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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

#Relato: No Banheirão

OLA PESSOAL SOU NOVO POR AQUI E AGORA IREI POSTAR O MEU PRIMEIRO RELATO QUE ACONTECEU COMIGO NA SEMANA PASSADA DIA 23/01. FAREI UMA BREVE APRESENTAÇÃO DE MINHAS CARACTERÍSTICAS, SOU MORENO CLARO,1,72 DE ALTURA, 74 QUILOS, OLHOS CASTANHOS, NÃO SOU SARADO E NEM GORDO, ME SINTO ATÉ GOSTOSINHO.KKKKKK
ENTÃO VAMOS AO CONTO....
TRABALHO EM ARAGUARI UMA CIDADEZINHA PRÓXIMO A UBERLÂNDIA NO INTERIOR DE MINAS GERAIS, SAI DO TRABALHO NO HORÁRIO HABITUAL E RESOLVI PASSAR PELO CENTRO DE ARAGUARI PARA PODER CAÇAR PUTARIA NO ÚNICO BANHEIRO PUBLICO QUE FICA ABERTO NA CIDADE, AO CHEGAR NO BANHEIRO ENTREI E NOTEI QUE O MOVIMENTO ESTAVA MUITO FRACO E QUANDO JÁ IA SAINDO ENTROU UM RAPAZ APARENTEMENTE COM SEUS 27 ANOS , MAGRO , BRANCO E SEM TREJEITOS DE VIADO, JÁ FIQUEI ACESSO E QUIS FICAR MAIS UM POUCO NO BANHEIRO FOI QUANDO PERCEBI QUE O RAPAZ COMEÇOU A ME OLHAR E EU ENTÃO COMECEI A RETRIBUIR OS OLHARES, DE REPENTE O RAPAZ ABRE O ZÍPER DA CALÇA
E SACA UMA ROLA MUITO LINDA GRANDE E GROSSA DE APROXIMADAMENTE UNS 19 CM E COMEÇA A TOCAR UMA PUNHETA E CONTINUA ME OLHANDO, E ENTÃO EU RESOLVO ENTRAR NO RESERVADO E O CONVIDO PARA ENTRAR COM GESTO E DE IMEDIATO ELE ACEITA O CONVITE, QUANDO ESTÁVAMOS DENTRO DO RESERVADO COMECEI A BATER UMA PUNHETA DE LEVE PRA ELE E ELE COMEÇOU A GEMER BAIXINHO E EU ALI MORRENDO DE TESÃO E COM MUITO MEDO DE ALGUÉM ME SURPREENDER DENTRO DO BANHEIRO COM OUTRO CARA, NÃO AGUENTANDO MAIS CAI DE BOCA NO CACETE DO RAPAZ E QUASE QUE O PAU
DELE NÃO CABIA NA BOCA, MAIS COMO SOU UM BOM BRASILEIRO E NUNCA DESISTO COLOQUEI TODO O PAU DELE DENTRO DA MINHA BOCA QUE ATÉ SENTI A PASSAR PELA MINHA GARGANTA, FIQUEI CHUPANDO ELE POR UNS 10 MINUTOS MAIS OU MENOS E SENTI O PAU DELE COMEÇAR A INCHAR NA MINHA BOCA E A RESPIRAÇÃO DELE FICA MAIS OFEGANTE , RAPIDAMENTE TIRO O PAU DELE DA BOCA E COMEÇO A BATER UMA PUNHETA PRA ELE E NÃO DEMORA MUITO ELE GOZA EM ABUNDÂNCIA NA MINHA MÃO. VI QUE ELE FICOU DE PERNAS BAMBAS E LOGO NOS RECOMPOMOS E VERIFICAMOS QUE NÃO HAVIA MAIS NINGUÉM E SAÍMOS RAPIDAMENTE SEM TROCAR NENHUMA PALAVRA. DEPOIS DESSE DISSO O ENCONTREI NOVAMENTE NO BANHEIRO, MAIS FICA PARA O PRÓXIMO CONTO....




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É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia a pratica de sexo em locais publicos. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Cruzeiro do sexo - Saunas


As saunas são usados ​​por muitas razões. Enquanto a maioria dos rapazes vão lá para o sexo, outros também vão lá para relaxar, para conhecer outros homens socialmente, para exercer e explorar vários aspectos de sua sexualidade. Há também muitas razões de muitos não irem para tomar uma sauna. Infelizmente, alguns deles são baseados em percepções errôneas e medos infundados:


MITO: Apenas caras HIV-positivas vão para as saunas.
FATO: Homens HIV positivos e HIV-negativos vão as saunas. Indivíduos que não sabem o seu estado

MITO: É nas saunas que as pessoas contraem o HIV ou outras DSTs.
FATO: As pessoas recebem HIV e DST por todo o lugar.

MITO: As pessoas que vão as saunas são mais "promíscuas".
FATO: As pessoas que vão as saunas não têm necessariamente parceiros sexuais mais casuais.

Chilli Pepper BH
Sobre o espaço
Você entra em um lobby de entrada onde você paga para entrar.
Em algumas saunas você pode alugar um quarto / cubículo ou um armário.
E outras cobram apenas uma taxa de entrada que te dara direito a um armario
Uma vez que você paga, o atendente vai te dar a chave do armário que normalmente tem um elástico ligado a ele para que você possa manter sua chave em torno de seu pulso, braço ou tornozelo. Ele também vai entregar uma toalha limpa. A maioria dos locais lhe dará um preservativo gratuito. Alguns lugares terão livre preservativos disponíveis basta perguntar a uma pessoa de pessoal onde estão se você não pode ver qualquer

O ambiente
As saunas são normalmente definidos como um labirinto de corredores, quartos / cubículos, salas públicas escuras, e chuveiro público e áreas de banho e também saunas molhadas e secas, salas de revistas, salas de vídeo pornô, redemoinhos, outros espaços de jogo sexual interessante e salas de relaxamento não-sexual. Se é a sua primeira vez na sauna, procure um mapa na parede para localizar seu armário ou quarto (se a casa tiver esses serviços), ou pedir uma pessoa  para obter ajuda. Pode demorar um pouco para se orientar, mas isso pode ser parte da diversão.

Entre as paredes dos cubiculos geralmente não atingem o teto, então o som viaja entre os corredores, aumentando a atmosfera sexualizada, mas também dando-lhe menos privacidade. Indivíduos usam salas públicas escuras para sexo em grupo ou sexo na frente de outras pessoas. Estes espaços podem às vezes ser muito escuro assim que tenha cuidado para não bater em uma parede!

As saunas criam atmosferas diferentes e atraem às vezes tipos específicos dos indivíduos. Explore as saunas para encontrar aqueles em que você está confortável. Muitos têm sites onde você pode ver as instalações antes de você realmente ir para elas.

A experiência
Depois de encontrar o seu armário, relaxe por um tempo. Coloque sua toalha em torno de sua cintura, Certifique-se de ter sempre a sua chave sobre você.
Se o estabelecimento que você esta oferece o serviços de quartos preste atenção na forma como as pessoas esta posicionado dentro dele. Um cara deitado de bruços pode estar dizendo que ele quer ser fodido, enquanto um cara deitado de barriga para cima pode estar olhando para ficar chupado ou foder.
Se o estabelecimento só oferecer  armários você pode fazer o cruzeiro nos corredores e espaços públicos.Você também pode olhar para as cubículos (cabines) com portas abertas. Se tiver alguma cabine vazia você também tem a opção de ficar deixando a porta aberta para sugerir que você está procurando sexo.
As saunas são principalmente sobre sexo. No entanto, eles são mais do que isso. Eles são lugares para relaxar, socializar, trabalhar fora, ou apenas tomar as vistas. Uma maneira de evitar decepção, depressão e frustração se você não encontrar sexo é aproveitar esses outros usos.Infelizmente, alguns de nós nos sentimos pressionados a nos conformarmos com certas normas sexuais. Ir para as saunas não significa que você deve ter relações sexuais com tantos caras como você pode em uma noite, embora não há absolutamente nada de errado com isso se é o que você quer. Seja você mesmo. Não tente ser alguém que você não é.

Higiene do banho
Siga estas orientações se você vai ter relações sexuais em saunas. Muitas destas dicas são boas para outras situações de sexo.
Tome um chuveiro com sabão entre cada parceiro sexual .
Verifique-se regularmente por feridas, erupções cutâneas ou espinhas.
Cubra todas as feridas ou cortes, especialmente as solas dos pés.
Lave as mãos regularmente com água morna e sabão. Evite o uso excessivo de cremes a base de álcool (álcool em gel), pois eles secam a pele, aumentando o risco de pele rachada.
Evite compartilhar toalhas. 
Evite escovar ou usar fio dental em seus dentes pelo menos ½ hora antes do sexo.
Mantenha as mãos longe do nariz, boca, ouvidos, olhos e cabelos.
Cubra sua tossi e espirrar.
Evite a depilação corporal antes de ter contato físico / sexual íntimo com os outros.
Evite o contato íntimo físico / sexual com outras pessoas se tiver uma ferida aberta, corte infectado, tosse ou resfriado.

domingo, 18 de dezembro de 2016

Pegação em banheiro público: "onde houver gay, haverá banheirão"

Era uma tarde de sábado quando Jorge Camargo*, 30 anos, e Francisco foram ao cinema em um shopping paulistano. Chegaram pouco antes, compraram os ingressos e conversaram um tempo na cafeteria. Jorge sentiu vontade de ir ao banheiro. Francisco esperou.
Lá dentro, Camargo fez o de costume e aproveitou para lavar o rosto e arrumar o cabelo - e algo inesperado aconteceu. "Percebi, pelo espelho, que um cara de óculos estava me encarando do mictório. Devolvi o olhar - e aí ele me mostrou um pau enorme!".


Se Jorge ficou tentado? "Não vou mentir. Fiquei - mas desistimos porque, além de eu estar acompanhado, houve um barulho na porta e um segurança do lado de fora". Hoje, o mesmo banheiro exibe uma placa onde se lê "A prática de ato obsceno em lugar público, aberto ou exposto ao público, é passível de pena de detenção de três meses a um ano". O artigo é o 233 do Código Penal.


Não é o único que pode dar cadeia. "Há o artigo 214 - atentado violento ao pudor, por exemplo, ou o 218, de corrupção de menores. Tudo depende da situação fática. Eram dois homens? Era perto de escola? Havia um maior e um menor?", explica o advogado José Louis Fonseca, 27.


Na verdade, não era a primeira vez que Jorge se via cara a cara com a "linha banheirão", como se diz popularmente: "Ia muito num banheiro público de praça, mas depois a Guarda Civil começou a baixar e parei".


O motivo? "Uma vez, vi muita coisa num shopping da Zona Leste. O chão era de mármore preto, e dava pra ver tudo que acontecia na outra cabine! Mas sempre tive medo de ser pego por guarda, segurança".


Maurício Stefano*, 26, foi pego. Do banheirão, ele seguiu com o ficante para a escada de incêndio de um shopping na Zona Norte: "Ele fugiu pro andar de cima. Os seguranças me acompanharam até a porta, pediram meu RG [...], anotaram e disseram que eu só voltasse se fosse fazer compras".

"Primeiro, é preciso definir banheirão", analisa o jornalista Deco Ribeiro, 36. "É apenas sexo no banheiro, ou envolve toda a pegação, o olhar, mostrar o pinto, a masturbação mútua, o convite pra cabine? E vale banheiro de boate ou só banheiros mais sérios, como de shoppings ou parques? Eu considero banheirão a segunda opção [...], e, nesse caso, nunca rolou. Sou muito medroso...".


Desconforto, violência, DSTs, fidelidade no namoro ou a simples falta de interesse também estão entre as razões da galera que largou ou nunca praticou o "esporte". "Não digo que nunca vou fazer, mas não me diz nada", declara o analista de sistemas Renato Barbosa*, 47. "Notei que as pessoas que praticam isso são potencialmente portadoras de doenças venéreas", diz o administrador José Vieira*, 25.


"Comecei no banheirão", conta o radialista Ricardo Zaragoza*, 33. "Já ia equipado com gel e camisinha, embora rolasse um bareback ferrado lá. Oral, naquele tempo, tudo sem preservativo. Gozar na boca e o cara engolir era normal. Hoje, não sei. Comecei a namorar, cur-to fidelidade... e passei a ser mais consciente".


O estudante Rafael Garrido*, 19, foi vítima de violência. "Estava numa cabine [...]. Espiei um cara, e ele parecia estar se oferecendo. Passei a mão na perna dele. Ele ficou muito puto. Quando saí da cabine, estava me esperando com uns amigos e deu uns tapas no meu rosto", mas, Garrido não se deixou abater: "a sensação que tenho é a de que, desde pequeno, eu já via o banheiro como um local potencialmente sexual".



Meninos, eu vi!
Era uma quarta-feira, 22h30. O repórter que vos escreve segue em direção ao banheiro abaixo do nível da rua e do terminal de ônibus anexo. Há dois mictórios, duas pias para lavar a mão, quatro cabines e um zelador. A movimentação de homens é incomum.

Um deles, de barriguinha, mochila nas costas, calça azul e camisa social, está claramente "caçando": balança o pênis várias vezes depois de "urinar". Há também outros "caçadores". Eles permanecem às portas das cabines - uma delas, por sinal, já ocupada por quatro pés - e esperam. Um deles carrega uma maleta.


O homem de calça azul vai à pia e lava as mãos demoradamente até outro rapaz, de calça preta, ir ao mictório. É a deixa para o primeiro voltar e, de olho no outro, reiniciar o balanço peniano.


Percebo que o de calça preta não lhe dá chance, mas ele não chega a recolher o membro. Um rapaz alto, de boné e "jeito de boy" toma o lugar do outro. Em segundos, a mão vai ao pênis que balança. Decido sair.


Lá fora, depois de alguns minutos, percebo que o zelador deixou o banheiro e espera do lado de fora (!). Volto a entrar. Os caçadores se revezam e dominam o ambiente. São diferentes no tipo físico, na roupa, na idade. O boy agora está à porta de uma cabine. O da maleta, também. O de calça azul retoma a rotina de balançar a genitália.


Esse banheirão, que não foi o único observado por mim, fica anexo a uma conhecida estação de metrô e é paradigmático em muitos pontos.


É o caso das práticas - por ordem de frequência: masturbação mútua, sexo oral e penetração - e variedade de personagens. "Já vi todo tipo de gente, de idade, de condição financeira, de aparência", diz o estudante Garrido. "Varia de acordo com o lugar em que você está. Em um shopping na região da Avenida Paulista, há caras mais abastados".


O psicólogo e terapeuta sexual João Pedrosa, 50, comenta essa estratificação: "os frequentadores dos banheirões públicos ao ar livre são de origem proletária [...]. Já nos centros comerciais (shoppings), são de classe média".


O fato, porém, é que há banheirão para todos. "Simplesmente, [...] existe em todos os lugares do mundo", diz o psiquiatra Bernardo de Gregório, 44.




Outro paradigma é a forma de comunicação. "Por causa do risco, a comunicação tende a ser não-verbal e o mais discreta possível", diz de Gregório - e, vale dizer, as técnicas de abordagem podem ser bastante similares.

"O mais comum é usar o mictório como vitrine, onde se exibe o membro ereto, e a troca de olhares, que leva [...] à cabine. Quando há reservados dos dois lados, quem está a fim fica com a porta entreaberta e mostra o dote; quem gosta entra. Já para a rejeição, é simples: sai-se de onde está, ou põe-se o pau dentro da calça", explica Lukas Andrade*, 24, que se declara com ampla experiência no assunto.


"Quando os homens estão a fim, eles endurecem o pau; outros balançam, se aproximam, falam alguma coisa como tá afim? ou simplesmente chupa!. Eu olho pro cara, olho pro pau. Se ele não esboçar reação contrária, me aproximo e meto a mão!", conta o funcionário público Daniel Costa*, 49.


"As piscadas e passadas de língua nos lábios funcionam muito bem [...]. Também acho legal olhar a bunda do cara ou alguma característica diferente, como uma tatuagem, para ele se sentir desejado", diz Rafael Garrido.




Razão e sensibilidade
No entanto, além da diversidade e das técnicas, está o óbvio: em coro com o próprio Rafael, muitos vêem o banheiro com "olhos sexuais" e concordam que vale a penar correr os riscos. Por quê? "Para se saciarem sexualmente de forma anônima sem estabelecer vínculo", responde João Pedrosa. É dele a expressão que abre esta reportagem. O psicólogo explica que "onde houver gays, haverá banheirão" porque "vivemos num mundo homofóbico".

"Todo grupo social que é perseguido desenvolve estratégias de sobrevivência", prossegue o terapeuta. "Foi uma forma que os gays encontraram para fazer sexo ou se excitarem sexualmente, já que não têm liberdade de exercer livremente sua sexualidade. É um contra-controle exercido pelos gays em resposta ao controle exercido pelas agências que reprimem a prática homossexual: governo, religião, educação, dentre outras".


Ricardo Rocha conhece esse contra-controle. Hoje com 59 anos e fora do circuito dos mictórios, ele começou a freqüentar banheirões "ainda na ditadura militar". Ricardo explica que "não existia patrulhamentos em cima da promiscuidade. Isso começou apenas quando o gay resolveu se inserir na sociedade heterossexista e comprou todos os valores dela [...]. A ideia, entre os militantes da época, era que podíamos criar uma nova sociedade".




O principal motivo para "fazer banheirão" é mesmo a busca pelo sexo anônimo, de acordo com nossos entrevistados. Mas, como se vê, o porquê dela comporta diferentes razões. O analista de RH Luís Amaral*, 25, cita o aspecto financeiro: "em muitos casos, as pessoas fazem por não ter grana e nem local privado".


A própria resposta à homofobia pode variar e ir da atitude libertária a problemas de autoaceitação. "Ainda que seja uma generalização, pode-se dizer que tal prática acaba sendo mais comum para pessoas que não assumem totalmente sua própria sexualidade", diz de Gregório.


Lukas Andrade concorda: "Grande parte dos homens [...] é casada e mantém o lado homossexual apenas dentro dos banheiros". O rapaz, no entanto, comenta duas outras motivações: a iniciação sexual e o fetiche. "É uma forma que muitos encontram de descobrir o sexo entre homens [...], mas tem uma grande parte [...] que é de gays bem-resolvidos que curtem o sexo anônimo, descompromissado".


É o caso de Daniel Costa. "Já passei por algumas situações, como você estar no reservado, alguém te pegar chupando [...]. Com um amigo, a polícia chutou a porta. Acho que o que me deixa excitado é exatamente esse risco. Sexo rápido, quase sempre oral, e o risco de chegar alguém". E você, já tem seus motivos?




Marketing pessoal
Quem nunca se perguntou se alguém liga para os números de telefone ou MSN dos recados que oferecem sexo gay nas portas e paredes dos banheiros? Fui verificar.

Cheguei a adicionar um MSN e ligar para um telefone. Na Web, o "Deus Grego" (pseudônimo) se descrevia como ativo, 23 anos, corpo definido. Manteve contato por algumas tecladas - mas sumiu depois que falei da reportagem.


No telefone, mais sorte: marquei entrevista! Emerson Correa*, 36 anos, manteve um relacionamento estável de 15, é garoto de programa há três e usa as portas como propaganda. Funciona? "Escrevo em vários banheiros! Recebo umas 15, 20 ligações por semana vindas de lá". Quem diria...






Tio da limpeza
Guardas, seguranças e até policiais cada vez mais fazem parte da paisagem do banheirão. "Hoje em dia, os banheiros públicos são pagos, e os privados são cheios de seguranças. Os estabelecimentos aumentaram demais o cuidado nesse sentido", diz Ricardo Zaragoza.

As "figuras repressoras" mais presentes, no entanto, são os zeladores e faxineiros. "Quase sempre tem alguém. Nos shoppings, os seguranças praticamente fazem uma ronda. Nos metrôs, os faxineiros costumam fazer barulho, limpando tudo", conta Rafael Garrido.




"Nos banheiros de praça, sempre há os zeladores: alguns, mais tolerantes; outros, nem tanto, mas aqui, na região, há um em especial que é extremamente liberal. Já transei com ele umas três vezes", conta Daniel Costa, demonstrando que nem sempre a coisa funciona como se espera.






É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia esse tipo de comportamento. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.

domingo, 1 de maio de 2016

#AMelhorPegaçãodaMinhaVida! Minha Primeira vez no banheirão

Sempre ouvia falar sobre banheirão, mas nunca tinha coragem/oportunidade de fazer.
Certo dia, estava em um shopping, resolvi dar uma mijada, entrei no banheiro e ja tinha um cara alto, forte e louro mijando. Fui ao mictório próximo a ele e tirei meu pau pra fora e comecei a mijar, percebia que o cara me olhava de vez em quando, e resolvi retribuir o olhar.
Foi ai que percebi sua mão fazendo o movimento de punheta... Na hora me deu um tesão do caralho e meu pau começou a ficar duro, ele deu um passo para tras e vi aquele cacete grosso, veiudo e durasso. Ele percebeu que eu estava meio nervoso e deu um sorriso safado.
Nessa hora entrou 2 caras, guardei meu pau ja todo babado e fui lavar a mão.
Fiquei na pia lavando a mão e fingindo arrumar o cabelo. Quando os 2 caras saíram, aquele macho gostoso veio até mim e perguntou:
- E ai, ta afim de uma putaria? Com uma voz de macho e segundo sua mala volumosa.
Na hora respondi:
- Claro, onde?
Ele simplemente foi me empurrando para a cabine mais do fundo, trancou a porta e começou a me beijar. Só sentia aquela rola esfregando em mim... Sentia um tesão e medo de alguém entrar... Uma adrenalina do caralho!!
Quando percebi ele ja estava com as calças abaixada e empurrando minha cabeça para baixo para chupa-lo, sem pensar duas vezes engoli aquela rola inteira e sentia cada latejada!
No meio daquela adrenalina entrava alguém no banheiro, mas ele pedia apenas para ficar quieto e tranquilo, mas continuava sempre engolindo aquela rola. Ele puxava meu cabelo fazendo o movimento de vai e vem (Que me deixa louco)
Eu ja estava com as calças abaixada me acabando na punheta.
Sentia sua respiração aumentar, de repente senti aquele leite quente banhar minha boca... Nunca tinha deixado ninguém gozar na minha boca, mas aquele macho gostoso e aquela adrenalina me excitou tanto que engoli toda aquela porra quente... Com o gosto de porra ainda na minha boca, ele me levantou, me virou de costas e começou a esfregar aquela rola no me cu, em segundos gozei jatos de porra na parede!
Respirei um pouco para recuperar o folego, e em seguida levantei minha calça, nos beijamos mais um pouco, lavei a mão, a boca e saímos do banheiro.

Foi a primeira vez que tinha feito aquilo... Hoje em dia morro de tesão de transar em lugares incomuns...

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É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia esse tipo de comportamento. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.