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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Fudido por um desconhecido na madrugada


Estava com bastante tesão e resolvi dar uma volta na madrugada pra ver sem encontrava alguém.
Sai dei umas voltas e nada a rua estava bem vazia, parei em uma praça fiquei um pouco sentado e nada de aparecer ninguém, então resolvi da uma volta e depois voltar, fui subindo pra um local mais afastado e escuro da praça onde só tinha um vestiário fechado e um campinho de futebol.



Resolvi seguir pelo campinho e não pela calçada lateral, quando cheguei do outro lado me surpreendi
com um carinha que estava sentado em um tronco de madeira ao lado de uma das traves.
Ele parecia esta fumando maconha, fiquei com medo mas não tinha mas como voltar só restava seguir
e fazer de contas que não tinha visto ele.

Já na volta apesar do medo algo me chamava a atenção pra voltar pelo mesmo local.
Seguir e novamente passei ao lado do carinha, pra minha surpresa ao perceber que eu estava vindo e teria que passar ao lado dele, o carinha tirou o pau pra fora do shorts e começou a bater uma punheta.
Nossa eu não acreditei naquilo, fui passando bem lentamente e pude ver aquele pauzão todo duro.
Segui olhando pra trás e ele continuava com aquele pau gostoso fora do shorts mostrando pra mim.
Voltei e ele perguntou se tinha gostado, disse que sim. Ele então falou chega aqui pra vc ver ele de perto. Sentei ao lado dele e peguei naquele pau, que estava tão duro e quente.
O campo ficava em um praça linear, ou seja tinha casa dos dois lado da rua.


Ele queria que eu chupasse ele, mas ao mesmo tempo corria-mos de sermos visto pelas pessoas da vizinhança.
Arisquei e cai de boca naquele cacete gostoso, o carinha gemia de me chamava de viadinho safado.
Aquilo me dava mas tesão ainda, logo escutamos o barulho de uma porta de abrindo e vimos um
carinha que ficou na varanda de sua casa fumando e olhando a rua. Não sabia-mos se ele tinha nos vistos mas com medo de outras pessoas aparecerem sai-mos do campo. Andamos um pouco pois ele dizia que conhecia um terreno em que poderia terminar a brincadeira.
Chegamos lá mas novamente tinha-mos que passar pela frente de algumas casa pra chega no terreno,
não poderia-mos fazer barulho pois acordaria as pessoas.
Ficamos encostados em algumas bananeiras que cobriam a visão, e voltei a chupar aquele pauzão gostoso.
Logo ele me pediu pra me comer, só que estava um pouco com medo, pois o pau dele era muito grosso, e comecei a dar desculpas pra ele. Ele percebendo deu risada e disse que eu tava com medinho e fazendo doce.
Então meu instinto de putinha falou mas alto, coloquei a camisinha naquela pau, não tinha nada pra lubrificar então chupei bastante aquele pau deixando ele bem molhado. Fui aos poucos colocando aquele mostro delicioso todinho dentro de minha bundinha. Logo a dor já tinha virado tesão e comecei a jogar a bunda com força contra aquele pau. Isso deixou o carinha cheio de tesão e logo começou a gemer alto e enfiar cada vez mais com força na minha bundinha me chamando de putinha safada. Eu com medo de alguém ouvir o barulho que ele estava fazendo e nos pegar no flagra, mas o safado já não estava mas nem aí. Socou na minha bundinha mas uns 20 minutos me deixando exausto, depois gozou molhando toda minha bunda. Nos recompomos e fomos saindo.


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É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia esse tipo de comportamento. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Encoxado no Ônibus

Logo adianto que não teve boquete nem foda, mas valeu como se fosse mais que um beijão na boca, discretamente e de repente, uma pegação daquelas, no sentido de pegar mesmo, e em pleno busão.

Ainda um pouco sonolento e meio atrasado para uma palestra, peguei um ônibus para o centro e logo avistei um lugar para sentar perto da porta traseira. O busu estava com quase todos os bancos ocupados, o que facilitou o ocorrido, já que todos estavam sentados e, como estávamos ao lado da porta, o que fazíamos com as mãos não dava para ninguém perceber, mesmo fazendo alí, em público (e escondido ao mesmo tempo).

Ainda nem passava por minha cabeça nada parecido, mas é para situar o que foi uma verdadeira pegação discreta. Quando me sentei, reparei de relance que parecia alguém interessante. Um moreno, com barba bem por fazer, nada diferente, a não ser suas pernas que, desde que me sentei (e não tinha mesmo notado), estava meio colada na minha. Ambos com suas mochilas no colo, o que facilitava ainda mais a safadeza que, a partir de então, parecia cada vez mais clara.

Mas, como eu estava no meu quadrado, no meu espaço no banco, fiquei quieto e nem fiz contato visual, nada, vai que era viagem só minha, mas também não arredei o pé. Comecei a perceber então aquela perna que insistia e não desgrudava da minha, vendo também que um clima bem quente estava no ar - a respiração fica diferente, uma adrenalina em ter uma relação íntima (sem aspas) no meio de tudo, entre desconhecidos. Prontamente, cruzei os braços, já na intenção de rolar uma mão-boba, deixando minha mão encostar na região da cintura dele. Mas foi bem mais do que isso.

Sentindo minha mão ali, próxima do pau dele, começou a demonstrar descaradamente (só pra mim, claro) que tava afim de não mesmo parar com nada daquilo, passando agora a mão dele na própria perna para encostar e passar a mão na minha. Passei então a deixar rolar o máximo possível, e começamos uma aperta-aperta daqueles. Apolpávamos as pernas, os braços, até que fechei ainda mais a cruzada de braços, pegando agora numa rôla durinha por debaixo da calça jeans.

Aquele pau pulsava, pedindo para gozar. Uma patolada na mala daquelas, com direito a um belo pacote recheado de pica dura. Despistei um pouco e fiquei até preocupado se estava dando pinta. Mas estava tudo como se planejado pelas estrelas, com o cara agora levando sua mão no meu pau, que também tava duro feito pedra. Tivemos que parar um pouco, pois já se aproximava do centro e as pessoas começavam a desembarcar.


Aproveitei a pausa e peguei meu celular para digitar meu número para ele, que anotou e me deu um toque ali na hora. Demos mais umas apalpadas, agora com aquela cara mas safada, de menino fazendo traquinagem, mas sabíamos que ali nunca a tal coincidência, empatia, ou o tal "momento certo", haja vista que éramos estranhos um ao outro, pudessem proporcionar um encontro do nada tão tesudo, apenas com uma espécie de sexo tântrico ou "essa coisa de pele", cheiro, puro prazer.

Ele começou a pegar a mochila, fazendo-se de que iria descer e, como estava sentado no lado do corredor do ônibus, me levantei, colocando minha mochila tampando minha ereção para os outros passageiros. Ele fazia questão de ver, pedindo com o olhar para tirar a mochila da frente. Discretamente, mostrei o volumão na calça e ele quase virava os olhos de tanto tesão.
Não era ali que eu iria descer, mas, por que não? Descemos juntos e acabamos trocando algumas palavras, de desabafo até, comemorando aquela façanha mais gostosa que acabávamos de fazer. Ele dizia que, quando peguei no pau dele, achou que ia gozar ali no ônibus. Eu então comentei: Nossa, bom de mais! Ele concordava de um jeito também bem sacana, principalmente por saber que tudo aquilo foi, digamos, um segredo nosso (ele disse que era casado e tals), e dos mais quentes da minha vida, mesmo sem rolar sexo propriamente dito. Só sei que fui para palestra rindo feito um virgem voltando de sua primeira noitada.

RELATO ENVIADO POR: ANONIMO

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É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia esse tipo de comportamento. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.