pais etc. O Banana é o local ideal para que você possa encontrar aquele carinha do Grindr ou do Scruff sem ter que pagar um motel caro para isso.

*ENTRADA PERMITIDA APENAS PARA MAIORES DE 18 ANOS 


Ah e sexta já têm festa cola lá...






sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Fudido por um desconhecido na madrugada


Estava com bastante tesão e resolvi dar uma volta na madrugada pra ver sem encontrava alguém.
Sai dei umas voltas e nada a rua estava bem vazia, parei em uma praça fiquei um pouco sentado e nada de aparecer ninguém, então resolvi da uma volta e depois voltar, fui subindo pra um local mais afastado e escuro da praça onde só tinha um vestiário fechado e um campinho de futebol.



Resolvi seguir pelo campinho e não pela calçada lateral, quando cheguei do outro lado me surpreendi
com um carinha que estava sentado em um tronco de madeira ao lado de uma das traves.
Ele parecia esta fumando maconha, fiquei com medo mas não tinha mas como voltar só restava seguir
e fazer de contas que não tinha visto ele.

Já na volta apesar do medo algo me chamava a atenção pra voltar pelo mesmo local.
Seguir e novamente passei ao lado do carinha, pra minha surpresa ao perceber que eu estava vindo e teria que passar ao lado dele, o carinha tirou o pau pra fora do shorts e começou a bater uma punheta.
Nossa eu não acreditei naquilo, fui passando bem lentamente e pude ver aquele pauzão todo duro.
Segui olhando pra trás e ele continuava com aquele pau gostoso fora do shorts mostrando pra mim.
Voltei e ele perguntou se tinha gostado, disse que sim. Ele então falou chega aqui pra vc ver ele de perto. Sentei ao lado dele e peguei naquele pau, que estava tão duro e quente.
O campo ficava em um praça linear, ou seja tinha casa dos dois lado da rua.


Ele queria que eu chupasse ele, mas ao mesmo tempo corria-mos de sermos visto pelas pessoas da vizinhança.
Arisquei e cai de boca naquele cacete gostoso, o carinha gemia de me chamava de viadinho safado.
Aquilo me dava mas tesão ainda, logo escutamos o barulho de uma porta de abrindo e vimos um
carinha que ficou na varanda de sua casa fumando e olhando a rua. Não sabia-mos se ele tinha nos vistos mas com medo de outras pessoas aparecerem sai-mos do campo. Andamos um pouco pois ele dizia que conhecia um terreno em que poderia terminar a brincadeira.
Chegamos lá mas novamente tinha-mos que passar pela frente de algumas casa pra chega no terreno,
não poderia-mos fazer barulho pois acordaria as pessoas.
Ficamos encostados em algumas bananeiras que cobriam a visão, e voltei a chupar aquele pauzão gostoso.
Logo ele me pediu pra me comer, só que estava um pouco com medo, pois o pau dele era muito grosso, e comecei a dar desculpas pra ele. Ele percebendo deu risada e disse que eu tava com medinho e fazendo doce.
Então meu instinto de putinha falou mas alto, coloquei a camisinha naquela pau, não tinha nada pra lubrificar então chupei bastante aquele pau deixando ele bem molhado. Fui aos poucos colocando aquele mostro delicioso todinho dentro de minha bundinha. Logo a dor já tinha virado tesão e comecei a jogar a bunda com força contra aquele pau. Isso deixou o carinha cheio de tesão e logo começou a gemer alto e enfiar cada vez mais com força na minha bundinha me chamando de putinha safada. Eu com medo de alguém ouvir o barulho que ele estava fazendo e nos pegar no flagra, mas o safado já não estava mas nem aí. Socou na minha bundinha mas uns 20 minutos me deixando exausto, depois gozou molhando toda minha bunda. Nos recompomos e fomos saindo.


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É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia esse tipo de comportamento. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.

domingo, 3 de março de 2013

Matão do Karaiba

Relato enviado por: Anonimo

E para quem não sabe, em uns dos bairros nobre de Uberlândia "Jardim Karaiba" fica um grande ponto de encontros e catação. Em uma rua "deserta" onde não há casas, sem iluminação, onde enfrente há uma grande areá verde com arvores e um riacho que passa por lá, acontece um grande movimento de carros com pessoas de todos os tipos que estão a procura de sexo, as pessoas nos carros dão volta na rua, a procura de alguém e  param descaradamente os pedestres até mesmo outros motoristas, esses ficam dentro deles pessoas que muitas vezes estão nuas, se masturbando e quando acha alguém convida logo para conversar, pedem para ver o "material" da pessoa em plena rua, e ai sim se for do interesse convidam para  entrar e ir para um motel.
Na primeira vez que eu fui eu estava de carro, mas não fiquei muito tempo dentro dele. Fiquei de fora do carro esperando que alguém interessante passasse. Não sou muito direto e também não dou muito bola para motoqueiros, porém, a história que contarei hoje será sobre um motoqueiro. Esse motoqueiro entra no grupo daqueles que ficam rondando por muito tempo até finalmente tomar alguma atitude. Ou melhor, esperar que alguém tome
atitude, como foi o caso.

O cara estava com uma jaqueta jeans e calças jeans. Passou pelo meu carro várias vezes e decidiu parar atrás. Como era muito tarde (depois das 22h), o movimento era quase inexistente. Fiquei um pouco dentro do meu carro para ter certeza que não era alguma armação (algum ladrão, sei lá - motoqueiros às vezes podem ser maloqueiros), mas o cara começou a alisar o volume dele dentro da calça, deixando claro o que queria. Fiquei estacionado no morro, que fica acima da rua do Matão, onde a visibilidade é ótima.

Não conseguia ver muita coisa, afinal dentro do carro não dá pra ver muito e também havia pouca iluminação. Decidi sair e ir ao encontro do motoqueiro. Ele ainda estava de calça e usando o capacete. Conversamos rapidamente e ele apontou para o volume dele dentro da calça, com a pica bem dura só que completamente prensada dentro do jeans. Ele continuou sentado na moto e eu comecei a passar a mão naquele volume; ele, sem mais delongas, me puxou contra o corpo dele - sentei com vontade naquele mastro e começamos a brincar vestidos. Sentia aquela pica grossa roçando na minha bunda, enquanto eu subia e descia naquele colo, enquanto ele puxava mais ainda o meu corpo contra o dele.

Durante todo o tempo, alguns carros apareciam. Na verdade, um ou dois. Quando eles chegavam mais perto, eu saia de perto do cara e ficava olhando a paisagem, pois nunca sabemos quem realmente está nos carros, principalmente à noite, quando todos ficam com os vidros fechados (!). O motoqueiro já era mais velho do que eu, e um dos motoristas passou bem devagar, para dar uma olhada nos "materiais". Ele acenou com a cabeça, mas foi embora.

Continuamos naquela brincadeira até que outro carro apareceu. Esse foi mais corajoso e deu um oi, enquanto estávamos quietos, sem brincar. Ele parou o carro um pouco mais na frente e saiu dele - disse, em boa altura, que ia dar uma mijada aqui. Ele, claro, pode até ter dado uma mijada, mas ele começou a se masturbar, enquanto continuávamos brincando. Ficava pulando na pica do motorista, prensando forte minha bunda contra o volume dele.

O cara do outro carro, que deu uma acenada mais cedo, voltou. Isso é algo que acontece normalmente. Ele saiu do carro e começou a conversar com o mijador. O motoqueiro logo tirou a pica da calça e comecei a mamar. Ele fudeu direitinho minha boca, socando sem vontade de parar, mas como ele já estava com muito tesão, gozou logo. Saiu muita porra daquela pica. Só não fudemos porque ninguém estava com camisinha. O cara foi embora. O mijador continuou lá, se alisando, enquanto que o outro cara, o acenador, foi embora.

Os dois ficaram observando toda a brincadeira até o final, mas o acenador decidiu ir embora depois. Fui para perto do mijador e ele continuava lá, masturbando. Disse que ficou com muita tesão enquanto me via brincando. Comecei a punhetá-lo. Era um cara muito charmoso. Paguei um boquete pra ele e quando ele finalmente gozou, gritou de tanto tesão. Eu disse que ele realmente estava precisando daquilo e ficamos conversando por um tempo, até eu ir embora.

Quando é mais à noite, o Matão é mais tranquilo (a parte do morro), mas também mais perigoso. O pessoal gosta de ir mais lá durante o dia, principalmente depois das 17h, quando fica infestado de carros. O real matão fica na verdadeira rua, abaixo do morro, onde o pessoal entra na mata para trepar. Atrás do morro tem também uma rua deserta. Essa rua de cima é onde o pessoal mais se encontra pra foder.

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