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sábado, 28 de janeiro de 2017

5 caras me comeram no parque

O que vou contar nunca contei pra ninguém, mas aqui acho que nao tem problema. Aqui na minha cidade tem um parque que eu nao sabia que era frequentado por homossexuais a noite, procurando caras para transar. Isso acontece principalmente de noite, mas como eu nao sabia de nada uma vez voltei da casa de uma amiga e passei pelo parque. Isso aconteceu tem um ano e seis meses. Só sabia que lá era meio perigoso, porque nao é muito iluminado e meio deserto. Mas como eu estava com pressa e estava uma noite quente, resolvi ir por ali mesmo que e uma trilha que corta caminho pra chegar do bairro que eu estava ate o outro bairro que e a outra portaria do parque. Tirei a camisa e fui. Passei por uns dois ou três caras, um deles me olhou muito, de um jeito estranho, mas não me abordou. Imaginei que fosse assalto, apesar do cara não ter cara de bandido, mas ele passou direto, apesar dos olhares. Sinceramente, mesmo assim não percebi que ali era uma área de pegação. Lá pelas tantas, vi que vinha um grupo que achei estranho. Mas não tinha outro jeito e, mesmo que quisesse, não adiantaria muito correr. Estufei o peito (tenho um bom tórax), fiz cara de quem não está com medo e segui adiante. Faltavam uns 20 metros ainda para cruzar com os caras, mas fui contendo o meu medo, para que os caras não se sentissem estimulados. As vezes isso dá certo. Mas quando cruzamos, aconteceu o que eu temia. Os caras me abordaram e começaram a me apalpar, vendo se eu tinha alguma coisa e como eu não estava com nada um virou e falou: "e o que você está fazendo aqui?". Eu que nao sabia de nada respondi que estava indo pra casa. Um outro falou alguma coisa do tipo "mas quer dar a bundinha antes, né?". Olhei pra ele e vi que estava alisando a pica por baixo do short. Aquilo me assustou e reagi. Dois outros me seguraram pelos braços, me imobilizando. Eles eram cinco, deviam ser bem novos, a maioria negros. Eu nunca tinha tido experiencia com homens ainda. Os caras me arrastaram pra perto de uma árvore. Um deles começou a alisar meu peito, minha barriga.

 Três já estavam com a pica pra fora, já meio duras. Eu estava assustado com aquela situação. Vi que não conseguiria escapar, mas não conseguia ter nenhuma reação, mesmo que quisesse (eles ainda me seguravam). Não sou nenhum covarde, mas a situação me deu tanto medo que fiquei praticamente imobilizado. Só meu coração batia muito forte, minhas pernas tremiam e minhas mãos estavam geladas. Não estava entendendo nada, mas entendi que seria surrado por aqueles caras. Eles me alisavam, especialmente minha bunda, e ficavam falando sacanagens, já com os shorts abaixados e alisando os cacetes. Eu nunca tinha visto tanto cara junto de pau duro. Me obrigaram a abaixar à força e por a boca na pica de um deles. Não foi fácil pra mim, mas tive que por na boca a rola do sujeito. Pensei em morder pra fugir, mas era besteira, porque eles eram cinco e iriam me pegar, e a coisa podia ser pior ainda. Eles queriam me comer, mas não tinham ainda falado em me bater. Melhor ser currado do que levar porrada e ainda ser currado depois.
Depois do primeiro, tive que chupar o cacete do outro que estava do lado. O cara reclamou, disse que eu nao tava fazendo direito, e me puxou pelo cabelo e me deu um tapa na cara, me chamando de viado. Me fez chupar de novo, e falava como ele queria. Fui obedecendo, aprendendo a força pra não piorar as coisas. Nisso, já tinham abaixado minha calça e bolinavam meu cu. Esse que eu chupava enfiava fundo na minha boca e depois tirava e passava o caralho na minha cara. Engasguei algumas vezes, porque o cara tinha uma pica de dar inveja. A minha é pequena, e sempre reparei nessas coisas. Observava o cacete dos caras na ginástica mais por inveja do que por tesão. Afinal, qual o cara que não quer ter uma pica grande? Sei que mais ou menos nessa hora, enquanto era obrigado a chupar esse cara, olhei pra pica de um outro que estava do lado, e eles perceberam. Aí tiveram certeza de que eu era viado mesmo, embora eu nao tivesse olhando pensando em nada. Sei que esse outro veio e forçou botar na minha boca, junto com a outra rola que eu já chupava. Fui obrigado a chupar os dois, alternando uma e outra e as vezes as duas entrando juntas. Eram grossas, entao é claro que nao dava, mas aquilo começou a me excitar, apesar de tudo. E nao deu pra esconder, porque afinal eu já estava sem as calças e meu pau endurecia. Aí um deles falou: "olha o piruzinho do viado, está todo durinho, o viado tá gostando". Porra, aquilo me excitou mais ainda, apesar do medo que eu estava sentindo. Achei que naquele momento iam me encher de porrada, além de me fuderem, porque dei bandeira que estava gostando. Eu mesmo estava surpreso com aquilo. Ninguem me bateu. Na minha bundinha, um dos caras que me seguravam estava enfiando o dedo (tinha passado cuspe) e confesso que não consigo esquecer a sensação daquele toque de alguém numa parte do meu corpo que ninguém tinha tocado, nem mesmo eu. Sei que esse cara acabou mandando um outro me segurar e ficou atrás de mim.
 Senti que passou mais cuspe e que ía me enrabar. Tentei sair fora, por instinto, mas os caras que me seguraram me impediram. Chegaram a rir de mim, e o cara de trás encostou o cacete na altura do meu cu. Demorou a acertar o buraco, mas enfiou. Tenho que fazer justiça que ele nao foi filho da puta, quer dizer, o cara meteu com cuidado. Claro que doeu, mas ao mesmo tempo eu tinha chupar dois cacetes ainda, então a dor ficou meio perdida naquela confusão toda. Mas o cara não meteu mundo, tirou logo depois e passou a vez pro que me segurava e trocou com ele. O cara botou, um pouco mais forte. Eu soltei um gemido de dor e esse falou: "que cu apertado tem esse viado, esse aí ainda nao deu muito". E começou a botar pra frente e pra trás, meio devagar, e foi mais gostoso que aquele primeiro. Eu já estava gostando a essa altura. Estava com medo, claro, mas meu pau não escondia meu tesão por aquela situação. Os cinco caras estavam me currando!
Um enfia a pica, outro passava a mão na minha bunda (um até enfiou um dedo enquanto outro me comia ao mesmo tempo), e eu tinha que mamar os que estavam de fora. Essa coisa toda rolou durante muito tempo. Não sei precisar quanto. Talvez meia hora, ou uma hora. Pra mim foi muito longo, mas não sei dizer quanto. Quando os caras me deixaram, não me machucaram. me deram umas porradas na cara e na bunda, mas não chegaram a me machucar. Quer dizer, fora o cuzinho, né, isso foi foda. Eles já estavam longe quando comecei a me arrumar. Meu cuzinho estava assado, eu já estava sentindo, e passei a mão e estava empapado de cuspe e porra. Minhas pernas estavam doloridas. Passei a mão na cara e limpei a porra de um deles na folha de uma planta (o cara tinha gozado na minha cara, com uma chupada, e depois ainda me comeu e gozou de novo). Me arrumei e sai, andando devagar, ainda tonto com o que tinha vivido. Meu cu doía, mas eu estava vivo pelo menos. Continuei em frente, pelo parque. Andava devagar, porque as pernas estavam bambas e meu cu estava realmente dolorido. Aí, depois de um tempo, vi que havia um cara atrás de umas plantas. Saquei que estava tocando uma punheta, sem tirar os olhos de mim. Desviei o olhar e segui.
Mas, depois de uns dez metros, começou a me dar vontade de voltar. Continuei ainda um pouco mas peguei coragem e voltei pra onde o cara estava. Aquilo me deu tesao. Eu tinha sido fudido por cinco, mas nao me deixaram tocar punheta (lá pelo final, estava na cara que eu estava gostando, já tinham até me soltado entao tentei tocar, mas eles não deixaram). Eu queria gozar também, afinal de contas. Não sabia como fazer a coisa, mas foi fácil. O cara logo chegou mais pra um canto detrás das folhas e mostrou a pica. Os pivetes de antes tinham maior, mas a dele também era boa, grossa, maior do que a minha, claro. Cheguei perto do cara, bem devagar, meio sem jeito e bastante nervoso. Ele passou a mão na minha bunda devagar, acariciando, mais carinhoso que os outros caras, e senti de novo aquele toque gostoso de alguém me tratando feito viado. Então ele levou a mao até a minha nuca e forçou de leve pra eu me abaixar.
Aí não tive vergonha e me ajoelhei mesmo, mamei feito um viado, lambi o saco do cara, passei o cacete na minha cara. Tudo o que tinham feito comigo eu agora tinha aprendido, eu mesmo me surpreendi porque eu parecia muito experiente, e o cara gemia e elogiava enquanto era chupado. Eu tocava minha punheta enquanto isso e ele acabou gozando na minha boca. Senti a primeira vez um jato de porra na boca (nenhum dos caras tinham gozado na minha boca durante a curra) e aquilo me deixou excitado e gozei também, fui pra casa e fui dormir tentando esquecer o que aconteceu.
No dia seguinte, até tentei, mas não podia por duas coisas: o cu arreganhado (só parou de doer uns três dias depois) e o tesão que sentia tosdas as vezes que lembrava. Tentei evitar, mas dois dias depois não aguentei e toquei punheta pensando naqueles caras que tinham me enrabado. Depois dessa primeira vez, não parei mais. Acho que nem quando era garoto toquei tanta punheta na vida. Ao mesmo tempo, bateu depois um tremendo medo, por causa da coisa da Aids. Fiz já tres exames, e para minha sorte não deu nada. Só fui ter coragem pra estar com um outro cara uns seis meses depois. Até hoje, já estive com seis caras (descontando os cinco pivetes) e só transei com duas garotas. Confesso que prefiro com caras, mas nunca comi nenhum, e isso não me dá tesão. Gosto que os caras me comam, e de preferencia de um jeito bem machão, nao com violencia, mas sendo os machos da história. É um lado meu que nao consigo reprimir, e nem pretendo mais. Não sei se queria ser currado de novo, porque quase tive um ataque cardíaco de tanto medo, no início. Mas com aquilo descobri que gosto de estar com outros caras, servir os caras, ser usado mesmo. não sei se isso é loucura, se é algum problema, mas não adianta eu tentar reprimir porque não consigo e me dá prazer. Foi isso o que aconteceu comigo, e eu nunca tinha contado pra ninguem.

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É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia esse tipo de comportamento. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.

domingo, 15 de janeiro de 2017

#AMelhorPegaçãodaMinhaVida! Dando para o Rapaz do controle da Dengue

FOTO ILUSTRATIVA
Olá pessoal meu nome é Bruno tenho 24 anos 1,80 75kg Moreno da cor do pecado (kkkk) e este é meu primeiro relato aqui. Sempre tive vontade de ficar com um prestador de serviço (entregador de água, técnico da máquina de lavar, montador de móveis, entregador de pizza e etc) mas nunca tive sucesso, pois fico com receio e sem idéias que me favoreçam, mas hoje foi diferente e inesperado.
Eu estava em casa e antes de ir para a universidade estava aguardando uma amigo chegar, pois ele havia ficado de me trazer uma encomenda. De repente alguem bate na porta, fui até lá e me deparo com um funcionário da prefeitura responsável pelo controle da dengue, bonito, aproximadamente 1,75 70kg não era sarado mas tinha os músculos bem firmes. Falei que imaginava que fosse outra pessoa, ele sorriu e falou que entrou pq o portão estáva aberto. Disse que não tinha problema, então ele pediu para ver as instalações para verificar se havia foco de Dengue. Deixei ele entrar e mostrei as areas da casa, ele começou a fazer algumas perguntas que nada tinham haver com o serviço no qual ele veio fazer, disse que a casa parecia em ordem e não havia nenhum foco de dengue, perguntou se morava mais alguém na casa, eu disse que sim mas que estavam trabalhando. Então percebi que a cada pergunta ele ficava meio nervoso, até que ele disse que já estava indo embora. Percebendo ele meio sem jeito, perguntei se não queria água pois ele estava meio suado, ele sem pensar duas vezes disse que sim. Então fomos a cozinha ele sentou-se lhe entreguei o copo e fiquei em pé na frente dele, neste momento eu ja estava com o pau latejando dentro da bermuda que já entregava um volume que não fiz questão de esconder. Perguntei se ele ainda iria visitar outras casas e ele disse que já era a última, então sugeri que descansasse e pegasse um vento. Ele disse que aceitava e precisava relaxar. Chamei ele para o quarto, sentou na beira da cama e falei que se quisesse tirar a camisa para refrescar ele podia ficar a vontade, então ele tirou a camisa e o sapato e sem eu falar nada ele deitou na cama e ficou me olhando. Eu não pensei duas vezes deitei por cima dele e começamos a nos beijar.Ele tinha uma boca macia, enquanto me beijava ele apertava minha bunda, tiramos nossas roupas e ele começou a beijar e morder meu corpo, me virou de costas e foi mordendo e descendo em direção a minha bunda, então ele abriu e começou a lamber como se estivesse com fome, e que língua era aquela nooooossa, senti que poderia gozar so em sentir a língua dele no meu cu. Depois ele colocou seu pau que devia medir uns 19cm um pouco grossa na entrada do meu cu e começou a forçar para entrar. Pedi que parasse e entreguei a camisinha, ele colocou a camisinha e passou um pouco de lubrificante e foi metendo devagar até entrar toda aquela rola no meu rabo e aos poucos foi bombando com mais força. Enquanto ele metia e gemia com uma respiração ofegante, mordia minhas costas deixando marcas, mas mesmo assim continuava sendo uma delícia.
Então fiquei de quatro e ele socando no meu rabo até que anunciou que iria gozar dando uma gemido grosso e fincando seu pau todinho no meu rabo, eu sentia a camisinha enchendo de leite quentinho, o que me fez gozar logo em seguida. Então fomos ao banheiro nos lavar e enquanto tomávamos banho ele falou que passaria na semana seguinte para fazer uma nova inspeção sobre o foco de Dengue, eu disse que poderia ficar a vontade para vir e a quisesse relaxar novamente seria um prazer ajuda-lo. Peguei o número do telefone dele para marcamos uma nova visita. (Kkkkk) Se caso houver uma nova visita eu conto com melhores detalhes pra vocês.

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

#AMelhorPegaçãodaMinhaVida! Corrida no parque

Relato enviado por: Anonimo

Na semana passada fui até o parque sbia correr um pouco e ver o que mais poderia rolar além da corridinha, cheguei lá às 9:00 da manhã, o dia estava nublado e frio, o parque não estava muito movimentado e comecei o meu exercício.
Tenho 23 anos, sou moreno, 1.70, 62 kg e estou sempre atento para as possibilidades de levar pica que aparecem, nesse dia estava com um short de corrida bem curto sem cueca e com uma camiseta, assim que cheguei tirei a camiseta, amarrei na cintura e fui correr no meio das trilhas atento aos caras que circulavam por lá e vi um cara branco, alto, magro, aparentando um 25 anos sentado em um banco, passei por ele que me encarou, olhei para trás e vi que ele estava olhando pra mim e apertando a pica sob o short. Dei mais duas voltas no parque e vi esse mesmo cara já numa outra parte sentado na grama, perto de uns arbustos bem altos, ele me olhava, ai fui até onde ele estava, cumprimentei e sentei ao seu lado e vi o volume no seu short, ele foi direto, apertou o pau e perguntou se eu curti e claro que respondi adoro, ele então se levantou e foi para atrás do um arbusto bem alto e cheio e mais rápido me levantei e fui atrás, chegando lá ele já estava abaixando o short e eu já fiquei no meio da pernas dele e comecei a lamber a cabeça daquela rola, era grossa, não muito grande,  mas bem grossa, comecei lambendo a cabeça, desci até chegar nas bolas, chupei uma de cada vez durante um tempo e engoli a pica toda e chupei bastante, ele até deitou na grama enquanto eu chupava o seu pau, depois de um tempo ele sentou e pegou no bolso do seu short uma camisinha e encapou a pica, ai tirei o meu short e ele começou a chupar o meu cú e enfiar um dedo, dois, quando ele viu que entraram três dedos ele começou a meter, eu de quatro e ele de joelho,
 quando a cabeça entrou senti uma dor forte, mas aguentei, ele foi enfiando devagar, quando entrou tudo ele deu um tempo, senti os seu pentelhos na minha bunda e ai ele começou a meter devagar e foi aumentando o ritmo, a dor do inicio virou um prazer maravilhoso depois de um tempo de quatro ele deitou e eu sentei no seu pau e cavalguei bastante até sentir ele gozar, deitei sob o seu peito e ficamos um tempo assim até o seu pau amolecer, ai ele se levantou se vestiu, me deu um beijo no rosto, disse obrigado delícia e saiu, eu dei um tempo me recompus e sai também, já não o vi mais por lá, ai depois desse exercício prazeroso fui embora caminhando.
Já aconteceram outras fodas bem gostosas nesse parque que vou compartilhando com vocês aqui.

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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

#AMelhorPegaçãodaMinhaVida! Pegação no parque

Relato enviado por: Rick Pass

Hoje cheguei em casa cansadão do trampo dormi um pouco e acordei a tardezinha com uma vontade louca de mamar uma rola bem gostosa e quem sabe dar meu cuzinho bem gostoso, entrei no bate papo uol mais nada tinha de interessante, resolvi então ir no parque sabia onde a pegação rola solta, tomei meu banho raspei o cuzinho deixando ele lisinho e fui rumo a putaria.
Quando cheguei lá tinha homens de todos os tipos para todos os gosto na trilha meu pau ficou duro na hora, resolvi ir a caça, muitos olhares muitas piscadas e em meio aos olhares achei um carinha delicioso sem camisa bermuda preta encostado na arvore fumando um cigarro e pegando no pau, ai eu não resistir e fui lá passei por ele já pegando na sua rola que de imediato me respondeu
 ai começou a festa bati uma punheta gostosa, quando o pau dele estava bem duro chamei ele pra um banco foi ele se sentar e eu começar um boquete delicioso mamei muito ele adoro mamar uma rola gostosa e a dele era espetacular nisso começou a juntar curiosos ao nosso redor e não estávamos nem ai eu só queria era chupar meu gato gostoso colocava a rola dele todinha na boca ate entalar lambia a cabeça olhava os outros ao redor a mamava com mais vontade aquela delicia de rola
foi quando ele estremeceu e gozou gostoso na minha boca onde não desperdicei nada assim que gozou nos despedimos quando um se foi já vem outro cara delicioso com pica pra fora eu que não sou de rejeitar nada mamei bem gostoso ate ganhar mais leitinho já estava com a minha boca dormente assim que bebi o leitinho delicioso pela segunda vez resolvi ir embora pois já estava tarde, mais ainda to com vontade de dar meu cuzinho bem gostoso.


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domingo, 18 de dezembro de 2016

Pegação em banheiro público: "onde houver gay, haverá banheirão"

Era uma tarde de sábado quando Jorge Camargo*, 30 anos, e Francisco foram ao cinema em um shopping paulistano. Chegaram pouco antes, compraram os ingressos e conversaram um tempo na cafeteria. Jorge sentiu vontade de ir ao banheiro. Francisco esperou.
Lá dentro, Camargo fez o de costume e aproveitou para lavar o rosto e arrumar o cabelo - e algo inesperado aconteceu. "Percebi, pelo espelho, que um cara de óculos estava me encarando do mictório. Devolvi o olhar - e aí ele me mostrou um pau enorme!".


Se Jorge ficou tentado? "Não vou mentir. Fiquei - mas desistimos porque, além de eu estar acompanhado, houve um barulho na porta e um segurança do lado de fora". Hoje, o mesmo banheiro exibe uma placa onde se lê "A prática de ato obsceno em lugar público, aberto ou exposto ao público, é passível de pena de detenção de três meses a um ano". O artigo é o 233 do Código Penal.


Não é o único que pode dar cadeia. "Há o artigo 214 - atentado violento ao pudor, por exemplo, ou o 218, de corrupção de menores. Tudo depende da situação fática. Eram dois homens? Era perto de escola? Havia um maior e um menor?", explica o advogado José Louis Fonseca, 27.


Na verdade, não era a primeira vez que Jorge se via cara a cara com a "linha banheirão", como se diz popularmente: "Ia muito num banheiro público de praça, mas depois a Guarda Civil começou a baixar e parei".


O motivo? "Uma vez, vi muita coisa num shopping da Zona Leste. O chão era de mármore preto, e dava pra ver tudo que acontecia na outra cabine! Mas sempre tive medo de ser pego por guarda, segurança".


Maurício Stefano*, 26, foi pego. Do banheirão, ele seguiu com o ficante para a escada de incêndio de um shopping na Zona Norte: "Ele fugiu pro andar de cima. Os seguranças me acompanharam até a porta, pediram meu RG [...], anotaram e disseram que eu só voltasse se fosse fazer compras".

"Primeiro, é preciso definir banheirão", analisa o jornalista Deco Ribeiro, 36. "É apenas sexo no banheiro, ou envolve toda a pegação, o olhar, mostrar o pinto, a masturbação mútua, o convite pra cabine? E vale banheiro de boate ou só banheiros mais sérios, como de shoppings ou parques? Eu considero banheirão a segunda opção [...], e, nesse caso, nunca rolou. Sou muito medroso...".


Desconforto, violência, DSTs, fidelidade no namoro ou a simples falta de interesse também estão entre as razões da galera que largou ou nunca praticou o "esporte". "Não digo que nunca vou fazer, mas não me diz nada", declara o analista de sistemas Renato Barbosa*, 47. "Notei que as pessoas que praticam isso são potencialmente portadoras de doenças venéreas", diz o administrador José Vieira*, 25.


"Comecei no banheirão", conta o radialista Ricardo Zaragoza*, 33. "Já ia equipado com gel e camisinha, embora rolasse um bareback ferrado lá. Oral, naquele tempo, tudo sem preservativo. Gozar na boca e o cara engolir era normal. Hoje, não sei. Comecei a namorar, cur-to fidelidade... e passei a ser mais consciente".


O estudante Rafael Garrido*, 19, foi vítima de violência. "Estava numa cabine [...]. Espiei um cara, e ele parecia estar se oferecendo. Passei a mão na perna dele. Ele ficou muito puto. Quando saí da cabine, estava me esperando com uns amigos e deu uns tapas no meu rosto", mas, Garrido não se deixou abater: "a sensação que tenho é a de que, desde pequeno, eu já via o banheiro como um local potencialmente sexual".



Meninos, eu vi!
Era uma quarta-feira, 22h30. O repórter que vos escreve segue em direção ao banheiro abaixo do nível da rua e do terminal de ônibus anexo. Há dois mictórios, duas pias para lavar a mão, quatro cabines e um zelador. A movimentação de homens é incomum.

Um deles, de barriguinha, mochila nas costas, calça azul e camisa social, está claramente "caçando": balança o pênis várias vezes depois de "urinar". Há também outros "caçadores". Eles permanecem às portas das cabines - uma delas, por sinal, já ocupada por quatro pés - e esperam. Um deles carrega uma maleta.


O homem de calça azul vai à pia e lava as mãos demoradamente até outro rapaz, de calça preta, ir ao mictório. É a deixa para o primeiro voltar e, de olho no outro, reiniciar o balanço peniano.


Percebo que o de calça preta não lhe dá chance, mas ele não chega a recolher o membro. Um rapaz alto, de boné e "jeito de boy" toma o lugar do outro. Em segundos, a mão vai ao pênis que balança. Decido sair.


Lá fora, depois de alguns minutos, percebo que o zelador deixou o banheiro e espera do lado de fora (!). Volto a entrar. Os caçadores se revezam e dominam o ambiente. São diferentes no tipo físico, na roupa, na idade. O boy agora está à porta de uma cabine. O da maleta, também. O de calça azul retoma a rotina de balançar a genitália.


Esse banheirão, que não foi o único observado por mim, fica anexo a uma conhecida estação de metrô e é paradigmático em muitos pontos.


É o caso das práticas - por ordem de frequência: masturbação mútua, sexo oral e penetração - e variedade de personagens. "Já vi todo tipo de gente, de idade, de condição financeira, de aparência", diz o estudante Garrido. "Varia de acordo com o lugar em que você está. Em um shopping na região da Avenida Paulista, há caras mais abastados".


O psicólogo e terapeuta sexual João Pedrosa, 50, comenta essa estratificação: "os frequentadores dos banheirões públicos ao ar livre são de origem proletária [...]. Já nos centros comerciais (shoppings), são de classe média".


O fato, porém, é que há banheirão para todos. "Simplesmente, [...] existe em todos os lugares do mundo", diz o psiquiatra Bernardo de Gregório, 44.




Outro paradigma é a forma de comunicação. "Por causa do risco, a comunicação tende a ser não-verbal e o mais discreta possível", diz de Gregório - e, vale dizer, as técnicas de abordagem podem ser bastante similares.

"O mais comum é usar o mictório como vitrine, onde se exibe o membro ereto, e a troca de olhares, que leva [...] à cabine. Quando há reservados dos dois lados, quem está a fim fica com a porta entreaberta e mostra o dote; quem gosta entra. Já para a rejeição, é simples: sai-se de onde está, ou põe-se o pau dentro da calça", explica Lukas Andrade*, 24, que se declara com ampla experiência no assunto.


"Quando os homens estão a fim, eles endurecem o pau; outros balançam, se aproximam, falam alguma coisa como tá afim? ou simplesmente chupa!. Eu olho pro cara, olho pro pau. Se ele não esboçar reação contrária, me aproximo e meto a mão!", conta o funcionário público Daniel Costa*, 49.


"As piscadas e passadas de língua nos lábios funcionam muito bem [...]. Também acho legal olhar a bunda do cara ou alguma característica diferente, como uma tatuagem, para ele se sentir desejado", diz Rafael Garrido.




Razão e sensibilidade
No entanto, além da diversidade e das técnicas, está o óbvio: em coro com o próprio Rafael, muitos vêem o banheiro com "olhos sexuais" e concordam que vale a penar correr os riscos. Por quê? "Para se saciarem sexualmente de forma anônima sem estabelecer vínculo", responde João Pedrosa. É dele a expressão que abre esta reportagem. O psicólogo explica que "onde houver gays, haverá banheirão" porque "vivemos num mundo homofóbico".

"Todo grupo social que é perseguido desenvolve estratégias de sobrevivência", prossegue o terapeuta. "Foi uma forma que os gays encontraram para fazer sexo ou se excitarem sexualmente, já que não têm liberdade de exercer livremente sua sexualidade. É um contra-controle exercido pelos gays em resposta ao controle exercido pelas agências que reprimem a prática homossexual: governo, religião, educação, dentre outras".


Ricardo Rocha conhece esse contra-controle. Hoje com 59 anos e fora do circuito dos mictórios, ele começou a freqüentar banheirões "ainda na ditadura militar". Ricardo explica que "não existia patrulhamentos em cima da promiscuidade. Isso começou apenas quando o gay resolveu se inserir na sociedade heterossexista e comprou todos os valores dela [...]. A ideia, entre os militantes da época, era que podíamos criar uma nova sociedade".




O principal motivo para "fazer banheirão" é mesmo a busca pelo sexo anônimo, de acordo com nossos entrevistados. Mas, como se vê, o porquê dela comporta diferentes razões. O analista de RH Luís Amaral*, 25, cita o aspecto financeiro: "em muitos casos, as pessoas fazem por não ter grana e nem local privado".


A própria resposta à homofobia pode variar e ir da atitude libertária a problemas de autoaceitação. "Ainda que seja uma generalização, pode-se dizer que tal prática acaba sendo mais comum para pessoas que não assumem totalmente sua própria sexualidade", diz de Gregório.


Lukas Andrade concorda: "Grande parte dos homens [...] é casada e mantém o lado homossexual apenas dentro dos banheiros". O rapaz, no entanto, comenta duas outras motivações: a iniciação sexual e o fetiche. "É uma forma que muitos encontram de descobrir o sexo entre homens [...], mas tem uma grande parte [...] que é de gays bem-resolvidos que curtem o sexo anônimo, descompromissado".


É o caso de Daniel Costa. "Já passei por algumas situações, como você estar no reservado, alguém te pegar chupando [...]. Com um amigo, a polícia chutou a porta. Acho que o que me deixa excitado é exatamente esse risco. Sexo rápido, quase sempre oral, e o risco de chegar alguém". E você, já tem seus motivos?




Marketing pessoal
Quem nunca se perguntou se alguém liga para os números de telefone ou MSN dos recados que oferecem sexo gay nas portas e paredes dos banheiros? Fui verificar.

Cheguei a adicionar um MSN e ligar para um telefone. Na Web, o "Deus Grego" (pseudônimo) se descrevia como ativo, 23 anos, corpo definido. Manteve contato por algumas tecladas - mas sumiu depois que falei da reportagem.


No telefone, mais sorte: marquei entrevista! Emerson Correa*, 36 anos, manteve um relacionamento estável de 15, é garoto de programa há três e usa as portas como propaganda. Funciona? "Escrevo em vários banheiros! Recebo umas 15, 20 ligações por semana vindas de lá". Quem diria...






Tio da limpeza
Guardas, seguranças e até policiais cada vez mais fazem parte da paisagem do banheirão. "Hoje em dia, os banheiros públicos são pagos, e os privados são cheios de seguranças. Os estabelecimentos aumentaram demais o cuidado nesse sentido", diz Ricardo Zaragoza.

As "figuras repressoras" mais presentes, no entanto, são os zeladores e faxineiros. "Quase sempre tem alguém. Nos shoppings, os seguranças praticamente fazem uma ronda. Nos metrôs, os faxineiros costumam fazer barulho, limpando tudo", conta Rafael Garrido.




"Nos banheiros de praça, sempre há os zeladores: alguns, mais tolerantes; outros, nem tanto, mas aqui, na região, há um em especial que é extremamente liberal. Já transei com ele umas três vezes", conta Daniel Costa, demonstrando que nem sempre a coisa funciona como se espera.






É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia esse tipo de comportamento. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.

domingo, 1 de maio de 2016

#AMelhorPegaçãodaMinhaVida! Minha Primeira vez no banheirão

Sempre ouvia falar sobre banheirão, mas nunca tinha coragem/oportunidade de fazer.
Certo dia, estava em um shopping, resolvi dar uma mijada, entrei no banheiro e ja tinha um cara alto, forte e louro mijando. Fui ao mictório próximo a ele e tirei meu pau pra fora e comecei a mijar, percebia que o cara me olhava de vez em quando, e resolvi retribuir o olhar.
Foi ai que percebi sua mão fazendo o movimento de punheta... Na hora me deu um tesão do caralho e meu pau começou a ficar duro, ele deu um passo para tras e vi aquele cacete grosso, veiudo e durasso. Ele percebeu que eu estava meio nervoso e deu um sorriso safado.
Nessa hora entrou 2 caras, guardei meu pau ja todo babado e fui lavar a mão.
Fiquei na pia lavando a mão e fingindo arrumar o cabelo. Quando os 2 caras saíram, aquele macho gostoso veio até mim e perguntou:
- E ai, ta afim de uma putaria? Com uma voz de macho e segundo sua mala volumosa.
Na hora respondi:
- Claro, onde?
Ele simplemente foi me empurrando para a cabine mais do fundo, trancou a porta e começou a me beijar. Só sentia aquela rola esfregando em mim... Sentia um tesão e medo de alguém entrar... Uma adrenalina do caralho!!
Quando percebi ele ja estava com as calças abaixada e empurrando minha cabeça para baixo para chupa-lo, sem pensar duas vezes engoli aquela rola inteira e sentia cada latejada!
No meio daquela adrenalina entrava alguém no banheiro, mas ele pedia apenas para ficar quieto e tranquilo, mas continuava sempre engolindo aquela rola. Ele puxava meu cabelo fazendo o movimento de vai e vem (Que me deixa louco)
Eu ja estava com as calças abaixada me acabando na punheta.
Sentia sua respiração aumentar, de repente senti aquele leite quente banhar minha boca... Nunca tinha deixado ninguém gozar na minha boca, mas aquele macho gostoso e aquela adrenalina me excitou tanto que engoli toda aquela porra quente... Com o gosto de porra ainda na minha boca, ele me levantou, me virou de costas e começou a esfregar aquela rola no me cu, em segundos gozei jatos de porra na parede!
Respirei um pouco para recuperar o folego, e em seguida levantei minha calça, nos beijamos mais um pouco, lavei a mão, a boca e saímos do banheiro.

Foi a primeira vez que tinha feito aquilo... Hoje em dia morro de tesão de transar em lugares incomuns...

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É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia esse tipo de comportamento. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Locais vazio em udia e proximidades

Hoje vamos falar um pouco sobre alguns locais reservados para você quem quer algo mais a dois, com um namorado, ficante etc.
Em uberlandia existem muitos locais super parados e as vezes de cenario até bacana.
Parque do sabia é uma otima dica para começar. mas onde?
No parque existem varios locais super tranquilos que dá para ficar até a luz do dia, a dica é: as trilhas.
Existem muitas trilhas que dão acesso a esses locais (breve postaremos fotos), são trilha que ninguém entra, ou percebe que tem um acesso até mesmo a mangeirais que dão muita manga na epoca da colheita  e ninguém pega, são locais que dá para até fazer um piquinique, deitar na grama com lençois e lá mesmo nomomento certo mandar vê. o segredo é andar pelo mato do parque, proximo aonde fica o caminho da " travessia", onde tem um grande lotamento de mato de por lá varios pontos dão acesso  a mais no fundo do centro do parque onde é totalmente parado.
O parque é um tesouro de locais bacanas para levar um peguete, ficante, namorado é só ter a ousadia e atenção de procurar.
E alguns locais de um cenario romantico  e para quem curte mais natureza são as cachoeiras de Uberlandia e proximidades,
Isso mesmo cachoeiras, em uberlândia para quem não sabe existem muitas cachoeiras, e uma delas é a cachoeira do do Terra Branca

O córrego Terra Branca nasce nas imediações do Tangará Country Clube. Antes de desaguar no Córrego Marimbondo, apresenta esta interessante cachoeira. Um acesso prático é a partir da estrada do Aclimação. Chegando ao "pé-de-galinha", pegue a estradinha da direita e desça. A estrada passará praticamente ao lado da parte alta da cachoeira. Já o acesso a parte baixa da mesma é complicado, sendo o melhor caminho subir por dentro do córrego até a queda d`água.

Outra cachoeira de facil acesso é a Cachoeira da Coalbra



Próximo à antiga usina de álcool denominada de Coalbra, existe estas belas quedas d`água. O acesso é muito fácil e prático. Saindo de Uberlândia pela rodovia MGT 452 pegue sentido Araxá. Entrar à esquerda, no trevo para a Coalbra / Parque dos Dinossauros. Após a Coalbra, pegue a estrada de chão à direita, que fica numa curva bem fechada. Desça pela estrada de chão por mais ou menos 1 km. As quedas d`água ficam alguns metros abaixo da ponte sobre o córrego. 


Locais abandonas, matos, trilhas em uberlândia não falta, a dica é só procurar pois sexo em locais que não seja um quarto é a “emoção de fazer o sexo com a possibilidade de ser pego”. e há uma adrenalina do medo com o tesão que deixa o sexo bem mais gostoso.


É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia a pratica de sexo em locais publicos. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.