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sexta-feira, 5 de novembro de 2021

Sexo safado no ônibus da Rodoviária


Me chamo Lucas, 25 anos branco e magro, quinta feira estava na rodoviária, tinha uma viagem para Caldas Novas, marquei a minha viagem, as 22h30 , cheguei bem em cima da hora e o ônibus já estava na plataforma, já estava liberado para entrar, fui para o meu acento no fim do corredor ao lado do banheiro, era um dos último acentos disponível, eu estava bem casando do dia de trabalho. Sentei no meu lugar e acabei pegando no sono, acordei 23h30 e o ônibus já estava na estrada, os lugares no fundo do ônibus estava praticamente vagos, o acento do meu lado, os dois da frente e um do lado estava vazio, a calça que eu estava vestido estava me incomodando e decidi pegar um short na mochila para vestir, nos acento do lado tinha um homem que viu eu abrindo a mochila e tirando algumas coisas, e ele disse:
- Boa noite, eu sou Rogério, eu vi que você tem um carregados portátil, poderia me empresta ? minha bateria está em 2% e aqui não tem porta USB !
Eu me apresentei e emprestei o carregador pra ele e disse que ele poderia usar pois o meu estava com 90%, mas que ele não esquecesse de me devolver. Rogério era moreno, aparentava ter uns 26 anos, cabelo arrepiado, usava cavanhaque, tinha os olhos meio puxado, parecia um índio, eu olhei para ele e entrei no banheiro hiper apertado, quando eu estava tirando minha calça comecei a perceber a situação e ficar de pau duro, dai eu para ficar mais à-vontade, tirei a cueca e coloquei a bermuda, quando eu sai Rogério disse:
- Agora está mais confortável né ? essas viagens é desgastante !
Concordei com ele, mas fiquei na minha e acabei cochilando. Já era 00h20 quando acordei e estava um trânsito imenso, quando olhei para Rogério ele estava olhando para o celular com a mão dentro da calça, eu tinha acabado de acorda e estava de pau duro, quando Rogério viu eu acordado me devolveu o carregado e agradeceu, eu me levantei para pegar a mochila para o guarda, e Rogério disse:
- Acordou animadinho hem !
Quando olhei pra baixo vi a barraca armada e dei risada, guardei o carregador e me sentei, eu estava olhando o meu celular quando Rogério disse:
- Parece que vai demorar pra chegar, você viu o trânsito?
Eu disse:
- Sim, o pior que ficar sentado sem ter o que fazer e a internet está muito lenta !
Rogério se levantou e sentou do meu lado e disse:
- Se não tem internet a gente pode fazer algo pra passar o tempo !
E eu olhando pra ele segurando meu pau disse:
- Interessante, mas fazer o que para passar o tempo ?
Rogério tirou minha mão do meu pau, abriu minha bermuda, segurou minha rola e disse:
- Fazer isso !
E começou a chupar minha rola, eu olhava para o corredor e todo estava dormindo, Rogério de
deliciava no meu pau, e eu segurando a cabeça dele fazendo ele colocar meu pau todo na boca, de repente ele deu uma parada e disse:
- Porra que pau gostoso, vou descansar meu maxilar, mas quero continuar chupando !
Eu fui subindo a mão pela perna dele e peguei no pau dele que estava duro, fui colocando a rola dele pra fora e ele deixou, tirei uns 19 cm de rola pra fora e cai de boca, foi minha vez de chupar o pau dele, ele se esticava todo, o tesão que ele demonstrava aumentava cada vez mais o meu, de repente ele avisa que tinha alguém indo pro fundo o ônibus, eu na hora parei de chupar o pau dele e disfarçamos.
Quando a pessoa saiu do banheiro e se sentou, Rogério já estava segurando minha rola e colocando pra fora, ele abaixou as calça e sentou no meu colo, segurando minha rola e colocando no cuzinho dele, era
um cuzinho bem apertado, e ele sentou de uma só vez, foi a melhor sensação, Rogério ficou sentando na minha rola, mas estava muito apertado, mandei ele sentar de lado e me virei, coloquei na minha rola no cuzinho dele e comecei a meter de ladinho, Rogério suspirava e dizia que estava doendo, mas que estava gostoso, quando ele falou isso meu tesão aumentou, comecei a socar a rola nele com mais força, e
Rogério gemia e suspirava bem baixinho, meti no cuzinho dele por uns 20 minutos, ele estava se masturbando e e disse que ia gozar, mandei ele aguentar mais um pouco, quando de repente ele começa a gemer e eu sentir o cuzinho dele contraindo, aquilo foi o estopim para que eu gozasse, a sensação do cuzinho dele apertando meu pau foi maravilhosa, leito o cuzinho dele até sentir sair a última gota. Rogério passou o esperma dele em baixo da poltrona e disse:
- Cara, é a primeira vez que eu dou meu cú, já tinha comido alguns e morria de vontade, só não imaginava que ia ter coragem de dar dentro de um ônibus !
Dei risada e disse que quando tem que acontecer, não tem hora nem local, Rogério voltou para o acento dele dizendo que estava com as pernas bambas. Eu depois daquela gozada estava todo mole, e acabei dormindo, acordei com Rogério me chamando avisando que tínhamos chegado, me agradeceu por foder o cuzinho dele e desceu do ônibus, quando eu estava saindo passando pelo corredor, três bancos a frente do que eu estava sentado, senti alguém passando a mão na minha bunda, quando olhei era um Homem meio camarão, olhando ele sentado até tinha um corpo legal, ele estava de regata e os musculo do braço dele saltado, mas o rosto Deus me Free, o cara olhou pra mim e disse baixinho:
- Só você fode o cuzinho dos outros ? ta afim que eu foda o seu também ?
Eu olhei pra ele e disse:
- Sim, só hoje eu só fodo o cuzinho dos outros, mas não rola de você me foder não, já tem gente me esperando aqui, assim ! é chato treinar e mudar o corpo e não da pra mudar a cara né ?
E sai andando, o homem disse que não tinha entendido, desci do ônibus e já vi meu amigo me esperando de carro, entrei correndo com medo do camarão vim atrás e arrumar confusão, mas isso não aconteceu, contei pra meu amigo ele não acreditou e disse porque eu não tirei foto ou filmei, falei pra ele que o tesão foi tanto que nem me lembrava de celular, mas minha aventura não acabou na rodoviária, ainda teve mais surpresa naquele fim de semana, acompanhe no próximo conto.

quinta-feira, 4 de novembro de 2021

Pegação: bar só para homens é tendência

Uma nova tendência de bar gay está surgindo no Brasil: os que você pode, digamos, ficar mais à vontade, livre para fazer o que quiser. e Uberlândia não ficou de fora dessa; Em Uberlândia recentemente inaugurou o PRIMEIRO Cruising Bar, o BANANA HAMA
O funcionamento é de terça a quinta, das 18h às 00h e de sexta a domingo, das 18h às 02h.
O local fica situado na Rua Coronel Antônio Alves, 822, local de entrada discreta e de fácil acesso. 
Ao entrar você vai receber da recepção, uma chave para os armários, que servem para guardar seus pertences, objetos e roupas e celular;  E Sim! Você pode entrar como quiser: vestido de roupa, de cueca, jockstrap, sunga ou sem nada, fica a sua escolha. lembrando que sempre têm promoções para pessoas que entram somente de cueca ou sem nada 

O bar em questão, possuem luzes que tornam o ambiente com um clima intimista para os clientes, música e muitos drinks para escolher. Uma sala com uma  TV exibindo filmes pornográficos e algumas cadeira que formam como se fosse uma “Sala do Fetiche”; um quarto voyeur com uma cama no meio ,ao lado possui um darkroom onde os clientes podem entrar e curtir tudo no escurinho, mais a frente há uma sala escura com algumas cabines, pra quem quer uma aventura mais íntima, com glory holes conectando umas as outras, ao lado desse espaço possui o bar onde os clientes podem pedir seus drinks e uma área externa com mesas e algumas redes, e uma ampla área aberta. Quanto a prevenção, camisinhas e lubrificante são distribuídos gratuitamente pelo local, para a galera se jogar sem preocupação.
A estrutura do bar, lembra muito a das saunas, se difere pelo público eclético que frequenta
cria um clima  leve, um clima de diversão e pegação mas sem aquela negatividade e perigo de outros lugares. Uma ótima solução para os ‘sem local’ dos apps de pegação: Uma das grandes dificuldades de caras solteiros, em especial os universitários, é que eles geralmente não têm local, ou por que dividem o quarto onde dormem com amigos, ou ainda moram com os pais etc. O Banana é o local ideal para que você possa encontrar aquele carinha do Grindr ou do Scruff sem ter que pagar um motel caro para isso.

*ENTRADA PERMITIDA APENAS PARA MAIORES DE 18 ANOS 


Ah e sexta já têm festa cola lá...






sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

#Relato: Meu primo me comeu a força

Eu tinha cerca de 18 anos quando esta história que vou contar aconteceu. Minha infância e adolescência foram um tanto quanto atípica… fui criado por minha vó e tive sempre minha liberdade, para sair de casa e brincar com meu amigos na rua, muito reduzida. Em alguns horários pré-estabelecidos eu tinha permissão para ir até a casa do vizinho e brincar um pouco. Foi, inclusive, com meu vizinho e coleguinha Marcos que me iniciei sexualmente (mas isso é uma outra história). Cresci desse jeito, sempre desejando mais liberdade para participar das brincadeiras que os outros adolescentes de minha idade brincavam na rua. Sentia vontade de jogar futebol, soltar pica, digo, pipa, etc. Nesta época também calhou de vir morar conosco meu primo Luiz Fernando, que era um jovem de seus 19 anos. Bem, mas vamos ao fato propriamente dito. Calhou que, num belo dia, todos teriam que se ausentar de casa pelos mais diversos motivos: trabalho, consultas médicas, etc… e eu ia ficar sozinho em casa. Pensei logo comigo: “É hoje que vou me dar bem… vou prá rua e vou brincar até não agüentar mais”. Depois que todos saíram, fui para a frente de minha casa, onde diversos adolescentes estavam brincando, e me juntei a eles. Estava me divertindo bastante quando apareceu meu primo e, sem mais nem menos, foi em minha direção e me mandou entrar. No começo pensei que era brincadeira, mas ele falou com mais severidade na segunda vez e eu percebi que ele estava falando sério. Tentei dialogar mas foi inútel. Indignado e me sentindo humilhado, voltei para casa. Lá dentro discuti com ele. - Pô, você não podia fazer isso comigo… me humilhou na frente dos outros! - Foda-se… Sua vó te disse que não era prá você sair! - Foda-se você… eu vou sair e vou brincar!- Ah, é… então vamos ver… Dito isso ele avançou prá cima de mim, me empurrou sobre o sofá da sala e, sem que eu
pudesse adivinhar suas intenções, puxou meu short, tirando, e me deixando nu da cintura prá baixo (na época eu não usava cuecas). Fiquei mais puto de raiva ainda e parti prá cima dele, tentando pegar meu short de volta. Como ele era maior e bem mais forte do que eu, não consegui meu intento. Era só ele segurar meu short com os braços levantados e eu já tinha dificuldades para pegá-lo. Durante minhas tentativas para recuperar meu short pude notar que Luiz Fernando estava diferente, bem estrovertido, excitado. Desconfiado que ele estava com segundas intenções comigo provoquei uma situação que era prá tirar a “prova dos nove”. Em determinado momento, quando ele trocava o short de mão em mão, DEI um jeito de entra no meu de seus braços e ficar de costas para ele, encostando meu traseiro no seu pau. Não tive mais dúvidas… meu primo estava de pau duro. Resolvi tirar vantagem da minha descoberta e reverter situação a meu favor: continuei entre seus braços e de costas para ele, mas com minha bunda bem grudadinha no seu pau. - Nossa, que pirocão, Fernando…! Falei, dando uma reboladinha bem assanhada no seu pau. Sua máscara caiu na hora e ele me agarrou sarrando seu pau na minha bunda, descaradamente, mostrando qual era realmente suas intenções para comigo. - Espera aí, espera aí – falei, escapando de seus braços – Vamosfazer um trato…! - Trato… Que trato porra nenhuma!- Calma… Você vai gostar! - O que é então? Fala logo, porra! - Tudo bem… É o seguinte: eu dou prá você e você deixa eu irlá prá fora brincar! Luiz Fernando pensou um pouco e topou e já foi abrindo a bermuda prá tirar a pica prá fora. - Calma – pedi, me dirigindo até ele e me ajoelhando a seus pés –
Deixa que eu faço isso! Dito isto, baixei o zíper da sua bermuda, baixei-a até em baixo, deixando-o
apenas de cuecas e passei a dar beijinhos na sua rola, sob a cueca. Fernando, que não esperava esse tipo de reação de minha parte, ficou super excitado com meu desempenho (ele não sabia que meu vizinho Marcos era um assíduo visitante do meu cuzinho e da minha boca). Querendo deixá-lo mais doido ainda, baixei sua cueca, liberando seu membro, que estava duro que nem um ferro, que logo soltou na direção do meu rosto. Era bem maior e mais grosso do que o do meu amiguinho Marcos, o que me deixou preocupado. Mas como quem tá na chuva é prá se molhar, parti prá cima do pauzão. Sem o auxílio das mãos, fiquei dando pequenas lambidinhas no seu pau, olhando bem sacana para seu rosto. Ele estava ficando alucinado de tanto desejo. Dava para ver pelos seus olhos. Em dado momento abocanhei, com um certo esforço (tive que abrir bem a boca), a cabeçona da sua rola e meu primo soltou um gostoso gemido de prazer. Não agüentando de tanto tesão, Fernando segurou-me pela cabeça e passou e socar sua pica dentro da minha boca, fudendo-a. Com minhas mãos em sua virinha eu limitava o acesso de seu pau na minha boca até no máximo 1/3 do seu tamanho. Seu pênis entrava e saia de minha boca num rápido vai e vem e, apesar da dificuldade que estava tendo para receber algo tão grande na minha boca, eu estava adorando a experiência de dar prá alguém bem mais velho.
Num dado momento ele tirou seu pau e disse que iria me comer. Nessa hora tive medo, pois se o pau de Marcos, que era tão pequeno como o meu, já entrava doído no meu cu, quanto mais um que era o dobro. A excitação de meu primo não permitia que ele avaliasse a situação por esse lado. Com bastante energia ele me fez ficar de quatro em cima do sofá e ajeitou minha bunda para recebê-lo. Fiquei ali, submisso, esperando o pior. A dor começou assim que ele posicionou seu piru na minha entradinha. Já no ato de ficar esfregando o pau no meu cu procurando passagem eu já estava reclamando da dor. Quando seu pau forçou um pouco mais a passagem eu não agüentei, dei um berro de dor e pulei do sofá indo para ocentro da sala. - Não… tá doendo muito… eu não quero dar mais não! - Vai dar sim… por bem ou por mau…! Nem bem acabou de falar e ele partiu prá cima de mim. Vendo que ele estava determinado a me comer de qualquer jeito, rapidamente, corri, mesmo nu da cintura para baixo, para os fundos da casa, tentando fugir. Como era maior e mais forte não demorou para me alcançar. Nem bem tinha conseguido sair da casa e Luiz Fernando me pegou, me ergueu no ar e me levou para dentro, pro quarto dele, onde me jogousobre a cama. - Se tentar fugir de novo vou te encher de porrada, entendeu? Falou energicamente enquanto me dava um tapa no rosto. Chorando, obedeci, totalmente submisso, quando ele me mandou ficar de quatro sobre a cama. Ele então se
posicionou atrás de mim e começou novamente a forçar sua rola no meu cu. Dessa vez ele foi mais bruto e cutucou com força seu pau no meu buraquinho. Dei um grito de dor e, chorando, implorei para ele parar. Sua resposta fui um forte tapa na minha bunda e uma ameça clara de agressão, caso eu repetisse meu gesto. Sem poder fazer mais nada, procurei alcançar um travesseiro com as mãos e fiquei aguardando sem impalado por aquele lança enorme. Luiz Fernando voltou a forçar a passagem e, de tanto tentar, meu cu cedeu e a cabecinha escorregou para dentro de mim. A sensação era de que eu estava sendo dividido ao meio. Com medo de apanhar, enfiei a cara no travesseiro e começei a chorar bastante. A dor ficaca cada vez maior a medida que seu pau ia entrando dentro de mim. Quando viu que eu não ia agüentar mais do que a metade de sua rola, Luiz Fernando parou por ali e passou e me comer num vai e vem que quase me fez desmair de dor. Ficou comendo meu cu e eu inundando o travesseiro de tanto chorar até que, sem avisar gozou dentro de mim. Depois de se saciar, Luiz tirou seu pau de dentro de mim e eu senti um tremendo alívio, apesar da dor. Querendo me livrar totalmente daquela situação,
pedia a ele meu short para eu poder sair para a rua (não ia conseguir brincar mas não queria ficar com ele em casa). Na maior cara de pau ele me respondeu:- O trato era que eu deixaria você ir prá rua, e não que eu ia te dar o short… se quiser pode sair, mas vai sair pelado! Fiquei puto com o que ouvi e chorei mais ainda. Algumas horas depois os primeiros parentes começaram a chegar e meu primo me devolveu o short. Não me comeu mais esse dia, mas passou a me assediar direto e impedir minhas saídas. Depois desse dia Luiz Fernando demorou mais de uma semana para poder me comer de novo e então virou freguês do meu cuzinho. Ele me comeu tantas vezes que, quando meu amigo Marcos foi me comer, estranhou o fato do seu entrar sem nunhuma resistência dentro de mim. Hoje posso dizer, com orgunho, que tá prá nascer um pau que eu não dê conta. Se você quiser pagar para ver escreva para mim e vou te provar direitinho

sábado, 28 de janeiro de 2017

5 caras me comeram no parque

O que vou contar nunca contei pra ninguém, mas aqui acho que nao tem problema. Aqui na minha cidade tem um parque que eu nao sabia que era frequentado por homossexuais a noite, procurando caras para transar. Isso acontece principalmente de noite, mas como eu nao sabia de nada uma vez voltei da casa de uma amiga e passei pelo parque. Isso aconteceu tem um ano e seis meses. Só sabia que lá era meio perigoso, porque nao é muito iluminado e meio deserto. Mas como eu estava com pressa e estava uma noite quente, resolvi ir por ali mesmo que e uma trilha que corta caminho pra chegar do bairro que eu estava ate o outro bairro que e a outra portaria do parque. Tirei a camisa e fui. Passei por uns dois ou três caras, um deles me olhou muito, de um jeito estranho, mas não me abordou. Imaginei que fosse assalto, apesar do cara não ter cara de bandido, mas ele passou direto, apesar dos olhares. Sinceramente, mesmo assim não percebi que ali era uma área de pegação. Lá pelas tantas, vi que vinha um grupo que achei estranho. Mas não tinha outro jeito e, mesmo que quisesse, não adiantaria muito correr. Estufei o peito (tenho um bom tórax), fiz cara de quem não está com medo e segui adiante. Faltavam uns 20 metros ainda para cruzar com os caras, mas fui contendo o meu medo, para que os caras não se sentissem estimulados. As vezes isso dá certo. Mas quando cruzamos, aconteceu o que eu temia. Os caras me abordaram e começaram a me apalpar, vendo se eu tinha alguma coisa e como eu não estava com nada um virou e falou: "e o que você está fazendo aqui?". Eu que nao sabia de nada respondi que estava indo pra casa. Um outro falou alguma coisa do tipo "mas quer dar a bundinha antes, né?". Olhei pra ele e vi que estava alisando a pica por baixo do short. Aquilo me assustou e reagi. Dois outros me seguraram pelos braços, me imobilizando. Eles eram cinco, deviam ser bem novos, a maioria negros. Eu nunca tinha tido experiencia com homens ainda. Os caras me arrastaram pra perto de uma árvore. Um deles começou a alisar meu peito, minha barriga.

 Três já estavam com a pica pra fora, já meio duras. Eu estava assustado com aquela situação. Vi que não conseguiria escapar, mas não conseguia ter nenhuma reação, mesmo que quisesse (eles ainda me seguravam). Não sou nenhum covarde, mas a situação me deu tanto medo que fiquei praticamente imobilizado. Só meu coração batia muito forte, minhas pernas tremiam e minhas mãos estavam geladas. Não estava entendendo nada, mas entendi que seria surrado por aqueles caras. Eles me alisavam, especialmente minha bunda, e ficavam falando sacanagens, já com os shorts abaixados e alisando os cacetes. Eu nunca tinha visto tanto cara junto de pau duro. Me obrigaram a abaixar à força e por a boca na pica de um deles. Não foi fácil pra mim, mas tive que por na boca a rola do sujeito. Pensei em morder pra fugir, mas era besteira, porque eles eram cinco e iriam me pegar, e a coisa podia ser pior ainda. Eles queriam me comer, mas não tinham ainda falado em me bater. Melhor ser currado do que levar porrada e ainda ser currado depois.
Depois do primeiro, tive que chupar o cacete do outro que estava do lado. O cara reclamou, disse que eu nao tava fazendo direito, e me puxou pelo cabelo e me deu um tapa na cara, me chamando de viado. Me fez chupar de novo, e falava como ele queria. Fui obedecendo, aprendendo a força pra não piorar as coisas. Nisso, já tinham abaixado minha calça e bolinavam meu cu. Esse que eu chupava enfiava fundo na minha boca e depois tirava e passava o caralho na minha cara. Engasguei algumas vezes, porque o cara tinha uma pica de dar inveja. A minha é pequena, e sempre reparei nessas coisas. Observava o cacete dos caras na ginástica mais por inveja do que por tesão. Afinal, qual o cara que não quer ter uma pica grande? Sei que mais ou menos nessa hora, enquanto era obrigado a chupar esse cara, olhei pra pica de um outro que estava do lado, e eles perceberam. Aí tiveram certeza de que eu era viado mesmo, embora eu nao tivesse olhando pensando em nada. Sei que esse outro veio e forçou botar na minha boca, junto com a outra rola que eu já chupava. Fui obrigado a chupar os dois, alternando uma e outra e as vezes as duas entrando juntas. Eram grossas, entao é claro que nao dava, mas aquilo começou a me excitar, apesar de tudo. E nao deu pra esconder, porque afinal eu já estava sem as calças e meu pau endurecia. Aí um deles falou: "olha o piruzinho do viado, está todo durinho, o viado tá gostando". Porra, aquilo me excitou mais ainda, apesar do medo que eu estava sentindo. Achei que naquele momento iam me encher de porrada, além de me fuderem, porque dei bandeira que estava gostando. Eu mesmo estava surpreso com aquilo. Ninguem me bateu. Na minha bundinha, um dos caras que me seguravam estava enfiando o dedo (tinha passado cuspe) e confesso que não consigo esquecer a sensação daquele toque de alguém numa parte do meu corpo que ninguém tinha tocado, nem mesmo eu. Sei que esse cara acabou mandando um outro me segurar e ficou atrás de mim.
 Senti que passou mais cuspe e que ía me enrabar. Tentei sair fora, por instinto, mas os caras que me seguraram me impediram. Chegaram a rir de mim, e o cara de trás encostou o cacete na altura do meu cu. Demorou a acertar o buraco, mas enfiou. Tenho que fazer justiça que ele nao foi filho da puta, quer dizer, o cara meteu com cuidado. Claro que doeu, mas ao mesmo tempo eu tinha chupar dois cacetes ainda, então a dor ficou meio perdida naquela confusão toda. Mas o cara não meteu mundo, tirou logo depois e passou a vez pro que me segurava e trocou com ele. O cara botou, um pouco mais forte. Eu soltei um gemido de dor e esse falou: "que cu apertado tem esse viado, esse aí ainda nao deu muito". E começou a botar pra frente e pra trás, meio devagar, e foi mais gostoso que aquele primeiro. Eu já estava gostando a essa altura. Estava com medo, claro, mas meu pau não escondia meu tesão por aquela situação. Os cinco caras estavam me currando!
Um enfia a pica, outro passava a mão na minha bunda (um até enfiou um dedo enquanto outro me comia ao mesmo tempo), e eu tinha que mamar os que estavam de fora. Essa coisa toda rolou durante muito tempo. Não sei precisar quanto. Talvez meia hora, ou uma hora. Pra mim foi muito longo, mas não sei dizer quanto. Quando os caras me deixaram, não me machucaram. me deram umas porradas na cara e na bunda, mas não chegaram a me machucar. Quer dizer, fora o cuzinho, né, isso foi foda. Eles já estavam longe quando comecei a me arrumar. Meu cuzinho estava assado, eu já estava sentindo, e passei a mão e estava empapado de cuspe e porra. Minhas pernas estavam doloridas. Passei a mão na cara e limpei a porra de um deles na folha de uma planta (o cara tinha gozado na minha cara, com uma chupada, e depois ainda me comeu e gozou de novo). Me arrumei e sai, andando devagar, ainda tonto com o que tinha vivido. Meu cu doía, mas eu estava vivo pelo menos. Continuei em frente, pelo parque. Andava devagar, porque as pernas estavam bambas e meu cu estava realmente dolorido. Aí, depois de um tempo, vi que havia um cara atrás de umas plantas. Saquei que estava tocando uma punheta, sem tirar os olhos de mim. Desviei o olhar e segui.
Mas, depois de uns dez metros, começou a me dar vontade de voltar. Continuei ainda um pouco mas peguei coragem e voltei pra onde o cara estava. Aquilo me deu tesao. Eu tinha sido fudido por cinco, mas nao me deixaram tocar punheta (lá pelo final, estava na cara que eu estava gostando, já tinham até me soltado entao tentei tocar, mas eles não deixaram). Eu queria gozar também, afinal de contas. Não sabia como fazer a coisa, mas foi fácil. O cara logo chegou mais pra um canto detrás das folhas e mostrou a pica. Os pivetes de antes tinham maior, mas a dele também era boa, grossa, maior do que a minha, claro. Cheguei perto do cara, bem devagar, meio sem jeito e bastante nervoso. Ele passou a mão na minha bunda devagar, acariciando, mais carinhoso que os outros caras, e senti de novo aquele toque gostoso de alguém me tratando feito viado. Então ele levou a mao até a minha nuca e forçou de leve pra eu me abaixar.
Aí não tive vergonha e me ajoelhei mesmo, mamei feito um viado, lambi o saco do cara, passei o cacete na minha cara. Tudo o que tinham feito comigo eu agora tinha aprendido, eu mesmo me surpreendi porque eu parecia muito experiente, e o cara gemia e elogiava enquanto era chupado. Eu tocava minha punheta enquanto isso e ele acabou gozando na minha boca. Senti a primeira vez um jato de porra na boca (nenhum dos caras tinham gozado na minha boca durante a curra) e aquilo me deixou excitado e gozei também, fui pra casa e fui dormir tentando esquecer o que aconteceu.
No dia seguinte, até tentei, mas não podia por duas coisas: o cu arreganhado (só parou de doer uns três dias depois) e o tesão que sentia tosdas as vezes que lembrava. Tentei evitar, mas dois dias depois não aguentei e toquei punheta pensando naqueles caras que tinham me enrabado. Depois dessa primeira vez, não parei mais. Acho que nem quando era garoto toquei tanta punheta na vida. Ao mesmo tempo, bateu depois um tremendo medo, por causa da coisa da Aids. Fiz já tres exames, e para minha sorte não deu nada. Só fui ter coragem pra estar com um outro cara uns seis meses depois. Até hoje, já estive com seis caras (descontando os cinco pivetes) e só transei com duas garotas. Confesso que prefiro com caras, mas nunca comi nenhum, e isso não me dá tesão. Gosto que os caras me comam, e de preferencia de um jeito bem machão, nao com violencia, mas sendo os machos da história. É um lado meu que nao consigo reprimir, e nem pretendo mais. Não sei se queria ser currado de novo, porque quase tive um ataque cardíaco de tanto medo, no início. Mas com aquilo descobri que gosto de estar com outros caras, servir os caras, ser usado mesmo. não sei se isso é loucura, se é algum problema, mas não adianta eu tentar reprimir porque não consigo e me dá prazer. Foi isso o que aconteceu comigo, e eu nunca tinha contado pra ninguem.

ENVIE TAMBEM SUA HISTORIA PRA GENTE SEGREDOSGLSUDIA@GMAIL.COM

É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia esse tipo de comportamento. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Cruzeiro do sexo - Saunas


As saunas são usados ​​por muitas razões. Enquanto a maioria dos rapazes vão lá para o sexo, outros também vão lá para relaxar, para conhecer outros homens socialmente, para exercer e explorar vários aspectos de sua sexualidade. Há também muitas razões de muitos não irem para tomar uma sauna. Infelizmente, alguns deles são baseados em percepções errôneas e medos infundados:


MITO: Apenas caras HIV-positivas vão para as saunas.
FATO: Homens HIV positivos e HIV-negativos vão as saunas. Indivíduos que não sabem o seu estado

MITO: É nas saunas que as pessoas contraem o HIV ou outras DSTs.
FATO: As pessoas recebem HIV e DST por todo o lugar.

MITO: As pessoas que vão as saunas são mais "promíscuas".
FATO: As pessoas que vão as saunas não têm necessariamente parceiros sexuais mais casuais.

Chilli Pepper BH
Sobre o espaço
Você entra em um lobby de entrada onde você paga para entrar.
Em algumas saunas você pode alugar um quarto / cubículo ou um armário.
E outras cobram apenas uma taxa de entrada que te dara direito a um armario
Uma vez que você paga, o atendente vai te dar a chave do armário que normalmente tem um elástico ligado a ele para que você possa manter sua chave em torno de seu pulso, braço ou tornozelo. Ele também vai entregar uma toalha limpa. A maioria dos locais lhe dará um preservativo gratuito. Alguns lugares terão livre preservativos disponíveis basta perguntar a uma pessoa de pessoal onde estão se você não pode ver qualquer

O ambiente
As saunas são normalmente definidos como um labirinto de corredores, quartos / cubículos, salas públicas escuras, e chuveiro público e áreas de banho e também saunas molhadas e secas, salas de revistas, salas de vídeo pornô, redemoinhos, outros espaços de jogo sexual interessante e salas de relaxamento não-sexual. Se é a sua primeira vez na sauna, procure um mapa na parede para localizar seu armário ou quarto (se a casa tiver esses serviços), ou pedir uma pessoa  para obter ajuda. Pode demorar um pouco para se orientar, mas isso pode ser parte da diversão.

Entre as paredes dos cubiculos geralmente não atingem o teto, então o som viaja entre os corredores, aumentando a atmosfera sexualizada, mas também dando-lhe menos privacidade. Indivíduos usam salas públicas escuras para sexo em grupo ou sexo na frente de outras pessoas. Estes espaços podem às vezes ser muito escuro assim que tenha cuidado para não bater em uma parede!

As saunas criam atmosferas diferentes e atraem às vezes tipos específicos dos indivíduos. Explore as saunas para encontrar aqueles em que você está confortável. Muitos têm sites onde você pode ver as instalações antes de você realmente ir para elas.

A experiência
Depois de encontrar o seu armário, relaxe por um tempo. Coloque sua toalha em torno de sua cintura, Certifique-se de ter sempre a sua chave sobre você.
Se o estabelecimento que você esta oferece o serviços de quartos preste atenção na forma como as pessoas esta posicionado dentro dele. Um cara deitado de bruços pode estar dizendo que ele quer ser fodido, enquanto um cara deitado de barriga para cima pode estar olhando para ficar chupado ou foder.
Se o estabelecimento só oferecer  armários você pode fazer o cruzeiro nos corredores e espaços públicos.Você também pode olhar para as cubículos (cabines) com portas abertas. Se tiver alguma cabine vazia você também tem a opção de ficar deixando a porta aberta para sugerir que você está procurando sexo.
As saunas são principalmente sobre sexo. No entanto, eles são mais do que isso. Eles são lugares para relaxar, socializar, trabalhar fora, ou apenas tomar as vistas. Uma maneira de evitar decepção, depressão e frustração se você não encontrar sexo é aproveitar esses outros usos.Infelizmente, alguns de nós nos sentimos pressionados a nos conformarmos com certas normas sexuais. Ir para as saunas não significa que você deve ter relações sexuais com tantos caras como você pode em uma noite, embora não há absolutamente nada de errado com isso se é o que você quer. Seja você mesmo. Não tente ser alguém que você não é.

Higiene do banho
Siga estas orientações se você vai ter relações sexuais em saunas. Muitas destas dicas são boas para outras situações de sexo.
Tome um chuveiro com sabão entre cada parceiro sexual .
Verifique-se regularmente por feridas, erupções cutâneas ou espinhas.
Cubra todas as feridas ou cortes, especialmente as solas dos pés.
Lave as mãos regularmente com água morna e sabão. Evite o uso excessivo de cremes a base de álcool (álcool em gel), pois eles secam a pele, aumentando o risco de pele rachada.
Evite compartilhar toalhas. 
Evite escovar ou usar fio dental em seus dentes pelo menos ½ hora antes do sexo.
Mantenha as mãos longe do nariz, boca, ouvidos, olhos e cabelos.
Cubra sua tossi e espirrar.
Evite a depilação corporal antes de ter contato físico / sexual íntimo com os outros.
Evite o contato íntimo físico / sexual com outras pessoas se tiver uma ferida aberta, corte infectado, tosse ou resfriado.

sábado, 21 de janeiro de 2017

Pegando meu Cabeleireiro

Ola pessoal fazia tempo que não acontecia nada na minha vida, mas nessa semana quando menos esperava eis que rolou algo legal. No inicio da semana fui cortar cabelo num cabeleireiro aqui próximo de casa no bairro luizote  já me conhecia a anos e ate estudamos juntos éramos e sempre fomos amigos e ele também sabia da minha opção sexual.
Ele nunca disse nada e sempre disse gostar apenas de mulher, mas aquele dia estava estranho ao chegar no salão ele cortava o cabelo de um cara lindo alto de calça de tactel o que deixava um belo volume a mostra entre suas pernas e eu olhava pelo espelho. Quando o cara levanta pra ir embora socou a mao dentro da calça pra arrumar a rola e eu fiquei olhando o cara riu e foi embora.
Sentei e ele começou a cortar meu cabelo toda hora esfregando o pau em mim, mas estava mole então nem liguei muito, enquanto cortava ficou perguntando se eu curtia mesmo homem e que tinha visto que eu tava olhando o cara e acabou perguntando se eu teria coragem de mamar o cara ali se ele deixasse.
A conversa fluiu em tom de brincadeira ate que ele anuncia que havia terminado seu serviço, me levantei e quando paguei a ele ele deu aquela pegada no pau e eu olhei sem querer. Nessa hora ele olhou pra mim e pergunto na lata se eu queria bater uma pra ele que fazia tempo que não comia ninguém, mas só bater por que ele não era gay. Respondi que sim e ele logo abaixou a porta do salão ficou de pé e eu de joelhos comecei a alisar seu pau ainda dentro do shorts.
Logo a rola morena dele deu sinal de vida e ficou dura era morena ele tinha fartos pelos sacos bem grandes mas o pau era médio, olhei pra cima e vi que ele estava de olhos fechados e não perdi tempo meti a boca na rola dele que só gemeu e falou ¨viado que boca gostosa¨.
Apesar de ser cedo seu pau tinha um gosto meio salgado acho de suor e um cheiro nos pelos de suor, mas que eu gosto, fui mamando ele e mexendo nas bolas  que já estava mais solto e começou um vai e vem gostoso segurando em meu ombros. Peguei suas mãos e coloquei pra segurar minha cabeça e ai sim ele aumenta os movimentos metendo no fundo da minha garganta sem demorar muito gemeu dizendo que ia gozar e assim fez no fundo da minha garganta me fazendo engolir sua porra.


Não disse nada apenas me deu um tapinha nas costas de agradecimento e abriu a porta, entendi e sai indo embora feliz achei que não ia rolar mais nada mas ele já me pergunto quando vou cortar eu cabelo de novo rsrs!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Chupando o Motorista do UBER

Alguns minutos atrás (ainda sinto o gosto da porra na boca) aconteceu algo bastante inusitado e inesperado!
Pedi um UBER para me deslocar de uma ponta à outra de Udia e confesso que por ser cedo eu jamais imaginaria o que estava para acontecer...
Ao confirmar o motorista, vi a foto e não fiquei tão entusiasmado (não estava esperando nada especial mas é sempre bom checar né? Risos) era aparentemente um cara normal...
Ao entrar no carro percebi que ele era bastante atraente, corpo em forma e uma mala bem recheada
Era marrento mas começou a conversar, perguntou o que eu fazia e de onde era... E começou a apertar a mala, eu de vez em quando dava uma olhada e ele começou a fazer cara de safadão...
Começou a dizer que estava na seca e disse que o pau ficava duro só de falar no assunto, nisso ele deu uma pegada com gosto e disse: "Da só uma olhada no meu estado"... E pude ver o desenho de uma piroca enorme super dura... Logo em seguida ele me assusta dando uma apertada na minha mala perguntando: "E sua rola? Tá dura igual a minha?"
Como minha piroca estava explodindo na cueca ele disse: "Ah Safado! Você curte a sacanagem né?"
Eu estava sem acreditar que aquele Baiano, macho, marrento e arretado estava passando a mão em mim...
Nisso paramos em um semáforo da Avenida Paralela e o motorista do UBER tirou o pauzão para fora e disse: "Mama minha rola Macho"... Eu cai de boca sem nem me preocupar que eram 9h da manhã e que poderia ser visto pelos outros carros... O cara com muita habilidade abriu minha bermuda e começou a procurar meu cuzão apalpando meu rabo no meio do trânsito... Torei a camiseta e a bermuda e fiquei peladão com um tesão do caralho por estar mamando um desconhecido no trânsito, completamente pelado!
Em seguida paramos no semáforo e para minha surpresa o machão tirou o cinto de segurança,me empurrou contra o banco e me deu uma mamada massa... O sinal abriu ele voltou a dirigir e me puxou pelo cabelo para continuar a chupada! Dei um trato naquela rola, engolia tudo e o cara ia ao delírio
dirigindo... Nisso ele anuncia o gozo e eu aumento o ritmo da amada e sinto aquele macho Tesudo enchendo minha boca de leite urrando e dizendo: "Caralho! Não engole tudo que eu também quero!" E me puxou para um beijo de língua com pegada, daqueles de faltar o fôlego... Nisso com tanto tesão acabei gozando sem nem encostar no Pau! E o Safado passou a mão na minha porra e lambeu e me tascou mais um beijo...
Chegamos ao meu destino, paguei o cara com vontade, trocamos contato e combinamos de fazer algo mais elaborado na próxima!


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domingo, 15 de janeiro de 2017

#AMelhorPegaçãodaMinhaVida! Dando para o Rapaz do controle da Dengue

FOTO ILUSTRATIVA
Olá pessoal meu nome é Bruno tenho 24 anos 1,80 75kg Moreno da cor do pecado (kkkk) e este é meu primeiro relato aqui. Sempre tive vontade de ficar com um prestador de serviço (entregador de água, técnico da máquina de lavar, montador de móveis, entregador de pizza e etc) mas nunca tive sucesso, pois fico com receio e sem idéias que me favoreçam, mas hoje foi diferente e inesperado.
Eu estava em casa e antes de ir para a universidade estava aguardando uma amigo chegar, pois ele havia ficado de me trazer uma encomenda. De repente alguem bate na porta, fui até lá e me deparo com um funcionário da prefeitura responsável pelo controle da dengue, bonito, aproximadamente 1,75 70kg não era sarado mas tinha os músculos bem firmes. Falei que imaginava que fosse outra pessoa, ele sorriu e falou que entrou pq o portão estáva aberto. Disse que não tinha problema, então ele pediu para ver as instalações para verificar se havia foco de Dengue. Deixei ele entrar e mostrei as areas da casa, ele começou a fazer algumas perguntas que nada tinham haver com o serviço no qual ele veio fazer, disse que a casa parecia em ordem e não havia nenhum foco de dengue, perguntou se morava mais alguém na casa, eu disse que sim mas que estavam trabalhando. Então percebi que a cada pergunta ele ficava meio nervoso, até que ele disse que já estava indo embora. Percebendo ele meio sem jeito, perguntei se não queria água pois ele estava meio suado, ele sem pensar duas vezes disse que sim. Então fomos a cozinha ele sentou-se lhe entreguei o copo e fiquei em pé na frente dele, neste momento eu ja estava com o pau latejando dentro da bermuda que já entregava um volume que não fiz questão de esconder. Perguntei se ele ainda iria visitar outras casas e ele disse que já era a última, então sugeri que descansasse e pegasse um vento. Ele disse que aceitava e precisava relaxar. Chamei ele para o quarto, sentou na beira da cama e falei que se quisesse tirar a camisa para refrescar ele podia ficar a vontade, então ele tirou a camisa e o sapato e sem eu falar nada ele deitou na cama e ficou me olhando. Eu não pensei duas vezes deitei por cima dele e começamos a nos beijar.Ele tinha uma boca macia, enquanto me beijava ele apertava minha bunda, tiramos nossas roupas e ele começou a beijar e morder meu corpo, me virou de costas e foi mordendo e descendo em direção a minha bunda, então ele abriu e começou a lamber como se estivesse com fome, e que língua era aquela nooooossa, senti que poderia gozar so em sentir a língua dele no meu cu. Depois ele colocou seu pau que devia medir uns 19cm um pouco grossa na entrada do meu cu e começou a forçar para entrar. Pedi que parasse e entreguei a camisinha, ele colocou a camisinha e passou um pouco de lubrificante e foi metendo devagar até entrar toda aquela rola no meu rabo e aos poucos foi bombando com mais força. Enquanto ele metia e gemia com uma respiração ofegante, mordia minhas costas deixando marcas, mas mesmo assim continuava sendo uma delícia.
Então fiquei de quatro e ele socando no meu rabo até que anunciou que iria gozar dando uma gemido grosso e fincando seu pau todinho no meu rabo, eu sentia a camisinha enchendo de leite quentinho, o que me fez gozar logo em seguida. Então fomos ao banheiro nos lavar e enquanto tomávamos banho ele falou que passaria na semana seguinte para fazer uma nova inspeção sobre o foco de Dengue, eu disse que poderia ficar a vontade para vir e a quisesse relaxar novamente seria um prazer ajuda-lo. Peguei o número do telefone dele para marcamos uma nova visita. (Kkkkk) Se caso houver uma nova visita eu conto com melhores detalhes pra vocês.

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sábado, 31 de dezembro de 2016

Eu não sou gay, só fodo com eles.

Relato enviado por: Anonimo

Tenho 25 anos, 1,75m, 70 kg, olhos escuros penetrantes, cabelos escuros, curtos e encaracolados, sou solteiro por opção quero curtir mais um pouco ate constituir família.
Nesse ano, fiquei de férias e resolvi passar elas em Uberlândia. Chegando no aeroporto fiquei a espera de um amigo que viria me buscar.Este amigo meu estudou faculdade junto comigo e agora morava em Uberlândia,onde estava fazendo espacialização na área de dermatologia.
Gustavo era um cara muito legal e sempre tivemos uma forte amizade, só que ele era bissexual e eu não sabia até que naquele final de semana ele confidenciou comigo.
Aceitei de boa, mais fui categórico dizendo que a opção dele não interferia em nossa amizade, mais que só poderia ter mesmo amizade com ele.
Gustavo foi sincero comigo dizendo, bem Marcos você quem sabe mais se você resolver experimentar comer um homem espero que seja eu o seu escolhido.
Poxa Gustavo não adianta meu negocio é mulher de boa, nada contra mais é minha opção.
Tudo bem Marcos, mais estou aqui pra o que der e vier.
Assunto encerrado e o final de semana saíram conhecer lugares Gustavo convidou duas amigas e saímos como se fossemos dois casais.
No sábado bebemos todas viemos de taxi para o apartamento, uma das amigas de Gustavo ficou com carro dele.
Como eu e ele estávamos chapado de beber não rolou sexo.
Chegamos Gustavo nem bem entrou no apartamento e já foi logo tirando a roupa e indo tomar banho.
Eu fiquei na sala até que ouvi Gustavo chamar pelo meu nome, fui ver do que se tratava era para lhe trazer uma toalha.
Fui até o armário peguei duas toalhas e fui pra o banheiro, dei uma a Gustavo que começou a se enxugar e saiu do banheiro deixando espaço para que eu entrasse no Box.
Assim que comecei a tomar meu banho vir-me-ei de costas e dava para perceber que Gustavo não tirava os olhos de minha bunda, mais eu procurei disfarçar que não havia percebido e para surpresa minha senti um forte desejo que me causou uma breve ereção. Virei de frente e vi como os olhos de Gustavo estavam fixo em meu cacete,não é muito grande mais é grosso em demasia,caprichei esfregando e ensaboando ação que causou uma rigidez fenomenal em meu cacete.Quando olho para Gustavo que estava com a toalha enrolada na cintura vejo que também está super excitado.
Ele sorriu e falou está vendo o que você fez?
Eu fingi que não tinha apercebido o duplo sentido disse o que fiz? Se errei quero me redimir do erro.
Gustavo sorri dizendo olha como é que estou só de ver seu cacete duro imagine se você me deixa dá uma mamada?
Qual é Gustavo sabe que não é minha praia...
-Não é sua praia porque você nunca quis,mais não pode negar que sente curiosidade de saber como é?
Negue se for possível, se não sentisse vontade não teria ficado excitado também. disse sorrindo.
Eu correspondi ao sorriso de Gustavo e falei você está me tentando...
Olha que quando começo a foder sou insaciável...
-Gustavo disse quero provar de você não me importo que me arrombe me foda, me arregace quero você Marcos, faz tempo que te desejo e sempre o respeitei mais agora vê-lo assim nu de cacete armado fico impossível me controlar.
E sem uma palavra eu fiz sinal para que se aproximasse Gustavo veio olhou nos meus olhos e disse... Farei só que você permitir.
Cara você é louco e eu mais ainda, vou logo dizendo sem beijo sou ativo, então abaixa e mama.
Caracas Gustavo ajoelhou segurou em meu cacete e começou a lamber a cabeça do meu cacete passeava a língua de um lado a outro
Até que não resistiu e começou a me pagar um boquete fenomenal. Meu cacete é grosso mais não e cabeçudo e isto facilita mais para a boca acoplar e chupar com facilidade.Eu já estava louco segurando em sua cabeça quando Gustavo tira meu cacete e pergunta.
Marcos você quer gozar na minha boca?
Posso?
Claro vou adorar beber seu leitinho!
Foi quando eu perguntei Gustavo você é só passivo?
Não Marcos sou ativo e passivo, mais prefiro ser o que o parceiro quer, o parceiro é quem manda.
Hum...
E sem dizer mais nada ele recomeçou a me chupar foi quando eu disse que seria melhor ir para o quarto, já que iria comê-lo que fosse a um lugar apropriado.
Gustavo sorriu e confirmou falou bem Marcos, vamos ao meu ninho que farei você o homem mais realizado que nunca mais vai esquecer-se de nossa foda!
-Espero Gustavo não me arrepender do que estou fazendo.
-Não se preocupe Marcos que sei encarar uma aventura. Serei seu sempre que você quiser,mais sem sentimentos ,apenas o sexo carnal.
E formos para o quarto chegando lá Gustavo sentou na cama e me puxou em sua direção, caiu de boca em meu cacete que parecia que ia engolir todo deixava só os culhões de fora, que estavam lambuzados de sua saliva. Ai delicia Gustavo desse jeito eu não aguento e gozo!Falei entre suspiro de tesão Caracas eu nunca tinha sido chupado deste jeito.
Ele chupava e me olhava com os olhos cintilantes de alegria.
Quando eu disse Gustavo posso gozar com você me chupando, vai querer meu leite?
-Pode Marcos terei imenso prazer em receber sua leitada na minha boca...
Caracas o Gustavo enlouqueceu de tesão segurava a base do meu cacete e engolia meu cacete inteiro, sem engasgar nem tossir, que delicia de garganta profunda.
Estava no auge do prazer quando percebo que meu orgasmo se aproximar seguro em sua cabeça dou uma rebolada e começo a gemer alto. Gustavo segura com firmeza na base do cacete e começa a sentir espasmos do meu esperma jorrando quente em sua boca,Gustavo sugava meu cacete e com uma das mãos se masturbava.Assim gozei fartamente em sua boca e ele engoliu tudo ,depois perguntei a ele se era correto.ele disse-me como me conhecia não tinha risco algum que jamais iria desperdiçar meu liquido tão precioso e desejado.
Ficamos calados e pude observar que ele também havia gozado sem dizer nada fomos tomar banho e logo voltamos para o quarto, Gustavo deitou de costas e me passou camisinha e um pode de um creme umedecedor.
Untei cabeça do cacete meti dois dedos de creme na porta do anel de Gustavo subi na cama ficando de joelhos atrás de seus quadris com cacete rígido apontando para cima, o ajeitei que veio de mansinho até sentir que o cacete estava encostado em seu anel.
-Foi quando Gustavo disse estou pronto Marcos pra levar cacete no rabo!
Eu nem precisei de muito esforço, pois a posição que Gustavo estava e toda preparação feita comecei a meter e senti suas pregas abrirem - se para abrigar meu cacete.
Fui metendo aos poucos quando me dei conta já estava todo atochado no rabo de Gustavo que gemia de tesão falava palavras dizendo que estava gostoso que queria ser fodido com muita safadeza. Ai eu comecei e meter gostoso tirava quase o cacete todo deixando só cabeça e forçava com força fazia o safado gemer,pedindo mais e mais.Fiz varias posições sem tirar cacete de dentro.Quando fiz posição de frango assado,enquanto metia com força apertava os bicos dos peitos dele sentia suas pregas latejaram apertando meu cacete ai apertava mais ainda,mais puto ele ficava já louco de vontade de gozar.foi quando pedi que ficasse de quatro(4) ele rapidamente se virou acoplei meu corpo ao seu e recome ei meter sem parar.
Eu estava me sentindo uma maquina de fazer sexo, louco para gozar e me controlando.
Ao Maximo, foi quando eu comecei a puxar os quadris de Gustavo e dava taãs em sua bunda ele gemia enlouquecido de tesão ,senti suas pregas pressionando meu cacete e sem conseguir me controlar mais avisei que ia gozar.Gustavo aos berros pede pra dá leitinho que queria banho de leite ,tirei meu cacete joguei a camisinha pra o lado e comecei e exporrar em suas costas.Gustavo parecia uma cobra se contorcendo com tesão que sentia pois gozou imediatamente despejando seu esperma no lençol.Depois de passado alguns minutos Gustavo me abraçou e com um sorriso falou:
Obrigado Marcos eu nunca senti tanto prazer como estou sentindo hoje.Retribui seu abraço e ficamos deitados os dois de conchinha.
Depois de algum tempo que dormimos para descansar levantamos tomamos banho e recomeçamos e fuder bem gostoso.
Hoje me lembro das palavras de Gustavo que me disse uma vez quem critica é porque nunca experimentou porque meu amigo se for uma vez com toda certeza ficará marcado na lembrança para sempre.
Sexo é algo ilimitado, é universal o resultado é prazer, sempre o prazer sem condições nem medidas.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

#AMelhorPegaçãodaMinhaVida! Corrida no parque

Relato enviado por: Anonimo

Na semana passada fui até o parque sbia correr um pouco e ver o que mais poderia rolar além da corridinha, cheguei lá às 9:00 da manhã, o dia estava nublado e frio, o parque não estava muito movimentado e comecei o meu exercício.
Tenho 23 anos, sou moreno, 1.70, 62 kg e estou sempre atento para as possibilidades de levar pica que aparecem, nesse dia estava com um short de corrida bem curto sem cueca e com uma camiseta, assim que cheguei tirei a camiseta, amarrei na cintura e fui correr no meio das trilhas atento aos caras que circulavam por lá e vi um cara branco, alto, magro, aparentando um 25 anos sentado em um banco, passei por ele que me encarou, olhei para trás e vi que ele estava olhando pra mim e apertando a pica sob o short. Dei mais duas voltas no parque e vi esse mesmo cara já numa outra parte sentado na grama, perto de uns arbustos bem altos, ele me olhava, ai fui até onde ele estava, cumprimentei e sentei ao seu lado e vi o volume no seu short, ele foi direto, apertou o pau e perguntou se eu curti e claro que respondi adoro, ele então se levantou e foi para atrás do um arbusto bem alto e cheio e mais rápido me levantei e fui atrás, chegando lá ele já estava abaixando o short e eu já fiquei no meio da pernas dele e comecei a lamber a cabeça daquela rola, era grossa, não muito grande,  mas bem grossa, comecei lambendo a cabeça, desci até chegar nas bolas, chupei uma de cada vez durante um tempo e engoli a pica toda e chupei bastante, ele até deitou na grama enquanto eu chupava o seu pau, depois de um tempo ele sentou e pegou no bolso do seu short uma camisinha e encapou a pica, ai tirei o meu short e ele começou a chupar o meu cú e enfiar um dedo, dois, quando ele viu que entraram três dedos ele começou a meter, eu de quatro e ele de joelho,
 quando a cabeça entrou senti uma dor forte, mas aguentei, ele foi enfiando devagar, quando entrou tudo ele deu um tempo, senti os seu pentelhos na minha bunda e ai ele começou a meter devagar e foi aumentando o ritmo, a dor do inicio virou um prazer maravilhoso depois de um tempo de quatro ele deitou e eu sentei no seu pau e cavalguei bastante até sentir ele gozar, deitei sob o seu peito e ficamos um tempo assim até o seu pau amolecer, ai ele se levantou se vestiu, me deu um beijo no rosto, disse obrigado delícia e saiu, eu dei um tempo me recompus e sai também, já não o vi mais por lá, ai depois desse exercício prazeroso fui embora caminhando.
Já aconteceram outras fodas bem gostosas nesse parque que vou compartilhando com vocês aqui.

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É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia esse tipo de comportamento. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

#AMelhorPegaçãodaMinhaVida! No Shopping


Certa vez tava louco pra fazer uma putaria e fui rondar um banheiro de um Shopping, me espantei ao ver quem tava exibindo a rola, um antigo colega de trabalho, macho Peludo, barba por fazer, meio ogro, pernudo e rabudo, uns 29 anos , aquele macho cheio de pose de hétero e comedor de boceta. Nao perdi tempo e parei ao lado pra manjar sua rola. Quando ele viu quem eu era, seu antigo colega de trabalho, apesar de nunca ter havido uma conversa entre nós, de fato ele se assustou e saiu fora.
Eu não podia perder tempo, queria ver aquele pau do macho que toquei varias punhetas pensando nele fudendo comigo. Sai apressado atras e vi que ele foi pela saída de emergência, na verdade local ideal pra fazer pegação.
 Na escada ele se deparou comigo tentou disfarçar, mas num súbito tesão e submissão me ajoelhei e ele se aproximou abrindo o zíper, falou que me deixava chupa-lo se eu não contasse pra ninguém, não respondi, apenas meti a mão no seu pau e saquei pra fora. Estava mole porem babão, chupei na hora. Em poucos segundos já estava duro como pedra na minha boca. Era uns 19cm branquinho   com a cabeça rosada que pulsava na minha boca. Suas mãos seguravam minha cabeça, me afogando contra seu pau que estava todo molhado com minha saliva juntando com sua baba natural e minha saliva, minha boca estava encharcada com sabor de rola. Mamei suas bolas, deixando ele todo salivado. Passei minhas mãos pelo seu corpo, barriga e peito bem peludos enquanto ele pedia pra nao parar de chupar e ficar olhando pra ele. Macho puto!
Desci sua calça, cheirei sua cueca branca com todo meu tesao e voltei a mamar suas bolas. Na verdade meu desejo por ele era tanto que eu queria lamber mais afundo. Ele percebeu e perguntou se queria lamber o rabo dele, exatamente dessa forma.
Respondi que sim e perguntei se ele gostava. Ele rapidamente se virou se apoiando na parede bem empinado e me pegou pelo cabelo me puxando contra sua bunda, mal tive tempo de admirar seu rego e ja estava com aquela bunda toda na minha cara. Era uma bunda grandinha branquinha com pêlos ralos dourados, mas ao redor do buraquinho com alguns pentelhos grandes e muito gostoso de lamber. Um cu cheiroso e bem lavado bom pra meter a lingua com muito tesao. Eu lambia como um cachorro sedento. Meu maxilar latejava de tanto movimentar a lingua. Ele transpirava e me cara ficou toda molhada. Enquanto o cunetava,
chupava seu pau por tras de baixo pra cima passando pelo saco ate cheva no cu, ficando nesse ritual por um bom tempo. Nao resisti e meti o dedo no cu que pra minha surpresa entrou sem dificuldade e com toda aprovaçao dele. Tentei levantar pra meter meu pau dentro num subito tesao e vontade de fuder, mas ele disse que gostava de dedada e nao de piroca no cu, pois dar cu é coisa de viado (nao entendi, mas relevei. Esses "heteros" sao sem noção)
Mas nao resisti e disse queria dar pra ele entao.
-você que me da seu viadinho safado? Vai deixar eu meter minha rola dentro de vc? Abaixa a calça e abre a bunda!
Foi o que ele me ordenou a fazer, e assim fiz com toda minha obediência
Dei muito meu cu pra ele! Agarrei no corrimão da escada com força enquanto sua mão agarrava minha cintura me apertando.
Eu senti meu cu arder, suas socadas de rola eram tao fortes que eu sentia seu saco pentelhudo bater na minha bunda. Sentia uma dor intensa, mas muito boa ao ponto de querer que doesse mais. Foi frenético, a qualquer momento poderia passar alguém por ali e não daria pra gozar. Comecei a gemer e pedir pra gente gozar juntinho, e ele começou a gemer também. Meu pau latejava até que jorrei leite pelas escadas. Senti que ele iria fazer o mesmo e rapidamente me pus na posição de submisso a ele. Abri a boca e levei socadas de piroca na garganta, me esforçava em chupar, respirar e não me engasgar, minha boca e garganta doíam, mais até que o cu, ele metia na minha guela com tanta força e brutalidade que me deixava ate assustado com tamanha força. Ele foi se contorcendo e agarrou minha cabeça e senti seu pau contrair na minha garganta jorrando leite a fundo. Todo leitinho direto guela abaixo. Mal senti o gosto,
apenas senti o leite descer a dentro. Nos ajeitamos rápido e antes dele ir disse que foi um foda e tanto. Seu corpo ainda suado e ofegante exalava sexo. Dei mais uma chupada como chupada de despedida e o deixei sequinho levei uns tapinhas na cara e ele vendo que gostei deu um ultimo com tanta força que ardeu a cara na hora ao ponto de ficar vermelho por um tempo, mas amei.
Ele se foi e Eu fiquei ali na escada absorvendo todas informaçoes de como foi dar o cu pra um machao que sempre desejei.
espero reencontra-lo

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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

#AMelhorPegaçãodaMinhaVida! Pegação no parque

Relato enviado por: Rick Pass

Hoje cheguei em casa cansadão do trampo dormi um pouco e acordei a tardezinha com uma vontade louca de mamar uma rola bem gostosa e quem sabe dar meu cuzinho bem gostoso, entrei no bate papo uol mais nada tinha de interessante, resolvi então ir no parque sabia onde a pegação rola solta, tomei meu banho raspei o cuzinho deixando ele lisinho e fui rumo a putaria.
Quando cheguei lá tinha homens de todos os tipos para todos os gosto na trilha meu pau ficou duro na hora, resolvi ir a caça, muitos olhares muitas piscadas e em meio aos olhares achei um carinha delicioso sem camisa bermuda preta encostado na arvore fumando um cigarro e pegando no pau, ai eu não resistir e fui lá passei por ele já pegando na sua rola que de imediato me respondeu
 ai começou a festa bati uma punheta gostosa, quando o pau dele estava bem duro chamei ele pra um banco foi ele se sentar e eu começar um boquete delicioso mamei muito ele adoro mamar uma rola gostosa e a dele era espetacular nisso começou a juntar curiosos ao nosso redor e não estávamos nem ai eu só queria era chupar meu gato gostoso colocava a rola dele todinha na boca ate entalar lambia a cabeça olhava os outros ao redor a mamava com mais vontade aquela delicia de rola
foi quando ele estremeceu e gozou gostoso na minha boca onde não desperdicei nada assim que gozou nos despedimos quando um se foi já vem outro cara delicioso com pica pra fora eu que não sou de rejeitar nada mamei bem gostoso ate ganhar mais leitinho já estava com a minha boca dormente assim que bebi o leitinho delicioso pela segunda vez resolvi ir embora pois já estava tarde, mais ainda to com vontade de dar meu cuzinho bem gostoso.


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É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia esse tipo de comportamento. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.

domingo, 18 de dezembro de 2016

Pegação em banheiro público: "onde houver gay, haverá banheirão"

Era uma tarde de sábado quando Jorge Camargo*, 30 anos, e Francisco foram ao cinema em um shopping paulistano. Chegaram pouco antes, compraram os ingressos e conversaram um tempo na cafeteria. Jorge sentiu vontade de ir ao banheiro. Francisco esperou.
Lá dentro, Camargo fez o de costume e aproveitou para lavar o rosto e arrumar o cabelo - e algo inesperado aconteceu. "Percebi, pelo espelho, que um cara de óculos estava me encarando do mictório. Devolvi o olhar - e aí ele me mostrou um pau enorme!".


Se Jorge ficou tentado? "Não vou mentir. Fiquei - mas desistimos porque, além de eu estar acompanhado, houve um barulho na porta e um segurança do lado de fora". Hoje, o mesmo banheiro exibe uma placa onde se lê "A prática de ato obsceno em lugar público, aberto ou exposto ao público, é passível de pena de detenção de três meses a um ano". O artigo é o 233 do Código Penal.


Não é o único que pode dar cadeia. "Há o artigo 214 - atentado violento ao pudor, por exemplo, ou o 218, de corrupção de menores. Tudo depende da situação fática. Eram dois homens? Era perto de escola? Havia um maior e um menor?", explica o advogado José Louis Fonseca, 27.


Na verdade, não era a primeira vez que Jorge se via cara a cara com a "linha banheirão", como se diz popularmente: "Ia muito num banheiro público de praça, mas depois a Guarda Civil começou a baixar e parei".


O motivo? "Uma vez, vi muita coisa num shopping da Zona Leste. O chão era de mármore preto, e dava pra ver tudo que acontecia na outra cabine! Mas sempre tive medo de ser pego por guarda, segurança".


Maurício Stefano*, 26, foi pego. Do banheirão, ele seguiu com o ficante para a escada de incêndio de um shopping na Zona Norte: "Ele fugiu pro andar de cima. Os seguranças me acompanharam até a porta, pediram meu RG [...], anotaram e disseram que eu só voltasse se fosse fazer compras".

"Primeiro, é preciso definir banheirão", analisa o jornalista Deco Ribeiro, 36. "É apenas sexo no banheiro, ou envolve toda a pegação, o olhar, mostrar o pinto, a masturbação mútua, o convite pra cabine? E vale banheiro de boate ou só banheiros mais sérios, como de shoppings ou parques? Eu considero banheirão a segunda opção [...], e, nesse caso, nunca rolou. Sou muito medroso...".


Desconforto, violência, DSTs, fidelidade no namoro ou a simples falta de interesse também estão entre as razões da galera que largou ou nunca praticou o "esporte". "Não digo que nunca vou fazer, mas não me diz nada", declara o analista de sistemas Renato Barbosa*, 47. "Notei que as pessoas que praticam isso são potencialmente portadoras de doenças venéreas", diz o administrador José Vieira*, 25.


"Comecei no banheirão", conta o radialista Ricardo Zaragoza*, 33. "Já ia equipado com gel e camisinha, embora rolasse um bareback ferrado lá. Oral, naquele tempo, tudo sem preservativo. Gozar na boca e o cara engolir era normal. Hoje, não sei. Comecei a namorar, cur-to fidelidade... e passei a ser mais consciente".


O estudante Rafael Garrido*, 19, foi vítima de violência. "Estava numa cabine [...]. Espiei um cara, e ele parecia estar se oferecendo. Passei a mão na perna dele. Ele ficou muito puto. Quando saí da cabine, estava me esperando com uns amigos e deu uns tapas no meu rosto", mas, Garrido não se deixou abater: "a sensação que tenho é a de que, desde pequeno, eu já via o banheiro como um local potencialmente sexual".



Meninos, eu vi!
Era uma quarta-feira, 22h30. O repórter que vos escreve segue em direção ao banheiro abaixo do nível da rua e do terminal de ônibus anexo. Há dois mictórios, duas pias para lavar a mão, quatro cabines e um zelador. A movimentação de homens é incomum.

Um deles, de barriguinha, mochila nas costas, calça azul e camisa social, está claramente "caçando": balança o pênis várias vezes depois de "urinar". Há também outros "caçadores". Eles permanecem às portas das cabines - uma delas, por sinal, já ocupada por quatro pés - e esperam. Um deles carrega uma maleta.


O homem de calça azul vai à pia e lava as mãos demoradamente até outro rapaz, de calça preta, ir ao mictório. É a deixa para o primeiro voltar e, de olho no outro, reiniciar o balanço peniano.


Percebo que o de calça preta não lhe dá chance, mas ele não chega a recolher o membro. Um rapaz alto, de boné e "jeito de boy" toma o lugar do outro. Em segundos, a mão vai ao pênis que balança. Decido sair.


Lá fora, depois de alguns minutos, percebo que o zelador deixou o banheiro e espera do lado de fora (!). Volto a entrar. Os caçadores se revezam e dominam o ambiente. São diferentes no tipo físico, na roupa, na idade. O boy agora está à porta de uma cabine. O da maleta, também. O de calça azul retoma a rotina de balançar a genitália.


Esse banheirão, que não foi o único observado por mim, fica anexo a uma conhecida estação de metrô e é paradigmático em muitos pontos.


É o caso das práticas - por ordem de frequência: masturbação mútua, sexo oral e penetração - e variedade de personagens. "Já vi todo tipo de gente, de idade, de condição financeira, de aparência", diz o estudante Garrido. "Varia de acordo com o lugar em que você está. Em um shopping na região da Avenida Paulista, há caras mais abastados".


O psicólogo e terapeuta sexual João Pedrosa, 50, comenta essa estratificação: "os frequentadores dos banheirões públicos ao ar livre são de origem proletária [...]. Já nos centros comerciais (shoppings), são de classe média".


O fato, porém, é que há banheirão para todos. "Simplesmente, [...] existe em todos os lugares do mundo", diz o psiquiatra Bernardo de Gregório, 44.




Outro paradigma é a forma de comunicação. "Por causa do risco, a comunicação tende a ser não-verbal e o mais discreta possível", diz de Gregório - e, vale dizer, as técnicas de abordagem podem ser bastante similares.

"O mais comum é usar o mictório como vitrine, onde se exibe o membro ereto, e a troca de olhares, que leva [...] à cabine. Quando há reservados dos dois lados, quem está a fim fica com a porta entreaberta e mostra o dote; quem gosta entra. Já para a rejeição, é simples: sai-se de onde está, ou põe-se o pau dentro da calça", explica Lukas Andrade*, 24, que se declara com ampla experiência no assunto.


"Quando os homens estão a fim, eles endurecem o pau; outros balançam, se aproximam, falam alguma coisa como tá afim? ou simplesmente chupa!. Eu olho pro cara, olho pro pau. Se ele não esboçar reação contrária, me aproximo e meto a mão!", conta o funcionário público Daniel Costa*, 49.


"As piscadas e passadas de língua nos lábios funcionam muito bem [...]. Também acho legal olhar a bunda do cara ou alguma característica diferente, como uma tatuagem, para ele se sentir desejado", diz Rafael Garrido.




Razão e sensibilidade
No entanto, além da diversidade e das técnicas, está o óbvio: em coro com o próprio Rafael, muitos vêem o banheiro com "olhos sexuais" e concordam que vale a penar correr os riscos. Por quê? "Para se saciarem sexualmente de forma anônima sem estabelecer vínculo", responde João Pedrosa. É dele a expressão que abre esta reportagem. O psicólogo explica que "onde houver gays, haverá banheirão" porque "vivemos num mundo homofóbico".

"Todo grupo social que é perseguido desenvolve estratégias de sobrevivência", prossegue o terapeuta. "Foi uma forma que os gays encontraram para fazer sexo ou se excitarem sexualmente, já que não têm liberdade de exercer livremente sua sexualidade. É um contra-controle exercido pelos gays em resposta ao controle exercido pelas agências que reprimem a prática homossexual: governo, religião, educação, dentre outras".


Ricardo Rocha conhece esse contra-controle. Hoje com 59 anos e fora do circuito dos mictórios, ele começou a freqüentar banheirões "ainda na ditadura militar". Ricardo explica que "não existia patrulhamentos em cima da promiscuidade. Isso começou apenas quando o gay resolveu se inserir na sociedade heterossexista e comprou todos os valores dela [...]. A ideia, entre os militantes da época, era que podíamos criar uma nova sociedade".




O principal motivo para "fazer banheirão" é mesmo a busca pelo sexo anônimo, de acordo com nossos entrevistados. Mas, como se vê, o porquê dela comporta diferentes razões. O analista de RH Luís Amaral*, 25, cita o aspecto financeiro: "em muitos casos, as pessoas fazem por não ter grana e nem local privado".


A própria resposta à homofobia pode variar e ir da atitude libertária a problemas de autoaceitação. "Ainda que seja uma generalização, pode-se dizer que tal prática acaba sendo mais comum para pessoas que não assumem totalmente sua própria sexualidade", diz de Gregório.


Lukas Andrade concorda: "Grande parte dos homens [...] é casada e mantém o lado homossexual apenas dentro dos banheiros". O rapaz, no entanto, comenta duas outras motivações: a iniciação sexual e o fetiche. "É uma forma que muitos encontram de descobrir o sexo entre homens [...], mas tem uma grande parte [...] que é de gays bem-resolvidos que curtem o sexo anônimo, descompromissado".


É o caso de Daniel Costa. "Já passei por algumas situações, como você estar no reservado, alguém te pegar chupando [...]. Com um amigo, a polícia chutou a porta. Acho que o que me deixa excitado é exatamente esse risco. Sexo rápido, quase sempre oral, e o risco de chegar alguém". E você, já tem seus motivos?




Marketing pessoal
Quem nunca se perguntou se alguém liga para os números de telefone ou MSN dos recados que oferecem sexo gay nas portas e paredes dos banheiros? Fui verificar.

Cheguei a adicionar um MSN e ligar para um telefone. Na Web, o "Deus Grego" (pseudônimo) se descrevia como ativo, 23 anos, corpo definido. Manteve contato por algumas tecladas - mas sumiu depois que falei da reportagem.


No telefone, mais sorte: marquei entrevista! Emerson Correa*, 36 anos, manteve um relacionamento estável de 15, é garoto de programa há três e usa as portas como propaganda. Funciona? "Escrevo em vários banheiros! Recebo umas 15, 20 ligações por semana vindas de lá". Quem diria...






Tio da limpeza
Guardas, seguranças e até policiais cada vez mais fazem parte da paisagem do banheirão. "Hoje em dia, os banheiros públicos são pagos, e os privados são cheios de seguranças. Os estabelecimentos aumentaram demais o cuidado nesse sentido", diz Ricardo Zaragoza.

As "figuras repressoras" mais presentes, no entanto, são os zeladores e faxineiros. "Quase sempre tem alguém. Nos shoppings, os seguranças praticamente fazem uma ronda. Nos metrôs, os faxineiros costumam fazer barulho, limpando tudo", conta Rafael Garrido.




"Nos banheiros de praça, sempre há os zeladores: alguns, mais tolerantes; outros, nem tanto, mas aqui, na região, há um em especial que é extremamente liberal. Já transei com ele umas três vezes", conta Daniel Costa, demonstrando que nem sempre a coisa funciona como se espera.






É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia esse tipo de comportamento. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.