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quinta-feira, 4 de novembro de 2021

Se liga nessa Festa

Nesse sábado vai acontecer no Banana Hama uma FESTA DO FAROL você já conhece?
Nela Cada cliente receberá uma pulseira e poderão escolher uma cor de acordo com o que ela significa dentro da casa. 
VERDE: Passivo, AMARELO: Versátil, VERMELHO: Ativo
Será mais um dia de sexo e diversão com os caras mais tops da cidade e região
O ambiente conta com BAR, DARKS, GLORY HOLE, QUARTO VOYEUR, OPEN AREA E AMPLOS AMBIENTES PARA PEGAÇÃO FORTE!
NÃO PERCAM
*ENTRADA PERMITIDA APENAS PARA MAIORES DE 18 ANOS 



 


Pegação: bar só para homens é tendência

Uma nova tendência de bar gay está surgindo no Brasil: os que você pode, digamos, ficar mais à vontade, livre para fazer o que quiser. e Uberlândia não ficou de fora dessa; Em Uberlândia recentemente inaugurou o PRIMEIRO Cruising Bar, o BANANA HAMA
O funcionamento é de terça a quinta, das 18h às 00h e de sexta a domingo, das 18h às 02h.
O local fica situado na Rua Coronel Antônio Alves, 822, local de entrada discreta e de fácil acesso. 
Ao entrar você vai receber da recepção, uma chave para os armários, que servem para guardar seus pertences, objetos e roupas e celular;  E Sim! Você pode entrar como quiser: vestido de roupa, de cueca, jockstrap, sunga ou sem nada, fica a sua escolha. lembrando que sempre têm promoções para pessoas que entram somente de cueca ou sem nada 

O bar em questão, possuem luzes que tornam o ambiente com um clima intimista para os clientes, música e muitos drinks para escolher. Uma sala com uma  TV exibindo filmes pornográficos e algumas cadeira que formam como se fosse uma “Sala do Fetiche”; um quarto voyeur com uma cama no meio ,ao lado possui um darkroom onde os clientes podem entrar e curtir tudo no escurinho, mais a frente há uma sala escura com algumas cabines, pra quem quer uma aventura mais íntima, com glory holes conectando umas as outras, ao lado desse espaço possui o bar onde os clientes podem pedir seus drinks e uma área externa com mesas e algumas redes, e uma ampla área aberta. Quanto a prevenção, camisinhas e lubrificante são distribuídos gratuitamente pelo local, para a galera se jogar sem preocupação.
A estrutura do bar, lembra muito a das saunas, se difere pelo público eclético que frequenta
cria um clima  leve, um clima de diversão e pegação mas sem aquela negatividade e perigo de outros lugares. Uma ótima solução para os ‘sem local’ dos apps de pegação: Uma das grandes dificuldades de caras solteiros, em especial os universitários, é que eles geralmente não têm local, ou por que dividem o quarto onde dormem com amigos, ou ainda moram com os pais etc. O Banana é o local ideal para que você possa encontrar aquele carinha do Grindr ou do Scruff sem ter que pagar um motel caro para isso.

*ENTRADA PERMITIDA APENAS PARA MAIORES DE 18 ANOS 


Ah e sexta já têm festa cola lá...






sexta-feira, 19 de abril de 2019

Boquete no desconhecido que pediu água

Oi, gente, tudo certo? Eu sou Pedro, tenho 25 anos, Tenho 1,77, 65 kgs .
Em um desses dias, sem que eu estava com um fogo particularmente alto, enquanto eu estava na rua, passou um moço de bicicleta pela frente do portão.  alto, entre 30 e 35 anos. Ele, cujo nome nunca soube, para, dá boa noite e pede um pouco de água. Entro para buscar, mas, como a casa fica um pouco distante do portão, resolvo convidar o cara para vir comigo pegar. Apesar de estar com um short super curto que mostrava minhas pernas que são, modéstia a parte, bem gostosinhas, não maldei de imediato.
Já na parte de dentro, em frente à minha casa (onde morava, era uma pequena vila com 5 casas), enquanto estou pegando a água, vejo pela janela que ele tirou a camisa e admirava a vista que eu tinha.
Ele: - Nunca imaginei que aqui tinha tanto espaço.
Eu: - Pois é, As pessoas geralmente ficam surpresas mesmo.
Engatamos em uma rápida conversa. Aproveitei que ele tinha entrado e perguntei se ele curtia fumar 1. Ele perguntou se eu tinha e eu assenti. Bolei um beck e começamos a fumar. Meu pau, por baixo do short, já estava duro feito pedra. Ele me contou que era aniversário dele e que tinha ido ao bar no bairro do lado para beber com uns amigos. Então, ele pega no pau por cima da bermuda tactel que estava vestido, falando:
- Tava tentando me divertir ali, mas acho que bebi demais. Várias amigas tentaram me animar e nem rolou.
Fiquei curioso e comecei a incitar ele:
- Mas já tá assim difícil subir?
Ele ri e fala:
- Rapaz, nem tá. Às vezes, como uns caras também e fica duro como pedra.
- Então você come caras também?
- É sim. E por que você tá assim?
- Assim como?
- Excitado.
Ao falar isso, ele pega em meu pau, o coloca para fora e começa a punhetar. Ele bota o pau meia-bomba para fora e diz:
- Rapaz, não garanto que vá subir, mas vai aí.
 Quando peguei achei que estivesse dura pelo tamanho e grossura , mas ao pegar percebi que ainda estava crescendo. O pau parecia ser bem grande e grosso, desde já. Ele dá uma risada e ordena:
- Chupa aí, viadinho.
Comecei a fazer o melhor boquete que eu consegui, pois era realmente bem grande e grossa aquela
vara e mal cabia em minha boca. Para minha alegria, sentia o pau endurecer em minha boca enquanto ele continua falando:
- Vai chupar bastante essa rola, vai? Vai virar minha putinha, vai? Vai me dar bastante esse cu, hein?
Então, ele começou a foder minha boca como se fosse uma boceta enquanto falava todas essas coisas. O tesão era tanto que eu estava prestes a gozar sem nem encostar em meu pau. Depois de 5 ou 10 minutos, ele geme mais forte enquanto o seu pau dava espasmos quase em minha garganta.
Rapidamente, quando acabo de limpar seu pau, ele coloca suas roupas e brinca:
- Quem diria que eu queria água e ainda dei uma gozada. Parabéns, moleque. Muitas tentaram, mas só você conseguiu.
Dei uma risada e o acompanhei até a porta.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

#Relato: Pegação na academia

Tudo aconteceu em uma academia que é bastante frequentada por gays, e  famosa por rolar fortes pegação no período da noite.

Eu ouvi falar bastante sobre isso, mas tudo parecia lenda urbana. As pessoas só conheciam amigos de amigos que já tinham feito algum tipo de putaria no vestiário da academia. Nunca eram as pessoas que contavam as histórias. Mais detalhes sobre esses encontros surgiam a cada novo relato: você precisava deixar a porta do box semiaberta, apenas com uma toalha sinalizando que o cara poderia entrar com você; pessoas que ficavam sem toalha para ir ao chuveiro eram ativos; quem ia de cueca era passivo; duas voltas no mictório significava que você estava procurando um boquete.

Eram tantas regras que deveriam escrever todo um manual de etiqueta. Mas ignorei toda a burocracia quando finalmente fui um dos protagonistas. Foi em uma sexta, dia em que quase todos os homens gays malham mais cedo para poder se preparar para sair de balada. Então a movimentação já estava fraca, poucas pessoas para revezar os equipamentos. Não estava reparando muito no que acontecia a minha volta, entretido que estava com um novo setlist no meu iPod.


Fui ao banheiro para tirar aquela água do joelho de pré-treino, e, enquanto murmurava as letras de uma das músicas, senti que alguém tinha acabado de chegar no mictório ao lado. Tentei ficar na minha e não demonstrar que tinha notado a presença dele, mas ele fez exatamente o contrário. Começou com uma tosse audivelmente falsa, daquela que você faz para sinalizar alguma coisa. Eu virei meu rosto e encarei a cara séria de um cara alto, corpo atlético, cabelo curto. Ele apenas me encarou por alguns segundos e depois abaixou a cabeça para observar o pau dele, duro e grande. Grande não. Enorme.

Não tive como me controlar e comecei também a ficar excitado, o xixi sendo coisa do passado e minha vontade de botar aquela rola na boca aumentando cada vez mais. Parece que não sou eu mesmo quando estou com tesão, viro uma máquina e faço de tudo para gozar. Coloquei meu pau para dentro e fui para área de chuveiros. No caminho, vi que apenas um cara estava se trocando. Sinal verde! Fui até uma das cabines mais afastadas, deixei a porta semiaberta e o cara me seguiu. Não pensei duas vezes e abaixei minha bermuda. Ele começou beijando meu pescoço, mas minhas mãos o forçaram a descer direto para meu pau duro. Ele não resistiu. Enquanto ele me chupava, eu passava minha mão pela sua cabeça raspada e suada, meus dedos desciam e tentavam alcançar os mamilos rijos que escapavam de dentro de regata dele. Ele me virou e começou a lamber minha bunda e depois a comer meu cu ferozmente com sua língua.


Quando já estava pronto para gozar, ele se levantou e tirou uma camisinha e começou a colocar no pau. Parecia que não haveria látex suficiente para embalar aquela enormidade. “Não sei se aguento cara…”, disse rindo sem graça. Ele correspondeu meu sorriso e disse: “Com tensão e lubrificante você vai aguentar e muito”, ele mostrou o frasco de lubrificante. Parece que o pessoal vai mesmo preparado para esse tipo de coisa…





Ele me comeu devagar e depois com força. Mordi o braço dele para não urrar e, com os movimentos ritmados que ele fazia justamente para eu ficar com ainda mais vontade, gozei sem nem precisar tocar no meu pau. Virei-me, fiquei de joelho, tirei a camisinha e comecei a chupá-lo. “Vou gozar em você, cara”, ele disse no momento de esporrar um jato quente por todo o meu peitoral.

Tomamos banho separados, mas na hora de sair o encontrei me esperando na entrada da academia. “Você vem amanhã nesse mesmo horário?”, ele perguntou.

“Cara… Depois de hoje eu acho que amanhã vou tirar um dia de descanso.”

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É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia a pratica de sexo em locais publicos. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Meu fetiche por pés

Eu tenho 21 anos, sou natural do interior de minas, como na minha cidade  não tinha facul , eu me mudei para Uberlândia pra estudar aqui; onde eu moro é tipo uma republica e mora mais 4 caras nela, eles também não são de Uberlândia, estão no mesmo barco que eu só estudando mesmo.
Nessas ferias de fim de ano foram praticamente todos para a cidade deles, só ficou eu e outro cara que mora aqui (Vou chama-lo de Felipe), apesar de morar junto nunca tive muito contato com ele, só falava o que era necessário, mas sempre achei ele mó gostoso, ele tem uns 22 anos, um corpo normal, barba por fazer, os braços fortes, uma pele branquinha e a bochechas eram muitos rosadas, ele tinha os pés ( meu maior fetish ) médios mais ou menos 42 eram bem gordinhos que eu adorava e ficava me masturbando pensando neles.
Então num desses dias eu sai cedo pra resolver algumas coisa no centro, cheguei em casa está um silencio,
entrei e bem no sofá da sala estava o felipe deitado  de bruços e com seus lindos pés a amostra, não resistir, o tesão falou mais alto, eu tinha que sentir aqueles pés, cheguei meu nariz nos seus pés ele continuou dormindo, então aproveitei e dei um lambidinha, ele nem se mexeu então num momento de desespero tirei a roupa fiquei pelado e fui pro meu quarto bater punheta... Quando comecei a bater, vejo ele bem na porta do meu quarto olhando tudo  e disse vem putinha, quero sua bunda, hoje você vai ser minha putinha e vai fazer tudo que eu mandar, eu fiquei assustado mais o tesão falou mais alto, e ele dizia eu sei que você gosta, você adora, minha pica tah dura, vem aqui, e ele disse que não estava dormindo e viu eu lambendo os pés dele, então comecei tudo, primeiro beijei aquela boca linda dele e  ele me agarrou com força e passou a mão na minha bunda, eu mandei ele parar, depois chupei aquele pescoço e deixei várias marcas, desci para o peito, ele tinha um peito muito cabeludo eu aproveitei e lambi muito, chupei igual uma puta, depois fui só descendo, cheguei no pau dele estava duraço eu comecei a bater uma pra ele, mais ele queria mais, eu o mandei esperar, depois lambi o saco,
desci para as coxas que estavam suadas e fui lambendo as pernas, até que cheguei no lugar que eu queria nos PÉS,ele achou que eu estava louco pois ele estava com a piroca em ponto de bala e eu procurando os pés, eu o retruquei e disse que seria do meu jeito, então chupei aqueles dedos, massageie, ele tinha um pé não tão bonito mais muito grande, chupava tudo, lambia, passava a linguá, adorava aquela sola deliciosa,então ele pediu para eu chupa-lo então concordei e chupei até ele gozar, mais ele não ficou satisfeito e pediu para me comer, eu com muito medo mais aceitei, ele tinha um pau bem grande aproximadamente 19 cm, ele enfiou com carinho, começou devagar, depois foi bombando, eu gritava, gemia, fiquei louco de tesão, até que ele jorrou um jato forte de porra no meu cuzinho, então pedi para ele enfiar aqueles dois
pés no meu cú, e ele riu com cara de sacanagem e fez o que eu pedi, nossa ele mexia lá dentro, depois eu sentei no colo dele, pois ele queria me comer mais, meu cuzinho parecia que ia explodir nossa era ótimo, eu adorava, tudo me satisfazia muito, aí ele me mandou deitar de bruços com meu pau em cima de um almofado pra deixar minha bunda mais alta, ele disparou a meter, meteu muito e eu adorava mais ainda, aí ele xingou no meu ouvido, com puta, piranha, quero sua bunda, aí ele começou a me lamber, lambeu minha orelha, desceu pro rosto, foi pros meus mamilos, depois chupou e lambeu meu cú e eu gozei sem ele encostar na minha rola, eu adorei aquilo tudo, mais por ultimo foi minha vez de ficar satisfeito, eu deitei no chão e ele sentou na cama ele pois um pé na minha boca e o outro ele enfiou no meu cuzinho arregaçado, nossa foi ótimo, e nós passamos o final de semana todo naquilo....

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

TOP 10 - Fetiches Gays



Curioso para saber quais são os fetiches mais praticados por gays? então se prepara pra enlouquecer de tesão .

1. Salirofilia

Enquanto muita gente prefere ir para debaixo dos lençóis com parceiros limpinhos e perfumados, há quem fique mais excitado por um boy suado após um dia inteiro de trabalho.



Salirofilia é o fetiche pela saliva e pelo suor, o que pode inclui ser lambido, lamber, cuspir ou ser cuspido durante o ato sexual. Importante ressaltar que não se refere, necessariamente, a mau odor, mas sim a “cheiro de homem”.


2. Klismafilia




Tem muito gay por aí que morre de tesão quando está dominada pelo chuveirinho. Esse fetiche é conhecido como klismafilia e consiste na prática de introdução de água ou outros líquidos no orifício anal como forma de prazer.





3. Agorafilia



Transar em lugar público: tá aí um fetiche que se você ainda não realizou, aposto que está na sua lista

Nada como a adrenalina e a sensação de que a qualquer momento alguém vai lhe flagrar com as calcas no chão. Para muitos a ideia de ser pego e até mesmo ser pego de fato é a parte mais excitante de todas. Mas atenção: se você tem vontade de experimentar a agorafilia, esteja ciente de todos os riscos que essa brincadeira pode trazer. Não se esqueça de que sexo em público é ilegal na maioria dos países e ao fazer isso você pode encontrar grandes problemas. Escolha um lugar no qual você acredita que há a menor possibilidade de alguém te surpreender.







4. Urolagnia



Se você curte levar uma mijada, ou mijar no parceiro, urolagnia é o nome de seu fetiche. Também conhecido popularmente como Chuva Dourada, ele nada mais é do que obter prazer sexual ao entrar em contato com o xixi de outra pessoa, ou ao urinar em alguém.

5. Podolatria

Tem gente que pira num peitoral definido, tem as que gostam de ombros largos, tem as safadas que olham direto para a neca, mas tem também quem não resiste a nada mais nada menos que os… pés!

Sim, a podolatria, fetiche por pés, é supercomum, tanto para héteros quanto para gays.


6. Bondage

Você faz a linha passivo submisso? Gosta mesmo de deixar toda autoridade do lado de fora do quarto e ser totalmente dominado pelo boy? Pois saiba que sua tara tem nome.

Bondage, atração por amarrar o ser amarrado durante o sexo, é um dos fetiches de dominação e submissão mais fantasiado pelos gays.


Deixar que o outro faça o que quiser ou estar no comando da situação é aquilo que faz os adeptos ao bondage subir pelas paredes. Eles dizem sentir um auto grau de excitação ao terem os braços ou pernas amarrados, usarem mordaça ou venda ou qualquer outra coisa que limite seus movimentos na hora H.

7. Fist Fucking

Fisting, Fist Fuck ou Fist Fucking é a prática de inserir a mão ou o antebraço no ânus.
a prática requer uma sintonia e afinidade entre os parceiros ainda maior que numa relação sexual convencional. Fister é o ativo na relação, mas quem controla o babado nesse caso é o Fistee (o passivo). Se ele não estiver totalmente relaxado, seguro e confortável, será praticamente impossível abrir caminhos para uma enfiada de braço.
Atenção para os interessados: É importante que se faça o fist fucking gradativamente. Nada de logo na primeira tentativa enfiar o braço inteiro no cu do boy!


8. Voyeurismo

Você certamente já escutou a expressão comer com os olhos. Ela define bem o que é Voyeurismo: prazer por observar outras pessoas nuas, se vestindo, se despindo ou fazendo sexo.
Na maior parte das vezes, a masturbação faz parte da atividade – o voyeur atinge o orgasmo durante suas sessões de “espionagem”. Os voyeurs gostam de ver sexo, nada mais comum do que gostarem de ver pornô.


9. Tricofilia

A tricofilia é o fetiche por cabelos e pelos. Nessa modalidade, o cabelo pode funcionar como brinquedo sexual, já que os praticantes têm prazer em sentir os fios roçando nos órgãos genitais.


Quem frequenta a cena gay já se deparou com eles por aí, nas baladas, festas e bares. Sem falar nos aplicativos de encontros. Barbudos, cheinhos, peludos, e muitas vezes vestidos com uma camisa de flanela xadrez, eles se autodenominam como ursos.
E se você ama caras assim e, ainda mais, os pelos pubianos, parabéns, você é um tricófalo.

10. Estigmatofilia

Estigmatofilia é a atração por parceiros que tenham tatuagens, cicatrizes ou perfurações no corpo. Há casos, inclusive, em que nada mais importa. Ou seja, quanto mais tatuado o boy for, melhor.


Qual é o seu?

Conta pra gente, vai!

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É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia o  tipo de comportamentode sexo em locais publicos. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.

sábado, 21 de janeiro de 2017

Pegando meu Cabeleireiro

Ola pessoal fazia tempo que não acontecia nada na minha vida, mas nessa semana quando menos esperava eis que rolou algo legal. No inicio da semana fui cortar cabelo num cabeleireiro aqui próximo de casa no bairro luizote  já me conhecia a anos e ate estudamos juntos éramos e sempre fomos amigos e ele também sabia da minha opção sexual.
Ele nunca disse nada e sempre disse gostar apenas de mulher, mas aquele dia estava estranho ao chegar no salão ele cortava o cabelo de um cara lindo alto de calça de tactel o que deixava um belo volume a mostra entre suas pernas e eu olhava pelo espelho. Quando o cara levanta pra ir embora socou a mao dentro da calça pra arrumar a rola e eu fiquei olhando o cara riu e foi embora.
Sentei e ele começou a cortar meu cabelo toda hora esfregando o pau em mim, mas estava mole então nem liguei muito, enquanto cortava ficou perguntando se eu curtia mesmo homem e que tinha visto que eu tava olhando o cara e acabou perguntando se eu teria coragem de mamar o cara ali se ele deixasse.
A conversa fluiu em tom de brincadeira ate que ele anuncia que havia terminado seu serviço, me levantei e quando paguei a ele ele deu aquela pegada no pau e eu olhei sem querer. Nessa hora ele olhou pra mim e pergunto na lata se eu queria bater uma pra ele que fazia tempo que não comia ninguém, mas só bater por que ele não era gay. Respondi que sim e ele logo abaixou a porta do salão ficou de pé e eu de joelhos comecei a alisar seu pau ainda dentro do shorts.
Logo a rola morena dele deu sinal de vida e ficou dura era morena ele tinha fartos pelos sacos bem grandes mas o pau era médio, olhei pra cima e vi que ele estava de olhos fechados e não perdi tempo meti a boca na rola dele que só gemeu e falou ¨viado que boca gostosa¨.
Apesar de ser cedo seu pau tinha um gosto meio salgado acho de suor e um cheiro nos pelos de suor, mas que eu gosto, fui mamando ele e mexendo nas bolas  que já estava mais solto e começou um vai e vem gostoso segurando em meu ombros. Peguei suas mãos e coloquei pra segurar minha cabeça e ai sim ele aumenta os movimentos metendo no fundo da minha garganta sem demorar muito gemeu dizendo que ia gozar e assim fez no fundo da minha garganta me fazendo engolir sua porra.


Não disse nada apenas me deu um tapinha nas costas de agradecimento e abriu a porta, entendi e sai indo embora feliz achei que não ia rolar mais nada mas ele já me pergunto quando vou cortar eu cabelo de novo rsrs!

domingo, 18 de dezembro de 2016

Pegação em banheiro público: "onde houver gay, haverá banheirão"

Era uma tarde de sábado quando Jorge Camargo*, 30 anos, e Francisco foram ao cinema em um shopping paulistano. Chegaram pouco antes, compraram os ingressos e conversaram um tempo na cafeteria. Jorge sentiu vontade de ir ao banheiro. Francisco esperou.
Lá dentro, Camargo fez o de costume e aproveitou para lavar o rosto e arrumar o cabelo - e algo inesperado aconteceu. "Percebi, pelo espelho, que um cara de óculos estava me encarando do mictório. Devolvi o olhar - e aí ele me mostrou um pau enorme!".


Se Jorge ficou tentado? "Não vou mentir. Fiquei - mas desistimos porque, além de eu estar acompanhado, houve um barulho na porta e um segurança do lado de fora". Hoje, o mesmo banheiro exibe uma placa onde se lê "A prática de ato obsceno em lugar público, aberto ou exposto ao público, é passível de pena de detenção de três meses a um ano". O artigo é o 233 do Código Penal.


Não é o único que pode dar cadeia. "Há o artigo 214 - atentado violento ao pudor, por exemplo, ou o 218, de corrupção de menores. Tudo depende da situação fática. Eram dois homens? Era perto de escola? Havia um maior e um menor?", explica o advogado José Louis Fonseca, 27.


Na verdade, não era a primeira vez que Jorge se via cara a cara com a "linha banheirão", como se diz popularmente: "Ia muito num banheiro público de praça, mas depois a Guarda Civil começou a baixar e parei".


O motivo? "Uma vez, vi muita coisa num shopping da Zona Leste. O chão era de mármore preto, e dava pra ver tudo que acontecia na outra cabine! Mas sempre tive medo de ser pego por guarda, segurança".


Maurício Stefano*, 26, foi pego. Do banheirão, ele seguiu com o ficante para a escada de incêndio de um shopping na Zona Norte: "Ele fugiu pro andar de cima. Os seguranças me acompanharam até a porta, pediram meu RG [...], anotaram e disseram que eu só voltasse se fosse fazer compras".

"Primeiro, é preciso definir banheirão", analisa o jornalista Deco Ribeiro, 36. "É apenas sexo no banheiro, ou envolve toda a pegação, o olhar, mostrar o pinto, a masturbação mútua, o convite pra cabine? E vale banheiro de boate ou só banheiros mais sérios, como de shoppings ou parques? Eu considero banheirão a segunda opção [...], e, nesse caso, nunca rolou. Sou muito medroso...".


Desconforto, violência, DSTs, fidelidade no namoro ou a simples falta de interesse também estão entre as razões da galera que largou ou nunca praticou o "esporte". "Não digo que nunca vou fazer, mas não me diz nada", declara o analista de sistemas Renato Barbosa*, 47. "Notei que as pessoas que praticam isso são potencialmente portadoras de doenças venéreas", diz o administrador José Vieira*, 25.


"Comecei no banheirão", conta o radialista Ricardo Zaragoza*, 33. "Já ia equipado com gel e camisinha, embora rolasse um bareback ferrado lá. Oral, naquele tempo, tudo sem preservativo. Gozar na boca e o cara engolir era normal. Hoje, não sei. Comecei a namorar, cur-to fidelidade... e passei a ser mais consciente".


O estudante Rafael Garrido*, 19, foi vítima de violência. "Estava numa cabine [...]. Espiei um cara, e ele parecia estar se oferecendo. Passei a mão na perna dele. Ele ficou muito puto. Quando saí da cabine, estava me esperando com uns amigos e deu uns tapas no meu rosto", mas, Garrido não se deixou abater: "a sensação que tenho é a de que, desde pequeno, eu já via o banheiro como um local potencialmente sexual".



Meninos, eu vi!
Era uma quarta-feira, 22h30. O repórter que vos escreve segue em direção ao banheiro abaixo do nível da rua e do terminal de ônibus anexo. Há dois mictórios, duas pias para lavar a mão, quatro cabines e um zelador. A movimentação de homens é incomum.

Um deles, de barriguinha, mochila nas costas, calça azul e camisa social, está claramente "caçando": balança o pênis várias vezes depois de "urinar". Há também outros "caçadores". Eles permanecem às portas das cabines - uma delas, por sinal, já ocupada por quatro pés - e esperam. Um deles carrega uma maleta.


O homem de calça azul vai à pia e lava as mãos demoradamente até outro rapaz, de calça preta, ir ao mictório. É a deixa para o primeiro voltar e, de olho no outro, reiniciar o balanço peniano.


Percebo que o de calça preta não lhe dá chance, mas ele não chega a recolher o membro. Um rapaz alto, de boné e "jeito de boy" toma o lugar do outro. Em segundos, a mão vai ao pênis que balança. Decido sair.


Lá fora, depois de alguns minutos, percebo que o zelador deixou o banheiro e espera do lado de fora (!). Volto a entrar. Os caçadores se revezam e dominam o ambiente. São diferentes no tipo físico, na roupa, na idade. O boy agora está à porta de uma cabine. O da maleta, também. O de calça azul retoma a rotina de balançar a genitália.


Esse banheirão, que não foi o único observado por mim, fica anexo a uma conhecida estação de metrô e é paradigmático em muitos pontos.


É o caso das práticas - por ordem de frequência: masturbação mútua, sexo oral e penetração - e variedade de personagens. "Já vi todo tipo de gente, de idade, de condição financeira, de aparência", diz o estudante Garrido. "Varia de acordo com o lugar em que você está. Em um shopping na região da Avenida Paulista, há caras mais abastados".


O psicólogo e terapeuta sexual João Pedrosa, 50, comenta essa estratificação: "os frequentadores dos banheirões públicos ao ar livre são de origem proletária [...]. Já nos centros comerciais (shoppings), são de classe média".


O fato, porém, é que há banheirão para todos. "Simplesmente, [...] existe em todos os lugares do mundo", diz o psiquiatra Bernardo de Gregório, 44.




Outro paradigma é a forma de comunicação. "Por causa do risco, a comunicação tende a ser não-verbal e o mais discreta possível", diz de Gregório - e, vale dizer, as técnicas de abordagem podem ser bastante similares.

"O mais comum é usar o mictório como vitrine, onde se exibe o membro ereto, e a troca de olhares, que leva [...] à cabine. Quando há reservados dos dois lados, quem está a fim fica com a porta entreaberta e mostra o dote; quem gosta entra. Já para a rejeição, é simples: sai-se de onde está, ou põe-se o pau dentro da calça", explica Lukas Andrade*, 24, que se declara com ampla experiência no assunto.


"Quando os homens estão a fim, eles endurecem o pau; outros balançam, se aproximam, falam alguma coisa como tá afim? ou simplesmente chupa!. Eu olho pro cara, olho pro pau. Se ele não esboçar reação contrária, me aproximo e meto a mão!", conta o funcionário público Daniel Costa*, 49.


"As piscadas e passadas de língua nos lábios funcionam muito bem [...]. Também acho legal olhar a bunda do cara ou alguma característica diferente, como uma tatuagem, para ele se sentir desejado", diz Rafael Garrido.




Razão e sensibilidade
No entanto, além da diversidade e das técnicas, está o óbvio: em coro com o próprio Rafael, muitos vêem o banheiro com "olhos sexuais" e concordam que vale a penar correr os riscos. Por quê? "Para se saciarem sexualmente de forma anônima sem estabelecer vínculo", responde João Pedrosa. É dele a expressão que abre esta reportagem. O psicólogo explica que "onde houver gays, haverá banheirão" porque "vivemos num mundo homofóbico".

"Todo grupo social que é perseguido desenvolve estratégias de sobrevivência", prossegue o terapeuta. "Foi uma forma que os gays encontraram para fazer sexo ou se excitarem sexualmente, já que não têm liberdade de exercer livremente sua sexualidade. É um contra-controle exercido pelos gays em resposta ao controle exercido pelas agências que reprimem a prática homossexual: governo, religião, educação, dentre outras".


Ricardo Rocha conhece esse contra-controle. Hoje com 59 anos e fora do circuito dos mictórios, ele começou a freqüentar banheirões "ainda na ditadura militar". Ricardo explica que "não existia patrulhamentos em cima da promiscuidade. Isso começou apenas quando o gay resolveu se inserir na sociedade heterossexista e comprou todos os valores dela [...]. A ideia, entre os militantes da época, era que podíamos criar uma nova sociedade".




O principal motivo para "fazer banheirão" é mesmo a busca pelo sexo anônimo, de acordo com nossos entrevistados. Mas, como se vê, o porquê dela comporta diferentes razões. O analista de RH Luís Amaral*, 25, cita o aspecto financeiro: "em muitos casos, as pessoas fazem por não ter grana e nem local privado".


A própria resposta à homofobia pode variar e ir da atitude libertária a problemas de autoaceitação. "Ainda que seja uma generalização, pode-se dizer que tal prática acaba sendo mais comum para pessoas que não assumem totalmente sua própria sexualidade", diz de Gregório.


Lukas Andrade concorda: "Grande parte dos homens [...] é casada e mantém o lado homossexual apenas dentro dos banheiros". O rapaz, no entanto, comenta duas outras motivações: a iniciação sexual e o fetiche. "É uma forma que muitos encontram de descobrir o sexo entre homens [...], mas tem uma grande parte [...] que é de gays bem-resolvidos que curtem o sexo anônimo, descompromissado".


É o caso de Daniel Costa. "Já passei por algumas situações, como você estar no reservado, alguém te pegar chupando [...]. Com um amigo, a polícia chutou a porta. Acho que o que me deixa excitado é exatamente esse risco. Sexo rápido, quase sempre oral, e o risco de chegar alguém". E você, já tem seus motivos?




Marketing pessoal
Quem nunca se perguntou se alguém liga para os números de telefone ou MSN dos recados que oferecem sexo gay nas portas e paredes dos banheiros? Fui verificar.

Cheguei a adicionar um MSN e ligar para um telefone. Na Web, o "Deus Grego" (pseudônimo) se descrevia como ativo, 23 anos, corpo definido. Manteve contato por algumas tecladas - mas sumiu depois que falei da reportagem.


No telefone, mais sorte: marquei entrevista! Emerson Correa*, 36 anos, manteve um relacionamento estável de 15, é garoto de programa há três e usa as portas como propaganda. Funciona? "Escrevo em vários banheiros! Recebo umas 15, 20 ligações por semana vindas de lá". Quem diria...






Tio da limpeza
Guardas, seguranças e até policiais cada vez mais fazem parte da paisagem do banheirão. "Hoje em dia, os banheiros públicos são pagos, e os privados são cheios de seguranças. Os estabelecimentos aumentaram demais o cuidado nesse sentido", diz Ricardo Zaragoza.

As "figuras repressoras" mais presentes, no entanto, são os zeladores e faxineiros. "Quase sempre tem alguém. Nos shoppings, os seguranças praticamente fazem uma ronda. Nos metrôs, os faxineiros costumam fazer barulho, limpando tudo", conta Rafael Garrido.




"Nos banheiros de praça, sempre há os zeladores: alguns, mais tolerantes; outros, nem tanto, mas aqui, na região, há um em especial que é extremamente liberal. Já transei com ele umas três vezes", conta Daniel Costa, demonstrando que nem sempre a coisa funciona como se espera.






É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia esse tipo de comportamento. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

8 formas diferentes de bater punheta


Via: SOS SOLTEIROS
A masturbação é uma arte!
Alegra, relaxa e faz bem à saúde. Para muitos homens o ato de bater punheta é um ritual frequente. Por isso, ficar no “papai-e-mamãe” com a mão já tá literalmente manjado.
Pra te ajudar nesse Kama Sutra individual, se liga na lista que o site Oba oba divulgou, com 8 formas diferentes de fazer justiça com as próprias mãos.
Pega o rolo de papel e senta, porque lá vem história.


1. GOZE PARA DENTRO


Não se suje mais com a técnica da “injaculação”. Enquanto se diverte, coloque dois dedos logo abaixo do saco escrotal e pressionar, sem machucar, o canal que leva o esperma até o pênis. Segure por uns segundos até sentir que ejaculou tudo. Apesar de ser um pouco estranha, funciona bem e evita sujeira.


2. ACENDENDO A FOGUEIRA


Nessa modalidade você esfrega as duas mãos abertas e esticadas na vareta. Da mesma forma que o velho movimento de roçar dois gravetos para acender uma fogueira, subindo e descendo. Vai com calma para não pegar fogo machucar.3. MÃO DORMENTE

Essa modalidade é pra quem deseja estar sozinho, sem ficar só. Para isso, basta sentar na mão até ela ficar dormente. Quando estiver formigando está pronta para a ação. Dessa forma você vai sentir como se outra pessoa estivesse batendo uma para você. Após recuperar o tato, repita a operação até se satisfazer.


4. COM AS DUAS MÃOS


Essa técnica vai deixar seu companheiro de batalhas bem agasalhado e quentinho. Use a duas mãos para se exercitar! Uma fica na base e a outra no topo. Sincronize as duas no movimento vai e vem.


5. “COITO” INTERROMPIDO


Se está com tempo livre e quer apreciar o prazer por o máximo de tempo possível, você deveria tentar essa. Quando sentir que está perto de gozar, pare tudo e segure a vontade. Evite se tocar para não incentivar a ejaculação.

Assim que possível, recomece os trabalhos, e repita as instruções até não aguentar mais. Ao final, você terá um orgasmo intenso e extremamente prazeroso.


6. CHOQUE TÉRMICO


Vai precisar de certa habilidade. Ao bater uma, quando estiver próximo do clímax, segure um cubo de gelo até que sua mão fique gelada. Agora, finalize a masturbação revezando entre a mão gelada e a quente, a mudança de temperatura te dará uma sensação prazerosa, e até calafrios!


7. PANCADINHAS NA CABEÇA


Nessa estilo de punheta você irá brincar com a pressão sanguínea no pênis. Quando ele estiver bem duro e sensível, você dá batidinhas na cabeça dele com dois dedos. Não precisa ser muito forte pra não nocautear o rapaz. Continue assim até gozar, demora um pouco, mas vale a pena.


8. HIDROMASSAGEM


A sensação da água batendo no pênis (principalmente na cabeça) te dará bastante prazer. Brinque dessa forma intercalando o toque com a batida da água e, no final, você ainda se limpa facilmente. Simples e prático. Só pode não demorar muito, afinal, punheta nenhuma vale o desperdício de água.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

#AMelhorPegaçãodaMinhaVida! Pegação na faculdade

Primeiramente, vou me apresentar, me chamo Maia, tenho 22 anos, 1.80m 74kg. olhos e cabelos castanhos. Desde o 1º período de faculdade, ainda na primeira semana, quando ocorrem os trotes, conheci o Tiago, calouro na faculdade também, na hora que o vi já me chamou a atenção por ser muito bonito, ele deve ter 1.80m uns 78 kg. Branquinho de olhos castanhos... tudo de bom! Bom, na ultima fase do trote, os veteranos colocaram os homens em uma roda e a mulherada noutra, e com isso, quebraram um halls no meio e nos deram para que passássemos aquilo de boca em boca... era a maior zuação, e para a minha felicidade, o Tiago estava ao meu lado. Passamos o halls e sequer tocamos nossos lábios. Na saída do trote, estávamos no vestiário da facul limpando as tintas, ele chega do meu lado e diz "que sacanagem neh meu, ainda se fosse homem com mulher".. Aquilo de certa forma foi um balde de água fria pra mim, pois de fato, ele me passou a ideia de ser hétero. Passado alguns meses, na época das provas finais, eu via ele seguido nas aulas, mas não andávamos com as mesmas pessoas, nos distanciamos, e nesta época encontrei o Tiago na biblioteca do campus santa mônica estudando. Eu estava lá só de passagem, tinha ido pegar uns livros pra estudar em casa, mas quando o vi, logo dei um jeitinho de ele me ver também. Para minha sorte, a biblioteca estava cheia, então cheguei na mesa dele que estava sozinho e pedi se poderia sentar ali para estudarmos junto. A coisa que menos fizemos foi estudar, ficamos batendo papo, prestando atenção no resto dos estudantes que estavam lá, dando umas risadas, realmente estava muito agradável. Um hora, uma mulher foi passar atrás da minha cadeira e pediu licença (ela era muito gorda), coloquei minha cadeira pro lado e aproveitando a situação, fiz que desequilibrei e pus minha mão na perna dele, meu pau já ficou durinho na hora, fiquei meio sem jeito e ele notou na hora minhas intenções. Começamos a rir e ele perguntou se eu tinha namorada, disse que não e ele disse que também estava sem, disse mais: que estava sem ninguém para descarregar as tensões... Num ato meio "atrevido" disse que para aquilo não precisava ter namorada, que era muito fácil conseguir. Continuamos a conversa e ele falou que aquela altura topava qualquer negocio para poder dar um trepada. Saquei na hora o que ele estava pensando e disse que também estava afim de "dar uma". Ele me olhou muito serio e disse "que tal nos ajudarmos?" Meu Deus... a hora que ele falou isso tremi inteiro, meu pau virou rocha, coração batendo a mil. Respondi que era uma ótima ideia... Combinamos de ir no banheiro do 3º andar de um bloco ao lado da biblioteca, O prédio é muito pouco movimentado, ele saiu primeiro e em seguida sai, entrei no bloco ao lado e cada vez que eu andava meu pau latejava mais. Cheguei no banheiro ele estava ao lado da pia, entrei o cara já me pegou de um jeito que me fez arrepiar todo, me deu um beijo. Aquela linguá áspera e os braços dele forte segurando minha cintura fizeram eu delirar... Entramos num box de deficientes físicos que é maior e começamos a fazer a melhor foda da minha vida... eu sentei no vaso, ele parou em pé na minha frente, abri sua calça e saltou um caralho muito bonito na minha frente, reto,grosso, devia ter uns 19 cm. comecei a chupar a cabeça, as bolas, fiz garganta funda e ele delirando... sentia todo o seu tesão recolhido a meses. Pediu para que eu parasse me levantou, me beijo, chupou meu pau uns 5 minutos e disse... se escora na parede e levanta bem a bundinha... obedeci na hora... peguei uma camisinha na minha carteira coloquei naquele caralho e senti a cabecinha forçando para me arrombar... e assim foi, no seco... somente com o lubrificante da camisinha... ele colocou a cabeça e doeu muito.... parou um pouco para que eu me acostumasse com aquilo, rebolei um pouco e ele meteu de uma vez só.... Puta que dor do caralho... ficamos um pouco quietos e ele começou a bombar devagar.... Logo senti que as estocadas estavam aumentando o ritmo... me comeu por cerca de 25 minutos e anunciou que iria gozar.... Gozou muito... chegava a tremer enquanto gozava... tirou o pau fora, jogamos a camisinha fora, ele me beijou (muito carinhoso), e para minha felicidade, disse que desde a 1º semana de aula, imaginava aquele momento... Dali em diante nos tornamos muito amigos.... e até hoje, (estamos no 7º período) somos amigos e continuamos transando... só que agora na minha casa ou na dele... ou em motel...Deixamos rolar, ele me come, depois eu como ele e assim continuamos as melhores transas das nossas vidas...

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É importante ressaltar que o SEGREDOS GLS UDIA não apoia esse tipo de comportamento. No artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno – o que inclui sexo – em lugares públicos é crime, com pena prevista de três meses a um ano de detenção, ou multa.