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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

RELATO: ORGIA DO GRUPO DO WHATSAPP

Tudo começou quando alguém me adicionou em um grupo de suruba no whatsapp com um intuito de marcar uma grande orgia em casa. No grupo o pessoal começou a  se conhecer e já falar do que esperam da “festinha”, mandando nudes e atiçando a curiosidade e tesão de todos.
O alvo básico é o gay razoavelmente bonito, que cuida do corpo, preferencialmente pauzudo e versátil – ninguém vai querer uma orgia cheia de passivos.
Não parei muito para pensar em qual público eu pertencia. Eu queria transar, com um ou dois caras bonitos. Mas não sabia como lidaria com muitas pessoas ao mesmo tempo.
Por fim deu certo de marcar essa orgia, cheguei um pouco atrasado no local, mas ao chegar
e entrar na sala encontrei a verdadeira orgia acontecendo: no meio do conjunto com dois sofás, uma
confusão de braços e pernas se enlaçavam, enquanto caras se revezavam comendo outros convidados que se apoiavam em paredes e nos respaldos dos sofás. A luz era fraca, mas consegui enxergar Thomaz um dos caras mais pauzudos do grupo no sofá menor batendo uma enquanto via outros caras meter, ao me ver ele sorriu, chegou em mim falando “Vem cá”, ele puxou minha mão e me levou para um quarto. Ele me empurrou na cama e começamos a nos pegar com força. Thomaz passou sua língua pelo meu corpo até começar a me chupar, fechei os olhos e apertei o lençol com os meus dedos. Quando abri meus olhos, não estávamos mais sozinhos: dois dos caras com quem mais conversei no grupo entraram no quarto, de mansinho.
Thomaz me virou de quatro e começou um cunete, os dois caras, o Leo – mais parrudo e de cabelos lisos, pelos de leve no peito – e o Marco – com marca de sunga e liso, cabelos loiros – começaram a se masturbar enquanto assistiam. Eles se aproximaram mais. Thomaz colocou uma camisinha, passou o lubrificante no meu cu e começou a brincar com a cabeça do seu pau só na entrada até eu me soltar. Marco e Leo finalmente se ajoelharam na cama e comecei a chupar os dois.
A dor foi substituída por um tesão do caralho, como se eu fosse um ator pornô e tudo ali girasse ao meu redor. Depois de chupar muito o Leo eu o virei para poder ver sua bunda redonda. Comecei a chupá-la enquanto Thomaz ainda me comia. Foi a hora de trocar parceiros. Eu fui pra cima do Leo e meti com força, ele de bruços, enquanto Thomaz se concentrava no cu de Marco, fodendo-o de frango assado.
Quando todos pareciam próximos de gozar, pedi para que todos fizessem em mim. Ajoelhei-me no chão, enquanto os três batiam até gozar no meu peitoral. Leo e Marco saíram e ainda consegui aproveitar um tempo com o Thomaz. “Que delícia, hein? Começando a gostar de você, Rodrigo.”

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Meu fetiche por pés

Eu tenho 21 anos, sou natural do interior de minas, como na minha cidade  não tinha facul , eu me mudei para Uberlândia pra estudar aqui; onde eu moro é tipo uma republica e mora mais 4 caras nela, eles também não são de Uberlândia, estão no mesmo barco que eu só estudando mesmo.
Nessas ferias de fim de ano foram praticamente todos para a cidade deles, só ficou eu e outro cara que mora aqui (Vou chama-lo de Felipe), apesar de morar junto nunca tive muito contato com ele, só falava o que era necessário, mas sempre achei ele mó gostoso, ele tem uns 22 anos, um corpo normal, barba por fazer, os braços fortes, uma pele branquinha e a bochechas eram muitos rosadas, ele tinha os pés ( meu maior fetish ) médios mais ou menos 42 eram bem gordinhos que eu adorava e ficava me masturbando pensando neles.
Então num desses dias eu sai cedo pra resolver algumas coisa no centro, cheguei em casa está um silencio,
entrei e bem no sofá da sala estava o felipe deitado  de bruços e com seus lindos pés a amostra, não resistir, o tesão falou mais alto, eu tinha que sentir aqueles pés, cheguei meu nariz nos seus pés ele continuou dormindo, então aproveitei e dei um lambidinha, ele nem se mexeu então num momento de desespero tirei a roupa fiquei pelado e fui pro meu quarto bater punheta... Quando comecei a bater, vejo ele bem na porta do meu quarto olhando tudo  e disse vem putinha, quero sua bunda, hoje você vai ser minha putinha e vai fazer tudo que eu mandar, eu fiquei assustado mais o tesão falou mais alto, e ele dizia eu sei que você gosta, você adora, minha pica tah dura, vem aqui, e ele disse que não estava dormindo e viu eu lambendo os pés dele, então comecei tudo, primeiro beijei aquela boca linda dele e  ele me agarrou com força e passou a mão na minha bunda, eu mandei ele parar, depois chupei aquele pescoço e deixei várias marcas, desci para o peito, ele tinha um peito muito cabeludo eu aproveitei e lambi muito, chupei igual uma puta, depois fui só descendo, cheguei no pau dele estava duraço eu comecei a bater uma pra ele, mais ele queria mais, eu o mandei esperar, depois lambi o saco,
desci para as coxas que estavam suadas e fui lambendo as pernas, até que cheguei no lugar que eu queria nos PÉS,ele achou que eu estava louco pois ele estava com a piroca em ponto de bala e eu procurando os pés, eu o retruquei e disse que seria do meu jeito, então chupei aqueles dedos, massageie, ele tinha um pé não tão bonito mais muito grande, chupava tudo, lambia, passava a linguá, adorava aquela sola deliciosa,então ele pediu para eu chupa-lo então concordei e chupei até ele gozar, mais ele não ficou satisfeito e pediu para me comer, eu com muito medo mais aceitei, ele tinha um pau bem grande aproximadamente 19 cm, ele enfiou com carinho, começou devagar, depois foi bombando, eu gritava, gemia, fiquei louco de tesão, até que ele jorrou um jato forte de porra no meu cuzinho, então pedi para ele enfiar aqueles dois
pés no meu cú, e ele riu com cara de sacanagem e fez o que eu pedi, nossa ele mexia lá dentro, depois eu sentei no colo dele, pois ele queria me comer mais, meu cuzinho parecia que ia explodir nossa era ótimo, eu adorava, tudo me satisfazia muito, aí ele me mandou deitar de bruços com meu pau em cima de um almofado pra deixar minha bunda mais alta, ele disparou a meter, meteu muito e eu adorava mais ainda, aí ele xingou no meu ouvido, com puta, piranha, quero sua bunda, aí ele começou a me lamber, lambeu minha orelha, desceu pro rosto, foi pros meus mamilos, depois chupou e lambeu meu cú e eu gozei sem ele encostar na minha rola, eu adorei aquilo tudo, mais por ultimo foi minha vez de ficar satisfeito, eu deitei no chão e ele sentou na cama ele pois um pé na minha boca e o outro ele enfiou no meu cuzinho arregaçado, nossa foi ótimo, e nós passamos o final de semana todo naquilo....

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Fudido por um desconhecido na madrugada


Estava com bastante tesão e resolvi dar uma volta na madrugada pra ver sem encontrava alguém.
Sai dei umas voltas e nada a rua estava bem vazia, parei em uma praça fiquei um pouco sentado e nada de aparecer ninguém, então resolvi da uma volta e depois voltar, fui subindo pra um local mais afastado e escuro da praça onde só tinha um vestiário fechado e um campinho de futebol.



Resolvi seguir pelo campinho e não pela calçada lateral, quando cheguei do outro lado me surpreendi
com um carinha que estava sentado em um tronco de madeira ao lado de uma das traves.
Ele parecia esta fumando maconha, fiquei com medo mas não tinha mas como voltar só restava seguir
e fazer de contas que não tinha visto ele.

Já na volta apesar do medo algo me chamava a atenção pra voltar pelo mesmo local.
Seguir e novamente passei ao lado do carinha, pra minha surpresa ao perceber que eu estava vindo e teria que passar ao lado dele, o carinha tirou o pau pra fora do shorts e começou a bater uma punheta.
Nossa eu não acreditei naquilo, fui passando bem lentamente e pude ver aquele pauzão todo duro.
Segui olhando pra trás e ele continuava com aquele pau gostoso fora do shorts mostrando pra mim.
Voltei e ele perguntou se tinha gostado, disse que sim. Ele então falou chega aqui pra vc ver ele de perto. Sentei ao lado dele e peguei naquele pau, que estava tão duro e quente.
O campo ficava em um praça linear, ou seja tinha casa dos dois lado da rua.


Ele queria que eu chupasse ele, mas ao mesmo tempo corria-mos de sermos visto pelas pessoas da vizinhança.
Arisquei e cai de boca naquele cacete gostoso, o carinha gemia de me chamava de viadinho safado.
Aquilo me dava mas tesão ainda, logo escutamos o barulho de uma porta de abrindo e vimos um
carinha que ficou na varanda de sua casa fumando e olhando a rua. Não sabia-mos se ele tinha nos vistos mas com medo de outras pessoas aparecerem sai-mos do campo. Andamos um pouco pois ele dizia que conhecia um terreno em que poderia terminar a brincadeira.
Chegamos lá mas novamente tinha-mos que passar pela frente de algumas casa pra chega no terreno,
não poderia-mos fazer barulho pois acordaria as pessoas.
Ficamos encostados em algumas bananeiras que cobriam a visão, e voltei a chupar aquele pauzão gostoso.
Logo ele me pediu pra me comer, só que estava um pouco com medo, pois o pau dele era muito grosso, e comecei a dar desculpas pra ele. Ele percebendo deu risada e disse que eu tava com medinho e fazendo doce.
Então meu instinto de putinha falou mas alto, coloquei a camisinha naquela pau, não tinha nada pra lubrificar então chupei bastante aquele pau deixando ele bem molhado. Fui aos poucos colocando aquele mostro delicioso todinho dentro de minha bundinha. Logo a dor já tinha virado tesão e comecei a jogar a bunda com força contra aquele pau. Isso deixou o carinha cheio de tesão e logo começou a gemer alto e enfiar cada vez mais com força na minha bundinha me chamando de putinha safada. Eu com medo de alguém ouvir o barulho que ele estava fazendo e nos pegar no flagra, mas o safado já não estava mas nem aí. Socou na minha bundinha mas uns 20 minutos me deixando exausto, depois gozou molhando toda minha bunda. Nos recompomos e fomos saindo.


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É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia esse tipo de comportamento. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.

sábado, 28 de janeiro de 2017

5 caras me comeram no parque

O que vou contar nunca contei pra ninguém, mas aqui acho que nao tem problema. Aqui na minha cidade tem um parque que eu nao sabia que era frequentado por homossexuais a noite, procurando caras para transar. Isso acontece principalmente de noite, mas como eu nao sabia de nada uma vez voltei da casa de uma amiga e passei pelo parque. Isso aconteceu tem um ano e seis meses. Só sabia que lá era meio perigoso, porque nao é muito iluminado e meio deserto. Mas como eu estava com pressa e estava uma noite quente, resolvi ir por ali mesmo que e uma trilha que corta caminho pra chegar do bairro que eu estava ate o outro bairro que e a outra portaria do parque. Tirei a camisa e fui. Passei por uns dois ou três caras, um deles me olhou muito, de um jeito estranho, mas não me abordou. Imaginei que fosse assalto, apesar do cara não ter cara de bandido, mas ele passou direto, apesar dos olhares. Sinceramente, mesmo assim não percebi que ali era uma área de pegação. Lá pelas tantas, vi que vinha um grupo que achei estranho. Mas não tinha outro jeito e, mesmo que quisesse, não adiantaria muito correr. Estufei o peito (tenho um bom tórax), fiz cara de quem não está com medo e segui adiante. Faltavam uns 20 metros ainda para cruzar com os caras, mas fui contendo o meu medo, para que os caras não se sentissem estimulados. As vezes isso dá certo. Mas quando cruzamos, aconteceu o que eu temia. Os caras me abordaram e começaram a me apalpar, vendo se eu tinha alguma coisa e como eu não estava com nada um virou e falou: "e o que você está fazendo aqui?". Eu que nao sabia de nada respondi que estava indo pra casa. Um outro falou alguma coisa do tipo "mas quer dar a bundinha antes, né?". Olhei pra ele e vi que estava alisando a pica por baixo do short. Aquilo me assustou e reagi. Dois outros me seguraram pelos braços, me imobilizando. Eles eram cinco, deviam ser bem novos, a maioria negros. Eu nunca tinha tido experiencia com homens ainda. Os caras me arrastaram pra perto de uma árvore. Um deles começou a alisar meu peito, minha barriga.

 Três já estavam com a pica pra fora, já meio duras. Eu estava assustado com aquela situação. Vi que não conseguiria escapar, mas não conseguia ter nenhuma reação, mesmo que quisesse (eles ainda me seguravam). Não sou nenhum covarde, mas a situação me deu tanto medo que fiquei praticamente imobilizado. Só meu coração batia muito forte, minhas pernas tremiam e minhas mãos estavam geladas. Não estava entendendo nada, mas entendi que seria surrado por aqueles caras. Eles me alisavam, especialmente minha bunda, e ficavam falando sacanagens, já com os shorts abaixados e alisando os cacetes. Eu nunca tinha visto tanto cara junto de pau duro. Me obrigaram a abaixar à força e por a boca na pica de um deles. Não foi fácil pra mim, mas tive que por na boca a rola do sujeito. Pensei em morder pra fugir, mas era besteira, porque eles eram cinco e iriam me pegar, e a coisa podia ser pior ainda. Eles queriam me comer, mas não tinham ainda falado em me bater. Melhor ser currado do que levar porrada e ainda ser currado depois.
Depois do primeiro, tive que chupar o cacete do outro que estava do lado. O cara reclamou, disse que eu nao tava fazendo direito, e me puxou pelo cabelo e me deu um tapa na cara, me chamando de viado. Me fez chupar de novo, e falava como ele queria. Fui obedecendo, aprendendo a força pra não piorar as coisas. Nisso, já tinham abaixado minha calça e bolinavam meu cu. Esse que eu chupava enfiava fundo na minha boca e depois tirava e passava o caralho na minha cara. Engasguei algumas vezes, porque o cara tinha uma pica de dar inveja. A minha é pequena, e sempre reparei nessas coisas. Observava o cacete dos caras na ginástica mais por inveja do que por tesão. Afinal, qual o cara que não quer ter uma pica grande? Sei que mais ou menos nessa hora, enquanto era obrigado a chupar esse cara, olhei pra pica de um outro que estava do lado, e eles perceberam. Aí tiveram certeza de que eu era viado mesmo, embora eu nao tivesse olhando pensando em nada. Sei que esse outro veio e forçou botar na minha boca, junto com a outra rola que eu já chupava. Fui obrigado a chupar os dois, alternando uma e outra e as vezes as duas entrando juntas. Eram grossas, entao é claro que nao dava, mas aquilo começou a me excitar, apesar de tudo. E nao deu pra esconder, porque afinal eu já estava sem as calças e meu pau endurecia. Aí um deles falou: "olha o piruzinho do viado, está todo durinho, o viado tá gostando". Porra, aquilo me excitou mais ainda, apesar do medo que eu estava sentindo. Achei que naquele momento iam me encher de porrada, além de me fuderem, porque dei bandeira que estava gostando. Eu mesmo estava surpreso com aquilo. Ninguem me bateu. Na minha bundinha, um dos caras que me seguravam estava enfiando o dedo (tinha passado cuspe) e confesso que não consigo esquecer a sensação daquele toque de alguém numa parte do meu corpo que ninguém tinha tocado, nem mesmo eu. Sei que esse cara acabou mandando um outro me segurar e ficou atrás de mim.
 Senti que passou mais cuspe e que ía me enrabar. Tentei sair fora, por instinto, mas os caras que me seguraram me impediram. Chegaram a rir de mim, e o cara de trás encostou o cacete na altura do meu cu. Demorou a acertar o buraco, mas enfiou. Tenho que fazer justiça que ele nao foi filho da puta, quer dizer, o cara meteu com cuidado. Claro que doeu, mas ao mesmo tempo eu tinha chupar dois cacetes ainda, então a dor ficou meio perdida naquela confusão toda. Mas o cara não meteu mundo, tirou logo depois e passou a vez pro que me segurava e trocou com ele. O cara botou, um pouco mais forte. Eu soltei um gemido de dor e esse falou: "que cu apertado tem esse viado, esse aí ainda nao deu muito". E começou a botar pra frente e pra trás, meio devagar, e foi mais gostoso que aquele primeiro. Eu já estava gostando a essa altura. Estava com medo, claro, mas meu pau não escondia meu tesão por aquela situação. Os cinco caras estavam me currando!
Um enfia a pica, outro passava a mão na minha bunda (um até enfiou um dedo enquanto outro me comia ao mesmo tempo), e eu tinha que mamar os que estavam de fora. Essa coisa toda rolou durante muito tempo. Não sei precisar quanto. Talvez meia hora, ou uma hora. Pra mim foi muito longo, mas não sei dizer quanto. Quando os caras me deixaram, não me machucaram. me deram umas porradas na cara e na bunda, mas não chegaram a me machucar. Quer dizer, fora o cuzinho, né, isso foi foda. Eles já estavam longe quando comecei a me arrumar. Meu cuzinho estava assado, eu já estava sentindo, e passei a mão e estava empapado de cuspe e porra. Minhas pernas estavam doloridas. Passei a mão na cara e limpei a porra de um deles na folha de uma planta (o cara tinha gozado na minha cara, com uma chupada, e depois ainda me comeu e gozou de novo). Me arrumei e sai, andando devagar, ainda tonto com o que tinha vivido. Meu cu doía, mas eu estava vivo pelo menos. Continuei em frente, pelo parque. Andava devagar, porque as pernas estavam bambas e meu cu estava realmente dolorido. Aí, depois de um tempo, vi que havia um cara atrás de umas plantas. Saquei que estava tocando uma punheta, sem tirar os olhos de mim. Desviei o olhar e segui.
Mas, depois de uns dez metros, começou a me dar vontade de voltar. Continuei ainda um pouco mas peguei coragem e voltei pra onde o cara estava. Aquilo me deu tesao. Eu tinha sido fudido por cinco, mas nao me deixaram tocar punheta (lá pelo final, estava na cara que eu estava gostando, já tinham até me soltado entao tentei tocar, mas eles não deixaram). Eu queria gozar também, afinal de contas. Não sabia como fazer a coisa, mas foi fácil. O cara logo chegou mais pra um canto detrás das folhas e mostrou a pica. Os pivetes de antes tinham maior, mas a dele também era boa, grossa, maior do que a minha, claro. Cheguei perto do cara, bem devagar, meio sem jeito e bastante nervoso. Ele passou a mão na minha bunda devagar, acariciando, mais carinhoso que os outros caras, e senti de novo aquele toque gostoso de alguém me tratando feito viado. Então ele levou a mao até a minha nuca e forçou de leve pra eu me abaixar.
Aí não tive vergonha e me ajoelhei mesmo, mamei feito um viado, lambi o saco do cara, passei o cacete na minha cara. Tudo o que tinham feito comigo eu agora tinha aprendido, eu mesmo me surpreendi porque eu parecia muito experiente, e o cara gemia e elogiava enquanto era chupado. Eu tocava minha punheta enquanto isso e ele acabou gozando na minha boca. Senti a primeira vez um jato de porra na boca (nenhum dos caras tinham gozado na minha boca durante a curra) e aquilo me deixou excitado e gozei também, fui pra casa e fui dormir tentando esquecer o que aconteceu.
No dia seguinte, até tentei, mas não podia por duas coisas: o cu arreganhado (só parou de doer uns três dias depois) e o tesão que sentia tosdas as vezes que lembrava. Tentei evitar, mas dois dias depois não aguentei e toquei punheta pensando naqueles caras que tinham me enrabado. Depois dessa primeira vez, não parei mais. Acho que nem quando era garoto toquei tanta punheta na vida. Ao mesmo tempo, bateu depois um tremendo medo, por causa da coisa da Aids. Fiz já tres exames, e para minha sorte não deu nada. Só fui ter coragem pra estar com um outro cara uns seis meses depois. Até hoje, já estive com seis caras (descontando os cinco pivetes) e só transei com duas garotas. Confesso que prefiro com caras, mas nunca comi nenhum, e isso não me dá tesão. Gosto que os caras me comam, e de preferencia de um jeito bem machão, nao com violencia, mas sendo os machos da história. É um lado meu que nao consigo reprimir, e nem pretendo mais. Não sei se queria ser currado de novo, porque quase tive um ataque cardíaco de tanto medo, no início. Mas com aquilo descobri que gosto de estar com outros caras, servir os caras, ser usado mesmo. não sei se isso é loucura, se é algum problema, mas não adianta eu tentar reprimir porque não consigo e me dá prazer. Foi isso o que aconteceu comigo, e eu nunca tinha contado pra ninguem.

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Encoxado no Ônibus

Logo adianto que não teve boquete nem foda, mas valeu como se fosse mais que um beijão na boca, discretamente e de repente, uma pegação daquelas, no sentido de pegar mesmo, e em pleno busão.

Ainda um pouco sonolento e meio atrasado para uma palestra, peguei um ônibus para o centro e logo avistei um lugar para sentar perto da porta traseira. O busu estava com quase todos os bancos ocupados, o que facilitou o ocorrido, já que todos estavam sentados e, como estávamos ao lado da porta, o que fazíamos com as mãos não dava para ninguém perceber, mesmo fazendo alí, em público (e escondido ao mesmo tempo).

Ainda nem passava por minha cabeça nada parecido, mas é para situar o que foi uma verdadeira pegação discreta. Quando me sentei, reparei de relance que parecia alguém interessante. Um moreno, com barba bem por fazer, nada diferente, a não ser suas pernas que, desde que me sentei (e não tinha mesmo notado), estava meio colada na minha. Ambos com suas mochilas no colo, o que facilitava ainda mais a safadeza que, a partir de então, parecia cada vez mais clara.

Mas, como eu estava no meu quadrado, no meu espaço no banco, fiquei quieto e nem fiz contato visual, nada, vai que era viagem só minha, mas também não arredei o pé. Comecei a perceber então aquela perna que insistia e não desgrudava da minha, vendo também que um clima bem quente estava no ar - a respiração fica diferente, uma adrenalina em ter uma relação íntima (sem aspas) no meio de tudo, entre desconhecidos. Prontamente, cruzei os braços, já na intenção de rolar uma mão-boba, deixando minha mão encostar na região da cintura dele. Mas foi bem mais do que isso.

Sentindo minha mão ali, próxima do pau dele, começou a demonstrar descaradamente (só pra mim, claro) que tava afim de não mesmo parar com nada daquilo, passando agora a mão dele na própria perna para encostar e passar a mão na minha. Passei então a deixar rolar o máximo possível, e começamos uma aperta-aperta daqueles. Apolpávamos as pernas, os braços, até que fechei ainda mais a cruzada de braços, pegando agora numa rôla durinha por debaixo da calça jeans.

Aquele pau pulsava, pedindo para gozar. Uma patolada na mala daquelas, com direito a um belo pacote recheado de pica dura. Despistei um pouco e fiquei até preocupado se estava dando pinta. Mas estava tudo como se planejado pelas estrelas, com o cara agora levando sua mão no meu pau, que também tava duro feito pedra. Tivemos que parar um pouco, pois já se aproximava do centro e as pessoas começavam a desembarcar.


Aproveitei a pausa e peguei meu celular para digitar meu número para ele, que anotou e me deu um toque ali na hora. Demos mais umas apalpadas, agora com aquela cara mas safada, de menino fazendo traquinagem, mas sabíamos que ali nunca a tal coincidência, empatia, ou o tal "momento certo", haja vista que éramos estranhos um ao outro, pudessem proporcionar um encontro do nada tão tesudo, apenas com uma espécie de sexo tântrico ou "essa coisa de pele", cheiro, puro prazer.

Ele começou a pegar a mochila, fazendo-se de que iria descer e, como estava sentado no lado do corredor do ônibus, me levantei, colocando minha mochila tampando minha ereção para os outros passageiros. Ele fazia questão de ver, pedindo com o olhar para tirar a mochila da frente. Discretamente, mostrei o volumão na calça e ele quase virava os olhos de tanto tesão.
Não era ali que eu iria descer, mas, por que não? Descemos juntos e acabamos trocando algumas palavras, de desabafo até, comemorando aquela façanha mais gostosa que acabávamos de fazer. Ele dizia que, quando peguei no pau dele, achou que ia gozar ali no ônibus. Eu então comentei: Nossa, bom de mais! Ele concordava de um jeito também bem sacana, principalmente por saber que tudo aquilo foi, digamos, um segredo nosso (ele disse que era casado e tals), e dos mais quentes da minha vida, mesmo sem rolar sexo propriamente dito. Só sei que fui para palestra rindo feito um virgem voltando de sua primeira noitada.

RELATO ENVIADO POR: ANONIMO

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É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia esse tipo de comportamento. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.

TOP 10 - Fetiches Gays



Curioso para saber quais são os fetiches mais praticados por gays? então se prepara pra enlouquecer de tesão .

1. Salirofilia

Enquanto muita gente prefere ir para debaixo dos lençóis com parceiros limpinhos e perfumados, há quem fique mais excitado por um boy suado após um dia inteiro de trabalho.



Salirofilia é o fetiche pela saliva e pelo suor, o que pode inclui ser lambido, lamber, cuspir ou ser cuspido durante o ato sexual. Importante ressaltar que não se refere, necessariamente, a mau odor, mas sim a “cheiro de homem”.


2. Klismafilia




Tem muito gay por aí que morre de tesão quando está dominada pelo chuveirinho. Esse fetiche é conhecido como klismafilia e consiste na prática de introdução de água ou outros líquidos no orifício anal como forma de prazer.





3. Agorafilia



Transar em lugar público: tá aí um fetiche que se você ainda não realizou, aposto que está na sua lista

Nada como a adrenalina e a sensação de que a qualquer momento alguém vai lhe flagrar com as calcas no chão. Para muitos a ideia de ser pego e até mesmo ser pego de fato é a parte mais excitante de todas. Mas atenção: se você tem vontade de experimentar a agorafilia, esteja ciente de todos os riscos que essa brincadeira pode trazer. Não se esqueça de que sexo em público é ilegal na maioria dos países e ao fazer isso você pode encontrar grandes problemas. Escolha um lugar no qual você acredita que há a menor possibilidade de alguém te surpreender.







4. Urolagnia



Se você curte levar uma mijada, ou mijar no parceiro, urolagnia é o nome de seu fetiche. Também conhecido popularmente como Chuva Dourada, ele nada mais é do que obter prazer sexual ao entrar em contato com o xixi de outra pessoa, ou ao urinar em alguém.

5. Podolatria

Tem gente que pira num peitoral definido, tem as que gostam de ombros largos, tem as safadas que olham direto para a neca, mas tem também quem não resiste a nada mais nada menos que os… pés!

Sim, a podolatria, fetiche por pés, é supercomum, tanto para héteros quanto para gays.


6. Bondage

Você faz a linha passivo submisso? Gosta mesmo de deixar toda autoridade do lado de fora do quarto e ser totalmente dominado pelo boy? Pois saiba que sua tara tem nome.

Bondage, atração por amarrar o ser amarrado durante o sexo, é um dos fetiches de dominação e submissão mais fantasiado pelos gays.


Deixar que o outro faça o que quiser ou estar no comando da situação é aquilo que faz os adeptos ao bondage subir pelas paredes. Eles dizem sentir um auto grau de excitação ao terem os braços ou pernas amarrados, usarem mordaça ou venda ou qualquer outra coisa que limite seus movimentos na hora H.

7. Fist Fucking

Fisting, Fist Fuck ou Fist Fucking é a prática de inserir a mão ou o antebraço no ânus.
a prática requer uma sintonia e afinidade entre os parceiros ainda maior que numa relação sexual convencional. Fister é o ativo na relação, mas quem controla o babado nesse caso é o Fistee (o passivo). Se ele não estiver totalmente relaxado, seguro e confortável, será praticamente impossível abrir caminhos para uma enfiada de braço.
Atenção para os interessados: É importante que se faça o fist fucking gradativamente. Nada de logo na primeira tentativa enfiar o braço inteiro no cu do boy!


8. Voyeurismo

Você certamente já escutou a expressão comer com os olhos. Ela define bem o que é Voyeurismo: prazer por observar outras pessoas nuas, se vestindo, se despindo ou fazendo sexo.
Na maior parte das vezes, a masturbação faz parte da atividade – o voyeur atinge o orgasmo durante suas sessões de “espionagem”. Os voyeurs gostam de ver sexo, nada mais comum do que gostarem de ver pornô.


9. Tricofilia

A tricofilia é o fetiche por cabelos e pelos. Nessa modalidade, o cabelo pode funcionar como brinquedo sexual, já que os praticantes têm prazer em sentir os fios roçando nos órgãos genitais.


Quem frequenta a cena gay já se deparou com eles por aí, nas baladas, festas e bares. Sem falar nos aplicativos de encontros. Barbudos, cheinhos, peludos, e muitas vezes vestidos com uma camisa de flanela xadrez, eles se autodenominam como ursos.
E se você ama caras assim e, ainda mais, os pelos pubianos, parabéns, você é um tricófalo.

10. Estigmatofilia

Estigmatofilia é a atração por parceiros que tenham tatuagens, cicatrizes ou perfurações no corpo. Há casos, inclusive, em que nada mais importa. Ou seja, quanto mais tatuado o boy for, melhor.


Qual é o seu?

Conta pra gente, vai!

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É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia o  tipo de comportamentode sexo em locais publicos. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

#AMelhorPegaçãodaMinhaVida! Corrida no parque

Relato enviado por: Anonimo

Na semana passada fui até o parque sbia correr um pouco e ver o que mais poderia rolar além da corridinha, cheguei lá às 9:00 da manhã, o dia estava nublado e frio, o parque não estava muito movimentado e comecei o meu exercício.
Tenho 23 anos, sou moreno, 1.70, 62 kg e estou sempre atento para as possibilidades de levar pica que aparecem, nesse dia estava com um short de corrida bem curto sem cueca e com uma camiseta, assim que cheguei tirei a camiseta, amarrei na cintura e fui correr no meio das trilhas atento aos caras que circulavam por lá e vi um cara branco, alto, magro, aparentando um 25 anos sentado em um banco, passei por ele que me encarou, olhei para trás e vi que ele estava olhando pra mim e apertando a pica sob o short. Dei mais duas voltas no parque e vi esse mesmo cara já numa outra parte sentado na grama, perto de uns arbustos bem altos, ele me olhava, ai fui até onde ele estava, cumprimentei e sentei ao seu lado e vi o volume no seu short, ele foi direto, apertou o pau e perguntou se eu curti e claro que respondi adoro, ele então se levantou e foi para atrás do um arbusto bem alto e cheio e mais rápido me levantei e fui atrás, chegando lá ele já estava abaixando o short e eu já fiquei no meio da pernas dele e comecei a lamber a cabeça daquela rola, era grossa, não muito grande,  mas bem grossa, comecei lambendo a cabeça, desci até chegar nas bolas, chupei uma de cada vez durante um tempo e engoli a pica toda e chupei bastante, ele até deitou na grama enquanto eu chupava o seu pau, depois de um tempo ele sentou e pegou no bolso do seu short uma camisinha e encapou a pica, ai tirei o meu short e ele começou a chupar o meu cú e enfiar um dedo, dois, quando ele viu que entraram três dedos ele começou a meter, eu de quatro e ele de joelho,
 quando a cabeça entrou senti uma dor forte, mas aguentei, ele foi enfiando devagar, quando entrou tudo ele deu um tempo, senti os seu pentelhos na minha bunda e ai ele começou a meter devagar e foi aumentando o ritmo, a dor do inicio virou um prazer maravilhoso depois de um tempo de quatro ele deitou e eu sentei no seu pau e cavalguei bastante até sentir ele gozar, deitei sob o seu peito e ficamos um tempo assim até o seu pau amolecer, ai ele se levantou se vestiu, me deu um beijo no rosto, disse obrigado delícia e saiu, eu dei um tempo me recompus e sai também, já não o vi mais por lá, ai depois desse exercício prazeroso fui embora caminhando.
Já aconteceram outras fodas bem gostosas nesse parque que vou compartilhando com vocês aqui.

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É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia esse tipo de comportamento. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

#AMelhorPegaçãodaMinhaVida! No Shopping


Certa vez tava louco pra fazer uma putaria e fui rondar um banheiro de um Shopping, me espantei ao ver quem tava exibindo a rola, um antigo colega de trabalho, macho Peludo, barba por fazer, meio ogro, pernudo e rabudo, uns 29 anos , aquele macho cheio de pose de hétero e comedor de boceta. Nao perdi tempo e parei ao lado pra manjar sua rola. Quando ele viu quem eu era, seu antigo colega de trabalho, apesar de nunca ter havido uma conversa entre nós, de fato ele se assustou e saiu fora.
Eu não podia perder tempo, queria ver aquele pau do macho que toquei varias punhetas pensando nele fudendo comigo. Sai apressado atras e vi que ele foi pela saída de emergência, na verdade local ideal pra fazer pegação.
 Na escada ele se deparou comigo tentou disfarçar, mas num súbito tesão e submissão me ajoelhei e ele se aproximou abrindo o zíper, falou que me deixava chupa-lo se eu não contasse pra ninguém, não respondi, apenas meti a mão no seu pau e saquei pra fora. Estava mole porem babão, chupei na hora. Em poucos segundos já estava duro como pedra na minha boca. Era uns 19cm branquinho   com a cabeça rosada que pulsava na minha boca. Suas mãos seguravam minha cabeça, me afogando contra seu pau que estava todo molhado com minha saliva juntando com sua baba natural e minha saliva, minha boca estava encharcada com sabor de rola. Mamei suas bolas, deixando ele todo salivado. Passei minhas mãos pelo seu corpo, barriga e peito bem peludos enquanto ele pedia pra nao parar de chupar e ficar olhando pra ele. Macho puto!
Desci sua calça, cheirei sua cueca branca com todo meu tesao e voltei a mamar suas bolas. Na verdade meu desejo por ele era tanto que eu queria lamber mais afundo. Ele percebeu e perguntou se queria lamber o rabo dele, exatamente dessa forma.
Respondi que sim e perguntei se ele gostava. Ele rapidamente se virou se apoiando na parede bem empinado e me pegou pelo cabelo me puxando contra sua bunda, mal tive tempo de admirar seu rego e ja estava com aquela bunda toda na minha cara. Era uma bunda grandinha branquinha com pêlos ralos dourados, mas ao redor do buraquinho com alguns pentelhos grandes e muito gostoso de lamber. Um cu cheiroso e bem lavado bom pra meter a lingua com muito tesao. Eu lambia como um cachorro sedento. Meu maxilar latejava de tanto movimentar a lingua. Ele transpirava e me cara ficou toda molhada. Enquanto o cunetava,
chupava seu pau por tras de baixo pra cima passando pelo saco ate cheva no cu, ficando nesse ritual por um bom tempo. Nao resisti e meti o dedo no cu que pra minha surpresa entrou sem dificuldade e com toda aprovaçao dele. Tentei levantar pra meter meu pau dentro num subito tesao e vontade de fuder, mas ele disse que gostava de dedada e nao de piroca no cu, pois dar cu é coisa de viado (nao entendi, mas relevei. Esses "heteros" sao sem noção)
Mas nao resisti e disse queria dar pra ele entao.
-você que me da seu viadinho safado? Vai deixar eu meter minha rola dentro de vc? Abaixa a calça e abre a bunda!
Foi o que ele me ordenou a fazer, e assim fiz com toda minha obediência
Dei muito meu cu pra ele! Agarrei no corrimão da escada com força enquanto sua mão agarrava minha cintura me apertando.
Eu senti meu cu arder, suas socadas de rola eram tao fortes que eu sentia seu saco pentelhudo bater na minha bunda. Sentia uma dor intensa, mas muito boa ao ponto de querer que doesse mais. Foi frenético, a qualquer momento poderia passar alguém por ali e não daria pra gozar. Comecei a gemer e pedir pra gente gozar juntinho, e ele começou a gemer também. Meu pau latejava até que jorrei leite pelas escadas. Senti que ele iria fazer o mesmo e rapidamente me pus na posição de submisso a ele. Abri a boca e levei socadas de piroca na garganta, me esforçava em chupar, respirar e não me engasgar, minha boca e garganta doíam, mais até que o cu, ele metia na minha guela com tanta força e brutalidade que me deixava ate assustado com tamanha força. Ele foi se contorcendo e agarrou minha cabeça e senti seu pau contrair na minha garganta jorrando leite a fundo. Todo leitinho direto guela abaixo. Mal senti o gosto,
apenas senti o leite descer a dentro. Nos ajeitamos rápido e antes dele ir disse que foi um foda e tanto. Seu corpo ainda suado e ofegante exalava sexo. Dei mais uma chupada como chupada de despedida e o deixei sequinho levei uns tapinhas na cara e ele vendo que gostei deu um ultimo com tanta força que ardeu a cara na hora ao ponto de ficar vermelho por um tempo, mas amei.
Ele se foi e Eu fiquei ali na escada absorvendo todas informaçoes de como foi dar o cu pra um machao que sempre desejei.
espero reencontra-lo

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