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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Cruzeiro do sexo - Saunas


As saunas são usados ​​por muitas razões. Enquanto a maioria dos rapazes vão lá para o sexo, outros também vão lá para relaxar, para conhecer outros homens socialmente, para exercer e explorar vários aspectos de sua sexualidade. Há também muitas razões de muitos não irem para tomar uma sauna. Infelizmente, alguns deles são baseados em percepções errôneas e medos infundados:


MITO: Apenas caras HIV-positivas vão para as saunas.
FATO: Homens HIV positivos e HIV-negativos vão as saunas. Indivíduos que não sabem o seu estado

MITO: É nas saunas que as pessoas contraem o HIV ou outras DSTs.
FATO: As pessoas recebem HIV e DST por todo o lugar.

MITO: As pessoas que vão as saunas são mais "promíscuas".
FATO: As pessoas que vão as saunas não têm necessariamente parceiros sexuais mais casuais.

Chilli Pepper BH
Sobre o espaço
Você entra em um lobby de entrada onde você paga para entrar.
Em algumas saunas você pode alugar um quarto / cubículo ou um armário.
E outras cobram apenas uma taxa de entrada que te dara direito a um armario
Uma vez que você paga, o atendente vai te dar a chave do armário que normalmente tem um elástico ligado a ele para que você possa manter sua chave em torno de seu pulso, braço ou tornozelo. Ele também vai entregar uma toalha limpa. A maioria dos locais lhe dará um preservativo gratuito. Alguns lugares terão livre preservativos disponíveis basta perguntar a uma pessoa de pessoal onde estão se você não pode ver qualquer

O ambiente
As saunas são normalmente definidos como um labirinto de corredores, quartos / cubículos, salas públicas escuras, e chuveiro público e áreas de banho e também saunas molhadas e secas, salas de revistas, salas de vídeo pornô, redemoinhos, outros espaços de jogo sexual interessante e salas de relaxamento não-sexual. Se é a sua primeira vez na sauna, procure um mapa na parede para localizar seu armário ou quarto (se a casa tiver esses serviços), ou pedir uma pessoa  para obter ajuda. Pode demorar um pouco para se orientar, mas isso pode ser parte da diversão.

Entre as paredes dos cubiculos geralmente não atingem o teto, então o som viaja entre os corredores, aumentando a atmosfera sexualizada, mas também dando-lhe menos privacidade. Indivíduos usam salas públicas escuras para sexo em grupo ou sexo na frente de outras pessoas. Estes espaços podem às vezes ser muito escuro assim que tenha cuidado para não bater em uma parede!

As saunas criam atmosferas diferentes e atraem às vezes tipos específicos dos indivíduos. Explore as saunas para encontrar aqueles em que você está confortável. Muitos têm sites onde você pode ver as instalações antes de você realmente ir para elas.

A experiência
Depois de encontrar o seu armário, relaxe por um tempo. Coloque sua toalha em torno de sua cintura, Certifique-se de ter sempre a sua chave sobre você.
Se o estabelecimento que você esta oferece o serviços de quartos preste atenção na forma como as pessoas esta posicionado dentro dele. Um cara deitado de bruços pode estar dizendo que ele quer ser fodido, enquanto um cara deitado de barriga para cima pode estar olhando para ficar chupado ou foder.
Se o estabelecimento só oferecer  armários você pode fazer o cruzeiro nos corredores e espaços públicos.Você também pode olhar para as cubículos (cabines) com portas abertas. Se tiver alguma cabine vazia você também tem a opção de ficar deixando a porta aberta para sugerir que você está procurando sexo.
As saunas são principalmente sobre sexo. No entanto, eles são mais do que isso. Eles são lugares para relaxar, socializar, trabalhar fora, ou apenas tomar as vistas. Uma maneira de evitar decepção, depressão e frustração se você não encontrar sexo é aproveitar esses outros usos.Infelizmente, alguns de nós nos sentimos pressionados a nos conformarmos com certas normas sexuais. Ir para as saunas não significa que você deve ter relações sexuais com tantos caras como você pode em uma noite, embora não há absolutamente nada de errado com isso se é o que você quer. Seja você mesmo. Não tente ser alguém que você não é.

Higiene do banho
Siga estas orientações se você vai ter relações sexuais em saunas. Muitas destas dicas são boas para outras situações de sexo.
Tome um chuveiro com sabão entre cada parceiro sexual .
Verifique-se regularmente por feridas, erupções cutâneas ou espinhas.
Cubra todas as feridas ou cortes, especialmente as solas dos pés.
Lave as mãos regularmente com água morna e sabão. Evite o uso excessivo de cremes a base de álcool (álcool em gel), pois eles secam a pele, aumentando o risco de pele rachada.
Evite compartilhar toalhas. 
Evite escovar ou usar fio dental em seus dentes pelo menos ½ hora antes do sexo.
Mantenha as mãos longe do nariz, boca, ouvidos, olhos e cabelos.
Cubra sua tossi e espirrar.
Evite a depilação corporal antes de ter contato físico / sexual íntimo com os outros.
Evite o contato íntimo físico / sexual com outras pessoas se tiver uma ferida aberta, corte infectado, tosse ou resfriado.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Encoxado no Ônibus

Logo adianto que não teve boquete nem foda, mas valeu como se fosse mais que um beijão na boca, discretamente e de repente, uma pegação daquelas, no sentido de pegar mesmo, e em pleno busão.

Ainda um pouco sonolento e meio atrasado para uma palestra, peguei um ônibus para o centro e logo avistei um lugar para sentar perto da porta traseira. O busu estava com quase todos os bancos ocupados, o que facilitou o ocorrido, já que todos estavam sentados e, como estávamos ao lado da porta, o que fazíamos com as mãos não dava para ninguém perceber, mesmo fazendo alí, em público (e escondido ao mesmo tempo).

Ainda nem passava por minha cabeça nada parecido, mas é para situar o que foi uma verdadeira pegação discreta. Quando me sentei, reparei de relance que parecia alguém interessante. Um moreno, com barba bem por fazer, nada diferente, a não ser suas pernas que, desde que me sentei (e não tinha mesmo notado), estava meio colada na minha. Ambos com suas mochilas no colo, o que facilitava ainda mais a safadeza que, a partir de então, parecia cada vez mais clara.

Mas, como eu estava no meu quadrado, no meu espaço no banco, fiquei quieto e nem fiz contato visual, nada, vai que era viagem só minha, mas também não arredei o pé. Comecei a perceber então aquela perna que insistia e não desgrudava da minha, vendo também que um clima bem quente estava no ar - a respiração fica diferente, uma adrenalina em ter uma relação íntima (sem aspas) no meio de tudo, entre desconhecidos. Prontamente, cruzei os braços, já na intenção de rolar uma mão-boba, deixando minha mão encostar na região da cintura dele. Mas foi bem mais do que isso.

Sentindo minha mão ali, próxima do pau dele, começou a demonstrar descaradamente (só pra mim, claro) que tava afim de não mesmo parar com nada daquilo, passando agora a mão dele na própria perna para encostar e passar a mão na minha. Passei então a deixar rolar o máximo possível, e começamos uma aperta-aperta daqueles. Apolpávamos as pernas, os braços, até que fechei ainda mais a cruzada de braços, pegando agora numa rôla durinha por debaixo da calça jeans.

Aquele pau pulsava, pedindo para gozar. Uma patolada na mala daquelas, com direito a um belo pacote recheado de pica dura. Despistei um pouco e fiquei até preocupado se estava dando pinta. Mas estava tudo como se planejado pelas estrelas, com o cara agora levando sua mão no meu pau, que também tava duro feito pedra. Tivemos que parar um pouco, pois já se aproximava do centro e as pessoas começavam a desembarcar.


Aproveitei a pausa e peguei meu celular para digitar meu número para ele, que anotou e me deu um toque ali na hora. Demos mais umas apalpadas, agora com aquela cara mas safada, de menino fazendo traquinagem, mas sabíamos que ali nunca a tal coincidência, empatia, ou o tal "momento certo", haja vista que éramos estranhos um ao outro, pudessem proporcionar um encontro do nada tão tesudo, apenas com uma espécie de sexo tântrico ou "essa coisa de pele", cheiro, puro prazer.

Ele começou a pegar a mochila, fazendo-se de que iria descer e, como estava sentado no lado do corredor do ônibus, me levantei, colocando minha mochila tampando minha ereção para os outros passageiros. Ele fazia questão de ver, pedindo com o olhar para tirar a mochila da frente. Discretamente, mostrei o volumão na calça e ele quase virava os olhos de tanto tesão.
Não era ali que eu iria descer, mas, por que não? Descemos juntos e acabamos trocando algumas palavras, de desabafo até, comemorando aquela façanha mais gostosa que acabávamos de fazer. Ele dizia que, quando peguei no pau dele, achou que ia gozar ali no ônibus. Eu então comentei: Nossa, bom de mais! Ele concordava de um jeito também bem sacana, principalmente por saber que tudo aquilo foi, digamos, um segredo nosso (ele disse que era casado e tals), e dos mais quentes da minha vida, mesmo sem rolar sexo propriamente dito. Só sei que fui para palestra rindo feito um virgem voltando de sua primeira noitada.

RELATO ENVIADO POR: ANONIMO

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É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia esse tipo de comportamento. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.

sábado, 21 de janeiro de 2017

Pegando meu Cabeleireiro

Ola pessoal fazia tempo que não acontecia nada na minha vida, mas nessa semana quando menos esperava eis que rolou algo legal. No inicio da semana fui cortar cabelo num cabeleireiro aqui próximo de casa no bairro luizote  já me conhecia a anos e ate estudamos juntos éramos e sempre fomos amigos e ele também sabia da minha opção sexual.
Ele nunca disse nada e sempre disse gostar apenas de mulher, mas aquele dia estava estranho ao chegar no salão ele cortava o cabelo de um cara lindo alto de calça de tactel o que deixava um belo volume a mostra entre suas pernas e eu olhava pelo espelho. Quando o cara levanta pra ir embora socou a mao dentro da calça pra arrumar a rola e eu fiquei olhando o cara riu e foi embora.
Sentei e ele começou a cortar meu cabelo toda hora esfregando o pau em mim, mas estava mole então nem liguei muito, enquanto cortava ficou perguntando se eu curtia mesmo homem e que tinha visto que eu tava olhando o cara e acabou perguntando se eu teria coragem de mamar o cara ali se ele deixasse.
A conversa fluiu em tom de brincadeira ate que ele anuncia que havia terminado seu serviço, me levantei e quando paguei a ele ele deu aquela pegada no pau e eu olhei sem querer. Nessa hora ele olhou pra mim e pergunto na lata se eu queria bater uma pra ele que fazia tempo que não comia ninguém, mas só bater por que ele não era gay. Respondi que sim e ele logo abaixou a porta do salão ficou de pé e eu de joelhos comecei a alisar seu pau ainda dentro do shorts.
Logo a rola morena dele deu sinal de vida e ficou dura era morena ele tinha fartos pelos sacos bem grandes mas o pau era médio, olhei pra cima e vi que ele estava de olhos fechados e não perdi tempo meti a boca na rola dele que só gemeu e falou ¨viado que boca gostosa¨.
Apesar de ser cedo seu pau tinha um gosto meio salgado acho de suor e um cheiro nos pelos de suor, mas que eu gosto, fui mamando ele e mexendo nas bolas  que já estava mais solto e começou um vai e vem gostoso segurando em meu ombros. Peguei suas mãos e coloquei pra segurar minha cabeça e ai sim ele aumenta os movimentos metendo no fundo da minha garganta sem demorar muito gemeu dizendo que ia gozar e assim fez no fundo da minha garganta me fazendo engolir sua porra.


Não disse nada apenas me deu um tapinha nas costas de agradecimento e abriu a porta, entendi e sai indo embora feliz achei que não ia rolar mais nada mas ele já me pergunto quando vou cortar eu cabelo de novo rsrs!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

#AMelhorPegaçãodaMinhaVida! Corrida no parque

Relato enviado por: Anonimo

Na semana passada fui até o parque sbia correr um pouco e ver o que mais poderia rolar além da corridinha, cheguei lá às 9:00 da manhã, o dia estava nublado e frio, o parque não estava muito movimentado e comecei o meu exercício.
Tenho 23 anos, sou moreno, 1.70, 62 kg e estou sempre atento para as possibilidades de levar pica que aparecem, nesse dia estava com um short de corrida bem curto sem cueca e com uma camiseta, assim que cheguei tirei a camiseta, amarrei na cintura e fui correr no meio das trilhas atento aos caras que circulavam por lá e vi um cara branco, alto, magro, aparentando um 25 anos sentado em um banco, passei por ele que me encarou, olhei para trás e vi que ele estava olhando pra mim e apertando a pica sob o short. Dei mais duas voltas no parque e vi esse mesmo cara já numa outra parte sentado na grama, perto de uns arbustos bem altos, ele me olhava, ai fui até onde ele estava, cumprimentei e sentei ao seu lado e vi o volume no seu short, ele foi direto, apertou o pau e perguntou se eu curti e claro que respondi adoro, ele então se levantou e foi para atrás do um arbusto bem alto e cheio e mais rápido me levantei e fui atrás, chegando lá ele já estava abaixando o short e eu já fiquei no meio da pernas dele e comecei a lamber a cabeça daquela rola, era grossa, não muito grande,  mas bem grossa, comecei lambendo a cabeça, desci até chegar nas bolas, chupei uma de cada vez durante um tempo e engoli a pica toda e chupei bastante, ele até deitou na grama enquanto eu chupava o seu pau, depois de um tempo ele sentou e pegou no bolso do seu short uma camisinha e encapou a pica, ai tirei o meu short e ele começou a chupar o meu cú e enfiar um dedo, dois, quando ele viu que entraram três dedos ele começou a meter, eu de quatro e ele de joelho,
 quando a cabeça entrou senti uma dor forte, mas aguentei, ele foi enfiando devagar, quando entrou tudo ele deu um tempo, senti os seu pentelhos na minha bunda e ai ele começou a meter devagar e foi aumentando o ritmo, a dor do inicio virou um prazer maravilhoso depois de um tempo de quatro ele deitou e eu sentei no seu pau e cavalguei bastante até sentir ele gozar, deitei sob o seu peito e ficamos um tempo assim até o seu pau amolecer, ai ele se levantou se vestiu, me deu um beijo no rosto, disse obrigado delícia e saiu, eu dei um tempo me recompus e sai também, já não o vi mais por lá, ai depois desse exercício prazeroso fui embora caminhando.
Já aconteceram outras fodas bem gostosas nesse parque que vou compartilhando com vocês aqui.

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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

#AMelhorPegaçãodaMinhaVida! No Shopping


Certa vez tava louco pra fazer uma putaria e fui rondar um banheiro de um Shopping, me espantei ao ver quem tava exibindo a rola, um antigo colega de trabalho, macho Peludo, barba por fazer, meio ogro, pernudo e rabudo, uns 29 anos , aquele macho cheio de pose de hétero e comedor de boceta. Nao perdi tempo e parei ao lado pra manjar sua rola. Quando ele viu quem eu era, seu antigo colega de trabalho, apesar de nunca ter havido uma conversa entre nós, de fato ele se assustou e saiu fora.
Eu não podia perder tempo, queria ver aquele pau do macho que toquei varias punhetas pensando nele fudendo comigo. Sai apressado atras e vi que ele foi pela saída de emergência, na verdade local ideal pra fazer pegação.
 Na escada ele se deparou comigo tentou disfarçar, mas num súbito tesão e submissão me ajoelhei e ele se aproximou abrindo o zíper, falou que me deixava chupa-lo se eu não contasse pra ninguém, não respondi, apenas meti a mão no seu pau e saquei pra fora. Estava mole porem babão, chupei na hora. Em poucos segundos já estava duro como pedra na minha boca. Era uns 19cm branquinho   com a cabeça rosada que pulsava na minha boca. Suas mãos seguravam minha cabeça, me afogando contra seu pau que estava todo molhado com minha saliva juntando com sua baba natural e minha saliva, minha boca estava encharcada com sabor de rola. Mamei suas bolas, deixando ele todo salivado. Passei minhas mãos pelo seu corpo, barriga e peito bem peludos enquanto ele pedia pra nao parar de chupar e ficar olhando pra ele. Macho puto!
Desci sua calça, cheirei sua cueca branca com todo meu tesao e voltei a mamar suas bolas. Na verdade meu desejo por ele era tanto que eu queria lamber mais afundo. Ele percebeu e perguntou se queria lamber o rabo dele, exatamente dessa forma.
Respondi que sim e perguntei se ele gostava. Ele rapidamente se virou se apoiando na parede bem empinado e me pegou pelo cabelo me puxando contra sua bunda, mal tive tempo de admirar seu rego e ja estava com aquela bunda toda na minha cara. Era uma bunda grandinha branquinha com pêlos ralos dourados, mas ao redor do buraquinho com alguns pentelhos grandes e muito gostoso de lamber. Um cu cheiroso e bem lavado bom pra meter a lingua com muito tesao. Eu lambia como um cachorro sedento. Meu maxilar latejava de tanto movimentar a lingua. Ele transpirava e me cara ficou toda molhada. Enquanto o cunetava,
chupava seu pau por tras de baixo pra cima passando pelo saco ate cheva no cu, ficando nesse ritual por um bom tempo. Nao resisti e meti o dedo no cu que pra minha surpresa entrou sem dificuldade e com toda aprovaçao dele. Tentei levantar pra meter meu pau dentro num subito tesao e vontade de fuder, mas ele disse que gostava de dedada e nao de piroca no cu, pois dar cu é coisa de viado (nao entendi, mas relevei. Esses "heteros" sao sem noção)
Mas nao resisti e disse queria dar pra ele entao.
-você que me da seu viadinho safado? Vai deixar eu meter minha rola dentro de vc? Abaixa a calça e abre a bunda!
Foi o que ele me ordenou a fazer, e assim fiz com toda minha obediência
Dei muito meu cu pra ele! Agarrei no corrimão da escada com força enquanto sua mão agarrava minha cintura me apertando.
Eu senti meu cu arder, suas socadas de rola eram tao fortes que eu sentia seu saco pentelhudo bater na minha bunda. Sentia uma dor intensa, mas muito boa ao ponto de querer que doesse mais. Foi frenético, a qualquer momento poderia passar alguém por ali e não daria pra gozar. Comecei a gemer e pedir pra gente gozar juntinho, e ele começou a gemer também. Meu pau latejava até que jorrei leite pelas escadas. Senti que ele iria fazer o mesmo e rapidamente me pus na posição de submisso a ele. Abri a boca e levei socadas de piroca na garganta, me esforçava em chupar, respirar e não me engasgar, minha boca e garganta doíam, mais até que o cu, ele metia na minha guela com tanta força e brutalidade que me deixava ate assustado com tamanha força. Ele foi se contorcendo e agarrou minha cabeça e senti seu pau contrair na minha garganta jorrando leite a fundo. Todo leitinho direto guela abaixo. Mal senti o gosto,
apenas senti o leite descer a dentro. Nos ajeitamos rápido e antes dele ir disse que foi um foda e tanto. Seu corpo ainda suado e ofegante exalava sexo. Dei mais uma chupada como chupada de despedida e o deixei sequinho levei uns tapinhas na cara e ele vendo que gostei deu um ultimo com tanta força que ardeu a cara na hora ao ponto de ficar vermelho por um tempo, mas amei.
Ele se foi e Eu fiquei ali na escada absorvendo todas informaçoes de como foi dar o cu pra um machao que sempre desejei.
espero reencontra-lo

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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

#AMelhorPegaçãodaMinhaVida! Pegação no parque

Relato enviado por: Rick Pass

Hoje cheguei em casa cansadão do trampo dormi um pouco e acordei a tardezinha com uma vontade louca de mamar uma rola bem gostosa e quem sabe dar meu cuzinho bem gostoso, entrei no bate papo uol mais nada tinha de interessante, resolvi então ir no parque sabia onde a pegação rola solta, tomei meu banho raspei o cuzinho deixando ele lisinho e fui rumo a putaria.
Quando cheguei lá tinha homens de todos os tipos para todos os gosto na trilha meu pau ficou duro na hora, resolvi ir a caça, muitos olhares muitas piscadas e em meio aos olhares achei um carinha delicioso sem camisa bermuda preta encostado na arvore fumando um cigarro e pegando no pau, ai eu não resistir e fui lá passei por ele já pegando na sua rola que de imediato me respondeu
 ai começou a festa bati uma punheta gostosa, quando o pau dele estava bem duro chamei ele pra um banco foi ele se sentar e eu começar um boquete delicioso mamei muito ele adoro mamar uma rola gostosa e a dele era espetacular nisso começou a juntar curiosos ao nosso redor e não estávamos nem ai eu só queria era chupar meu gato gostoso colocava a rola dele todinha na boca ate entalar lambia a cabeça olhava os outros ao redor a mamava com mais vontade aquela delicia de rola
foi quando ele estremeceu e gozou gostoso na minha boca onde não desperdicei nada assim que gozou nos despedimos quando um se foi já vem outro cara delicioso com pica pra fora eu que não sou de rejeitar nada mamei bem gostoso ate ganhar mais leitinho já estava com a minha boca dormente assim que bebi o leitinho delicioso pela segunda vez resolvi ir embora pois já estava tarde, mais ainda to com vontade de dar meu cuzinho bem gostoso.


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domingo, 18 de dezembro de 2016

Pegação em banheiro público: "onde houver gay, haverá banheirão"

Era uma tarde de sábado quando Jorge Camargo*, 30 anos, e Francisco foram ao cinema em um shopping paulistano. Chegaram pouco antes, compraram os ingressos e conversaram um tempo na cafeteria. Jorge sentiu vontade de ir ao banheiro. Francisco esperou.
Lá dentro, Camargo fez o de costume e aproveitou para lavar o rosto e arrumar o cabelo - e algo inesperado aconteceu. "Percebi, pelo espelho, que um cara de óculos estava me encarando do mictório. Devolvi o olhar - e aí ele me mostrou um pau enorme!".


Se Jorge ficou tentado? "Não vou mentir. Fiquei - mas desistimos porque, além de eu estar acompanhado, houve um barulho na porta e um segurança do lado de fora". Hoje, o mesmo banheiro exibe uma placa onde se lê "A prática de ato obsceno em lugar público, aberto ou exposto ao público, é passível de pena de detenção de três meses a um ano". O artigo é o 233 do Código Penal.


Não é o único que pode dar cadeia. "Há o artigo 214 - atentado violento ao pudor, por exemplo, ou o 218, de corrupção de menores. Tudo depende da situação fática. Eram dois homens? Era perto de escola? Havia um maior e um menor?", explica o advogado José Louis Fonseca, 27.


Na verdade, não era a primeira vez que Jorge se via cara a cara com a "linha banheirão", como se diz popularmente: "Ia muito num banheiro público de praça, mas depois a Guarda Civil começou a baixar e parei".


O motivo? "Uma vez, vi muita coisa num shopping da Zona Leste. O chão era de mármore preto, e dava pra ver tudo que acontecia na outra cabine! Mas sempre tive medo de ser pego por guarda, segurança".


Maurício Stefano*, 26, foi pego. Do banheirão, ele seguiu com o ficante para a escada de incêndio de um shopping na Zona Norte: "Ele fugiu pro andar de cima. Os seguranças me acompanharam até a porta, pediram meu RG [...], anotaram e disseram que eu só voltasse se fosse fazer compras".

"Primeiro, é preciso definir banheirão", analisa o jornalista Deco Ribeiro, 36. "É apenas sexo no banheiro, ou envolve toda a pegação, o olhar, mostrar o pinto, a masturbação mútua, o convite pra cabine? E vale banheiro de boate ou só banheiros mais sérios, como de shoppings ou parques? Eu considero banheirão a segunda opção [...], e, nesse caso, nunca rolou. Sou muito medroso...".


Desconforto, violência, DSTs, fidelidade no namoro ou a simples falta de interesse também estão entre as razões da galera que largou ou nunca praticou o "esporte". "Não digo que nunca vou fazer, mas não me diz nada", declara o analista de sistemas Renato Barbosa*, 47. "Notei que as pessoas que praticam isso são potencialmente portadoras de doenças venéreas", diz o administrador José Vieira*, 25.


"Comecei no banheirão", conta o radialista Ricardo Zaragoza*, 33. "Já ia equipado com gel e camisinha, embora rolasse um bareback ferrado lá. Oral, naquele tempo, tudo sem preservativo. Gozar na boca e o cara engolir era normal. Hoje, não sei. Comecei a namorar, cur-to fidelidade... e passei a ser mais consciente".


O estudante Rafael Garrido*, 19, foi vítima de violência. "Estava numa cabine [...]. Espiei um cara, e ele parecia estar se oferecendo. Passei a mão na perna dele. Ele ficou muito puto. Quando saí da cabine, estava me esperando com uns amigos e deu uns tapas no meu rosto", mas, Garrido não se deixou abater: "a sensação que tenho é a de que, desde pequeno, eu já via o banheiro como um local potencialmente sexual".



Meninos, eu vi!
Era uma quarta-feira, 22h30. O repórter que vos escreve segue em direção ao banheiro abaixo do nível da rua e do terminal de ônibus anexo. Há dois mictórios, duas pias para lavar a mão, quatro cabines e um zelador. A movimentação de homens é incomum.

Um deles, de barriguinha, mochila nas costas, calça azul e camisa social, está claramente "caçando": balança o pênis várias vezes depois de "urinar". Há também outros "caçadores". Eles permanecem às portas das cabines - uma delas, por sinal, já ocupada por quatro pés - e esperam. Um deles carrega uma maleta.


O homem de calça azul vai à pia e lava as mãos demoradamente até outro rapaz, de calça preta, ir ao mictório. É a deixa para o primeiro voltar e, de olho no outro, reiniciar o balanço peniano.


Percebo que o de calça preta não lhe dá chance, mas ele não chega a recolher o membro. Um rapaz alto, de boné e "jeito de boy" toma o lugar do outro. Em segundos, a mão vai ao pênis que balança. Decido sair.


Lá fora, depois de alguns minutos, percebo que o zelador deixou o banheiro e espera do lado de fora (!). Volto a entrar. Os caçadores se revezam e dominam o ambiente. São diferentes no tipo físico, na roupa, na idade. O boy agora está à porta de uma cabine. O da maleta, também. O de calça azul retoma a rotina de balançar a genitália.


Esse banheirão, que não foi o único observado por mim, fica anexo a uma conhecida estação de metrô e é paradigmático em muitos pontos.


É o caso das práticas - por ordem de frequência: masturbação mútua, sexo oral e penetração - e variedade de personagens. "Já vi todo tipo de gente, de idade, de condição financeira, de aparência", diz o estudante Garrido. "Varia de acordo com o lugar em que você está. Em um shopping na região da Avenida Paulista, há caras mais abastados".


O psicólogo e terapeuta sexual João Pedrosa, 50, comenta essa estratificação: "os frequentadores dos banheirões públicos ao ar livre são de origem proletária [...]. Já nos centros comerciais (shoppings), são de classe média".


O fato, porém, é que há banheirão para todos. "Simplesmente, [...] existe em todos os lugares do mundo", diz o psiquiatra Bernardo de Gregório, 44.




Outro paradigma é a forma de comunicação. "Por causa do risco, a comunicação tende a ser não-verbal e o mais discreta possível", diz de Gregório - e, vale dizer, as técnicas de abordagem podem ser bastante similares.

"O mais comum é usar o mictório como vitrine, onde se exibe o membro ereto, e a troca de olhares, que leva [...] à cabine. Quando há reservados dos dois lados, quem está a fim fica com a porta entreaberta e mostra o dote; quem gosta entra. Já para a rejeição, é simples: sai-se de onde está, ou põe-se o pau dentro da calça", explica Lukas Andrade*, 24, que se declara com ampla experiência no assunto.


"Quando os homens estão a fim, eles endurecem o pau; outros balançam, se aproximam, falam alguma coisa como tá afim? ou simplesmente chupa!. Eu olho pro cara, olho pro pau. Se ele não esboçar reação contrária, me aproximo e meto a mão!", conta o funcionário público Daniel Costa*, 49.


"As piscadas e passadas de língua nos lábios funcionam muito bem [...]. Também acho legal olhar a bunda do cara ou alguma característica diferente, como uma tatuagem, para ele se sentir desejado", diz Rafael Garrido.




Razão e sensibilidade
No entanto, além da diversidade e das técnicas, está o óbvio: em coro com o próprio Rafael, muitos vêem o banheiro com "olhos sexuais" e concordam que vale a penar correr os riscos. Por quê? "Para se saciarem sexualmente de forma anônima sem estabelecer vínculo", responde João Pedrosa. É dele a expressão que abre esta reportagem. O psicólogo explica que "onde houver gays, haverá banheirão" porque "vivemos num mundo homofóbico".

"Todo grupo social que é perseguido desenvolve estratégias de sobrevivência", prossegue o terapeuta. "Foi uma forma que os gays encontraram para fazer sexo ou se excitarem sexualmente, já que não têm liberdade de exercer livremente sua sexualidade. É um contra-controle exercido pelos gays em resposta ao controle exercido pelas agências que reprimem a prática homossexual: governo, religião, educação, dentre outras".


Ricardo Rocha conhece esse contra-controle. Hoje com 59 anos e fora do circuito dos mictórios, ele começou a freqüentar banheirões "ainda na ditadura militar". Ricardo explica que "não existia patrulhamentos em cima da promiscuidade. Isso começou apenas quando o gay resolveu se inserir na sociedade heterossexista e comprou todos os valores dela [...]. A ideia, entre os militantes da época, era que podíamos criar uma nova sociedade".




O principal motivo para "fazer banheirão" é mesmo a busca pelo sexo anônimo, de acordo com nossos entrevistados. Mas, como se vê, o porquê dela comporta diferentes razões. O analista de RH Luís Amaral*, 25, cita o aspecto financeiro: "em muitos casos, as pessoas fazem por não ter grana e nem local privado".


A própria resposta à homofobia pode variar e ir da atitude libertária a problemas de autoaceitação. "Ainda que seja uma generalização, pode-se dizer que tal prática acaba sendo mais comum para pessoas que não assumem totalmente sua própria sexualidade", diz de Gregório.


Lukas Andrade concorda: "Grande parte dos homens [...] é casada e mantém o lado homossexual apenas dentro dos banheiros". O rapaz, no entanto, comenta duas outras motivações: a iniciação sexual e o fetiche. "É uma forma que muitos encontram de descobrir o sexo entre homens [...], mas tem uma grande parte [...] que é de gays bem-resolvidos que curtem o sexo anônimo, descompromissado".


É o caso de Daniel Costa. "Já passei por algumas situações, como você estar no reservado, alguém te pegar chupando [...]. Com um amigo, a polícia chutou a porta. Acho que o que me deixa excitado é exatamente esse risco. Sexo rápido, quase sempre oral, e o risco de chegar alguém". E você, já tem seus motivos?




Marketing pessoal
Quem nunca se perguntou se alguém liga para os números de telefone ou MSN dos recados que oferecem sexo gay nas portas e paredes dos banheiros? Fui verificar.

Cheguei a adicionar um MSN e ligar para um telefone. Na Web, o "Deus Grego" (pseudônimo) se descrevia como ativo, 23 anos, corpo definido. Manteve contato por algumas tecladas - mas sumiu depois que falei da reportagem.


No telefone, mais sorte: marquei entrevista! Emerson Correa*, 36 anos, manteve um relacionamento estável de 15, é garoto de programa há três e usa as portas como propaganda. Funciona? "Escrevo em vários banheiros! Recebo umas 15, 20 ligações por semana vindas de lá". Quem diria...






Tio da limpeza
Guardas, seguranças e até policiais cada vez mais fazem parte da paisagem do banheirão. "Hoje em dia, os banheiros públicos são pagos, e os privados são cheios de seguranças. Os estabelecimentos aumentaram demais o cuidado nesse sentido", diz Ricardo Zaragoza.

As "figuras repressoras" mais presentes, no entanto, são os zeladores e faxineiros. "Quase sempre tem alguém. Nos shoppings, os seguranças praticamente fazem uma ronda. Nos metrôs, os faxineiros costumam fazer barulho, limpando tudo", conta Rafael Garrido.




"Nos banheiros de praça, sempre há os zeladores: alguns, mais tolerantes; outros, nem tanto, mas aqui, na região, há um em especial que é extremamente liberal. Já transei com ele umas três vezes", conta Daniel Costa, demonstrando que nem sempre a coisa funciona como se espera.






É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia esse tipo de comportamento. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.

domingo, 1 de maio de 2016

#AMelhorPegaçãodaMinhaVida! Minha Primeira vez no banheirão

Sempre ouvia falar sobre banheirão, mas nunca tinha coragem/oportunidade de fazer.
Certo dia, estava em um shopping, resolvi dar uma mijada, entrei no banheiro e ja tinha um cara alto, forte e louro mijando. Fui ao mictório próximo a ele e tirei meu pau pra fora e comecei a mijar, percebia que o cara me olhava de vez em quando, e resolvi retribuir o olhar.
Foi ai que percebi sua mão fazendo o movimento de punheta... Na hora me deu um tesão do caralho e meu pau começou a ficar duro, ele deu um passo para tras e vi aquele cacete grosso, veiudo e durasso. Ele percebeu que eu estava meio nervoso e deu um sorriso safado.
Nessa hora entrou 2 caras, guardei meu pau ja todo babado e fui lavar a mão.
Fiquei na pia lavando a mão e fingindo arrumar o cabelo. Quando os 2 caras saíram, aquele macho gostoso veio até mim e perguntou:
- E ai, ta afim de uma putaria? Com uma voz de macho e segundo sua mala volumosa.
Na hora respondi:
- Claro, onde?
Ele simplemente foi me empurrando para a cabine mais do fundo, trancou a porta e começou a me beijar. Só sentia aquela rola esfregando em mim... Sentia um tesão e medo de alguém entrar... Uma adrenalina do caralho!!
Quando percebi ele ja estava com as calças abaixada e empurrando minha cabeça para baixo para chupa-lo, sem pensar duas vezes engoli aquela rola inteira e sentia cada latejada!
No meio daquela adrenalina entrava alguém no banheiro, mas ele pedia apenas para ficar quieto e tranquilo, mas continuava sempre engolindo aquela rola. Ele puxava meu cabelo fazendo o movimento de vai e vem (Que me deixa louco)
Eu ja estava com as calças abaixada me acabando na punheta.
Sentia sua respiração aumentar, de repente senti aquele leite quente banhar minha boca... Nunca tinha deixado ninguém gozar na minha boca, mas aquele macho gostoso e aquela adrenalina me excitou tanto que engoli toda aquela porra quente... Com o gosto de porra ainda na minha boca, ele me levantou, me virou de costas e começou a esfregar aquela rola no me cu, em segundos gozei jatos de porra na parede!
Respirei um pouco para recuperar o folego, e em seguida levantei minha calça, nos beijamos mais um pouco, lavei a mão, a boca e saímos do banheiro.

Foi a primeira vez que tinha feito aquilo... Hoje em dia morro de tesão de transar em lugares incomuns...

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É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia esse tipo de comportamento. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

#AMelhorPegaçãodaMinhaVida! No Parque

Aqui em Uberlândia existe um parque público chamado parque sabia. É um local legal pra passear e encontrar os amigos, além de existirem trilhas na mata onde o pessoal curte uma pegação.
Naquele dia eu estava com vontade de curtir uma boa putaria, então fui ao parque já na parte da tarde por volta das 18:30, sendo que o parque só fechar as 22: 00 daria tempo pra passear e procurar uma diversão com algum carinha legal.
Cheguei como de costume e fui andando para os fundo do parque onde ficam as áreas de mata e as trilhas, logo depois dos quiosques e banheiro
Fiquei andando daqui pra la,de la pra ca e entrei na trilha enfrente o lago, Após um tempo começou a chegar alguns caras para ""pegação"".
Passava vários caras, alguns até bonitos,mas a maioria era composto de passivos.Fiquei ali,na minha, só aguardando o momento em que surgisse um cara gostoso e ativo do jeito que eu gosto. Eu curto caras pauzudos,mas não levo em conta apenas esse ""detalhe"",para mim o papo,a pegada e outras coisinhas também são levadas em consideração.Tenho 1:84 de altura,sou moreno,76k,malhado e passivo e aprecio quando o cara tem um porte físico que me faça me sentir pequeno em seus braços.Foi caindo a noite e mais carinhas surgiam pela penumbra que se formava. Foi quando o Valter apareceu um pouco distante.Quando vi aquele homem se aproximando por detrás das folhagens das arvores estremeci.Era um ""Deus grego""em forma humana.1,94 de altura,cabelos levemente grisalhos e um porte físico compatível com sua altura.Ele passou por mim e deu aquela pegada no pau que é um sinal claro entre os gays quando eles estão a fim de você,Entendi a mensagem na hora e fui logo passando a mão no meu pau que estava duro só de ver o Valter.Ele foi caminhando em direção ao fundo do parque bem próximo,onde poucas pessoas passam ao anoitecer.Eu fui seguindo e de imediato ja fui tirando minha camiseta,pois tenho um corpo definido e minha cintura é fina.Não é por nada não,mas minha bunda é muito redondinha e durinha,o que deixa os caras doidos,então procuro logo de cara explorar minhas virtudes quando estou com um cara tesudo.E o Valter era muito gostoso.Chegamos no fundo do parque e ele ja foi tirando o pau pra fora da calça,que pau era aquele,uns 21cm de rola duraça ali na minha frente.Não dissemos nada,ele já foi colocando a mão em minha cabeça e conduzindo em direção ao seu pau.Segui sua orientações.como todo passivo,e cai de boca naquele pau gostoso.Era grosso e carnudo e logo ele estava todo deslisante de saliva.Valter conduzia minha cabeça num vai e vem frenético,devagar e logo em seguida tão rápido que eu sentia falta de ar.Mas tenho muita experiencia num boquete e dificilmente alguém me faz engasgar.Depois de muita rola na garganta,levantei e perguntei ""Você curte meter""?.Ele disse que sim,só dai ouvi sua voz,e que voz,tão grave que meu ouvido parecia estar ouvindo um Tenor!!Peguei um camisinha e dei para ele colocar,mas o pau era tão firme que a camisinha parecia pequena,e era realmente,ele foi de vagar e colocou direitinho.Daí ele disse,""Empina esta bundinha pra mim"!!Virei,empinei e senti aquela cabeça do pau sendo introduzida dentro do meu cú.

Que loucura foi aquele momento,me sentia sendo rasgado de tanto tesão que estava concentrado no pau do Valter.Ele começou aquele entra e sai devagar,depois foi acelerando e gemendo.Eu,louco de tesão dizia pra foder com tudo,falava que queria sentir ele me estocar até sentir o saco roçar minha bunda,e ele atendia minha vontade.Começou a hurrar de tesão,eu ouvia sua virilha estalar em minhas nádegas,era a realização.Ele disse que estava para gozar,mas queria gozar em minha cara,então consenti,afinal o cara era muito gostoso,tinha me dado uma sensação que a muito não sentia.Ele tirou o pau de dentro do meu cú,retirou a camisinha e começou a bater uma punheta rapida bem na minha cara. Derrepente ele parou e apontou o pau em minha direção.Não deu mais pra segurar,um jato poderoso de porra começou a sair daquele pau,veio um, dois, três jatos fortes em minha cara.Foi tanta porra que começou a escorrer,retirei um lenço de papel que estava previamente em meu bolso e comecei a retirar o excesso.Mas o pau ainda estava ali já meio relaxado e eu olhei para ele e cai de boca,pois queria até a ultima gota de porra daquele pau.Enquanto sugava o que sobrou,bati uma punheta rápida e gozei.Nos recompomos e caminhamos em direção a saída do parque.O Valter disse que adorou minha bunda e que gostaria de repetir outras vezes.Disse que só poderia ser nos fins de semana e eu concordei.Então eu passei a sair sempre mais cedo para o serviço e dou uma passada no parque para ver se encontro o Valter.E quando encontro....vocês ja podem imaginar o que acontece!!!

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É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia esse tipo de comportamento. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.

domingo, 13 de dezembro de 2015

#AMelhorPegaçãodaMinhaVida! Minha primeira vez em Banheirão

Autor: boy22

Sempre ouvia falar sobre banheirão, mas nunca tinha coragem/oportunidade de fazer.
Certo dia, fui sozinho em um shopping, resolvi dar uma mijada, entrei no banheiro e ja tinha um cara alto, forte e louro mijando. Fui ao mictório próximo a ele e tirei meu pau pra fora e comecei a mijar, percebia que o cara me olhava de vez em quando, e resolvi retribuir o olhar.
Foi ai que percebi sua mão fazendo o movimento de punheta... Na hora me deu um tesão do caralho e meu pau começou a ficar duro, ele deu um passo para trás e vi aquele cacete grosso, veiudo e durasso.
Ele percebeu que eu estava meio nervoso e deu um sorriso safado.
Nessa hora entrou 2 caras, guardei meu pau ja todo babado e fui lavar a mão.
Fiquei na pia lavando a mão e fingindo arrumar o cabelo. Quando os 2 caras saíram, aquele macho gostoso veio até mim e perguntou:
- E ai, ta afim de uma putaria? Com uma voz de macho e segundo sua mala volumosa.
Na hora respondi:
- Claro, onde?
Ele simplesmente foi me empurrando para a cabine mais do fundo, trancou a porta e começou a me beijar. Só sentia aquela rola esfregando em mim... Sentia um tesão e medo de alguém entrar... Uma adrenalina do caralho!!
Quando percebi ele ja estava com as calças abaixada e empurrando minha cabeça para baixo para chupa-lo, sem pensar duas vezes engoli aquela rola inteira e sentia cada latejada!
No meio daquela adrenalina entrava alguém no banheiro, mas ele pedia apenas para ficar quieto e tranquilo, mas continuava sempre engolindo aquela rola. Ele puxava meu cabelo fazendo o movimento de vai e vem (Que me deixa louco)
Eu ja estava com as calças abaixada me acabando na punheta.
Sentia sua respiração aumentar, de repente senti aquele leite quente banhar minha boca... Nunca tinha deixado ninguém gozar na minha boca, mas aquele macho gostoso e aquela adrenalina me excitou tanto que engoli toda aquela porra quente... Com o gosto de porra ainda na minha boca, ele me levantou, me virou de costas e começou a esfregar aquela rola no me cu, em segundos gozei jatos de porra na parede!
Respirei um pouco para recuperar o folego, e em seguida levantei minha calça, nos beijamos mais um pouco, lavei a mão, a boca e saímos do banheiro.

Foi a primeira vez que tinha feito aquilo... Hoje em dia morro de tesão de transar em lugares incomuns...

ENVIE TAMBEM SUA HISTORIA PRA GENTE SEGREDOSGLSUDIA@GMAIL.COM

É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia esse tipo de comportamento. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.